Toca no meu rosto sente o gosto do meu toque, toca no meu ombro quando mais nenhum te conforte, toca a tua vida pra frente conta comigo que eu sigo, eu caminho do teu lado, eu tou contigo, só posso ser amigo eu não sei prometer nada, quando nada é garantido acredito que tem mais piada não penses que é conversa que só penso em ti na cama, ou quem te quer agora para passar um fim de semana, porque eu respeito essa personalidade, de quem tem muito mais que do que vaidade e futilidade, não és sereia nem princesa, dama nem duquesa, és mulher com M grande e sabes disso com certeza, respira comigo nosso momento é agora, entrega faz por si o que nenhum plano elabora, fecha os olhos e sonha, abre e vive o que acontece expira agora como se amanha já cá não estivesse, porque...,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
eu gosto e sei que gostas mas eu não prometo nada, não quero um compromisso isso no fundo é fachada, prefiro amar-te com a mesma liberdade de quem trabalha porque gosta e só não por necessidade, o amor é livre, se for espontâneo é fixe, porque eu amo estar contigo quando eu não me obrigo a isso, compromisso só magoa só obriga e força coisas tipo, eu já não oiço e falas quando eu já só quero que oiças,e discussão vem da obrigação responsabilidade moral que tens ou não, da desconsideração que tu tens com o teu parceiro dos ciumes pelo meio o bonito torna-se feio vês, mais vale estar, andar e ver, mais vale sorrir e respirar do que chorar por temer perder, no fim só tou contigo e como nada é garantido, torna-se mais especial cada palavra ao ouvido, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
o amor são momentos e a recordação que se guarda seja afecto com amizade ou a chama que cedo se apaga, química de uma noite que acaba quando acordares, uma ressaca que só te lembras no fundo ate gostaste, são histórias que tu contas, tudo o que tu guardas, em memorias que nem com 100 anos apagas, e fica presa a ti esta eterna recordação, que não se apaga ou se consome no ódio de uma traição, na mentira obrigatória em prol da relação, na promessa que se esgota com o tempo esgotado em vão, nas garantias de presenças cada vez mais curtas, nas palavras que querias ouvir mas já não escutas, e no fim só fica a dor que te destrói, daquilo que podia ter sido mas nunca foi, e eu só te amo uma vez de cada vez cada segundo que posso até poder outra vez, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Interior a falar....
sinto-me a ficar em paz comigo próprio bom passo para não ter que me segurar mais para não fazer merda, nem desiludir a minha mãe ou manos e manas....ainda sinto que por vezes é difícil segurar os meus acessos de ira mas tenho os segurado como tenho vindo a segurar até agora...sinto que ainda falta algo que tenho que encontrar em mim mas...grande parte já encontrei e muitos pesos voltaram a ser adormecidos e encobridos por algo...talvez por uma certa frieza já muito minha característica mas não demasiada...muito me voltou a ser indiferente e passar ao lado....já sinto uma beca de mim a cagar pa tudo do tudo mesmo só eu e os meus importa e o resto sa foda, embora saiba que não é bem assim...muito vi e absorvi nestes últimos meses desde Fevereiro do ano passado e muita coisa pa não dizer tudo foi assimilado e guardado moldando-me uma beca embora sinta que em mim já exista uma certa frieza a tal concha que me protege o que é bom....agora é aguardar e ver pois sei de daqui para frente só irá melhorar na certeza desta razão que sempre me moveu e esteve presente. o que faltava agora era o eu beber menos ou acabar com o álcool mesmo mas.....é algo que já há muito marca presença na minha vida e para além de não o querer largar a vontade é nula chamem-me alcoólico alcoolizado whatever a verdade é que não quero deixar de beber porque estar sempre com um bom copo há frente com algum líquido bom e como raramente também eu fico bêbado para não dizer nunca mesmo não me preocupo nem quero saber é algo que me marca e faz parte de mim e enquanto viver fará parte de mim assim como o escrever faz ou outras características pouco usuais fazem embora o por exemplo achar que o escrever seja mais uma praga que dom característica o que lhe quiserem chamar pois por vezes expressamos cenas inconscientemente que não queremos ou não sabemos que as tamos a dizer....mas caga nisso sou assim frio directo expressivo já não tanto como dantes agressivo e agarrado ao copo :) não irei mudar mais do que já mudei até hoje simplesmente porque não quero e acho que tou bem assim :) sem mais tempo para escrever com muito mais para dizer fica para outro dia...sabendo que nesse dia ainda estarei melhor :)
Monóstico
Monóstico
voltas da vida....
9 meses de gestação após a concepção de um feto, primeiro de muitos dias que esta tua vida promete, respiração com choro pa consolo dos papás, olhar voraz de quem já sonha com o que um dia serás, capaz de tudo, mas pa já capaz de nada, somente rapaz parecido com o papá de cara, com o génio da mãe mais alguém que o identifica, numa parecença extrema que membro da extensa família, porque tu és nascido mas não és bem recém, és a criança que brinca e já comunica bem, 1º amigo no recreio filha da amiga da mãe,cresce contigo jardim escola e pa primaria também, já tens 6 anos e vês que nada é o que tu vês, tudo tem que ter resposta na altura dos porquês, que se arrasta vida fora vai criando a tua história, como a surra que apanhaste na praxe da preparatória, só gente grande garante a protecção agora, só tens que ser aceite plos mais velhos da escola, no primeiro ritual selecção natural na vida, e aprendes praticando darwin em teoria, tudo tem fascínio e agora tens um novo interesse, a pita do 6º B que não te vê nem merece, nesse coração partido só sobra espaço po esboço, do rosto causador do primeiro desgosto amoroso, mas algo se aprende e é importante que tu vejas, que hoje partes corações enquanto brincas com teenagers, crescido bem parecido há sempre uma que te liga, e mostra o sexo oposto pra la de um beijo com saliva, e, foram-se os três uma vez de quarto é certo, que o acto se repete enquanto houver um quarto aberto, que a juventude é isto e proibido ser diferente, o tempo é garantido e tens de ser inconsequente,
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>,
velho demais pa ser puto, puto demais pa ser cota, universitário esperto num curso onde o velho gasta a
nota, longe de casa dos amigos entre livros e borga, com noção que o futuro se perde ou se transforma agora, mas, decides hoje o que não vais viver depois, com essa mulher que amas e com planos de vida a dois, recém formada aliviada primeiro emprego oficial, primeira queca em casa nova e gravidez acidental,
mas, mas é bem vinda existe amor de mãe, bebé fofo com o teu rosto cresce hoje e é um fedelho, mas o milagre da vida traz tragédias consequentes, o ciclo que reside e vês-te a enterrar parentes, próximos ou mais distantes antes queres vinte cinco, com uma família nova e uma menina a caminho, consegues ser tudo e agora bules mais horas por dia, garantes que quem tu amas tem tudo o que precisa, por vezes trinta com mais dez e mais problemas há frente, um filho quase formado e uma filha adolescente, a meia idade avança e tu não viste metade dela, confortável com o que tens só tens que saber lidar com ela, o bule cansa onde é espaço das influencias, casamento não dá mais mas vai mantendo as aparências, um dia uma semana um mês um ano seguido nisto, passam cinco, sete, nove e foram dez que tu não viste, mas acordas frente ao espelho que não mente quando reflecte, o teu rosto velho que é beijado pelo teu neto, reforma bate há porta e agora tens tempo para tudo, para zelar pela família pa passar tempo com o puto, pa passear, pa respirar a liberdade, de quem vive de quem é livre de quem só faz que tem vontade, e amanhã mudas de vida porque a tua vida te cansou, mas antes de nascer o dia o teu coração parou!
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>,
velho demais pa ser puto, puto demais pa ser cota, universitário esperto num curso onde o velho gasta a
nota, longe de casa dos amigos entre livros e borga, com noção que o futuro se perde ou se transforma agora, mas, decides hoje o que não vais viver depois, com essa mulher que amas e com planos de vida a dois, recém formada aliviada primeiro emprego oficial, primeira queca em casa nova e gravidez acidental,
mas, mas é bem vinda existe amor de mãe, bebé fofo com o teu rosto cresce hoje e é um fedelho, mas o milagre da vida traz tragédias consequentes, o ciclo que reside e vês-te a enterrar parentes, próximos ou mais distantes antes queres vinte cinco, com uma família nova e uma menina a caminho, consegues ser tudo e agora bules mais horas por dia, garantes que quem tu amas tem tudo o que precisa, por vezes trinta com mais dez e mais problemas há frente, um filho quase formado e uma filha adolescente, a meia idade avança e tu não viste metade dela, confortável com o que tens só tens que saber lidar com ela, o bule cansa onde é espaço das influencias, casamento não dá mais mas vai mantendo as aparências, um dia uma semana um mês um ano seguido nisto, passam cinco, sete, nove e foram dez que tu não viste, mas acordas frente ao espelho que não mente quando reflecte, o teu rosto velho que é beijado pelo teu neto, reforma bate há porta e agora tens tempo para tudo, para zelar pela família pa passar tempo com o puto, pa passear, pa respirar a liberdade, de quem vive de quem é livre de quem só faz que tem vontade, e amanhã mudas de vida porque a tua vida te cansou, mas antes de nascer o dia o teu coração parou!
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A saudade
Yô, S-A-U-D-A-D-E, o Melo disse "Já chega", eu sei desculpa mas é,
Que eu não consigo deixar de relembrar o passado, pa conseguir avançar, pa conseguir alcançar, a lua as estrelas talvez o Império de Chi-Ara Ok, agora fui geek e dou graças à bd porque hoje eu tenho aquele clique, imagino como se vê, lia bué DC, Image e Marvel, hoje em dia eu leio o Metro, pró resto não há papel, sabe bem como mel ou cortas logo com limão pode ser agridoce, ou só agri recordação, desbloco blocos antigos faço novos abrigos, posso dizer que passei a ser imune a certos perigos e inimigos, concisos concretos em certos aspectos, certos, mas sempre com a mania que são buéda
espertos, e lembro afectos, e lembro bem, quando não fiz nada por mim tentei fazer por alguém,
Isto é verdade..., se tu não vês, não percebes que a saudade só existe em português ..., existe mais em português,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
saudade vem do latim, influência de saudar, saúdo logo aquilo que dela tenho para dar, recordações e histórias, situações e memórias, músicas filmes fotos risos e paranóias, eu não comia smarties eu comia pintarolas, Eastpak era zero Monte Campo reinava as escolas, depois das aulas eu nunca fui muito baldas, fui expulso de algumas salas levei recados pra casa daqueles que toda a gente se rala, seguia logo pelas escadas, o people chega em camadas, eram dias eram tardes eram noites bem passadas e são noites e são tardes e são dias bem passados hoje em dia são lembrados reciclados rebuscados mas nunca são repetidos imitados ou forçados ..., e o meu meio envolvente, sente um grupo consistente, como um povo que se estende saem uns entra mais gente, e não me é indiferente que sapatos eu calço com eles andei vi e vivi mais que um precalço, através deles milito e delimito o meu espaço, eu cago nos maus momentos e os bons eu realço, tenho saudades do presente e do passado, eu juro, e à noite momento puro no escuro eu não descuro de pensar que até já tenho saudades do meu futuro..., saudades do meu futuro...,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
<<mais do que a ideia, gosto de deixar fluir, mais do que sentir, gosto da palavra, e a forma como se entrelaça, com um sentimento de pertença, convidando o tempo para uma dança, gosto como a música nos leva para longe, sem sair do lugar, e sentir que se eleva, lá do alto onde os vejos, conhecem a distância que nos separa, e quanto pesa o desejo, de voltar, de saudadiar, quero tocar onde dizes que dói, preciso de descobrir, essa saudade que torce e mói, alimenta, ou nos destrói..>>
Que eu não consigo deixar de relembrar o passado, pa conseguir avançar, pa conseguir alcançar, a lua as estrelas talvez o Império de Chi-Ara Ok, agora fui geek e dou graças à bd porque hoje eu tenho aquele clique, imagino como se vê, lia bué DC, Image e Marvel, hoje em dia eu leio o Metro, pró resto não há papel, sabe bem como mel ou cortas logo com limão pode ser agridoce, ou só agri recordação, desbloco blocos antigos faço novos abrigos, posso dizer que passei a ser imune a certos perigos e inimigos, concisos concretos em certos aspectos, certos, mas sempre com a mania que são buéda
espertos, e lembro afectos, e lembro bem, quando não fiz nada por mim tentei fazer por alguém,
Isto é verdade..., se tu não vês, não percebes que a saudade só existe em português ..., existe mais em português,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
saudade vem do latim, influência de saudar, saúdo logo aquilo que dela tenho para dar, recordações e histórias, situações e memórias, músicas filmes fotos risos e paranóias, eu não comia smarties eu comia pintarolas, Eastpak era zero Monte Campo reinava as escolas, depois das aulas eu nunca fui muito baldas, fui expulso de algumas salas levei recados pra casa daqueles que toda a gente se rala, seguia logo pelas escadas, o people chega em camadas, eram dias eram tardes eram noites bem passadas e são noites e são tardes e são dias bem passados hoje em dia são lembrados reciclados rebuscados mas nunca são repetidos imitados ou forçados ..., e o meu meio envolvente, sente um grupo consistente, como um povo que se estende saem uns entra mais gente, e não me é indiferente que sapatos eu calço com eles andei vi e vivi mais que um precalço, através deles milito e delimito o meu espaço, eu cago nos maus momentos e os bons eu realço, tenho saudades do presente e do passado, eu juro, e à noite momento puro no escuro eu não descuro de pensar que até já tenho saudades do meu futuro..., saudades do meu futuro...,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
<<mais do que a ideia, gosto de deixar fluir, mais do que sentir, gosto da palavra, e a forma como se entrelaça, com um sentimento de pertença, convidando o tempo para uma dança, gosto como a música nos leva para longe, sem sair do lugar, e sentir que se eleva, lá do alto onde os vejos, conhecem a distância que nos separa, e quanto pesa o desejo, de voltar, de saudadiar, quero tocar onde dizes que dói, preciso de descobrir, essa saudade que torce e mói, alimenta, ou nos destrói..>>
O eu....eu dono eu supremo eu deus
Faço te ser tudo aquilo que odiavas, faço te esquecer tudo aquilo com que sonhavas, dou te um segundo pra pensares em mudar, mas depois roubo te os minutos que tu passas a tentar, sou o teu futuro o teu presente e o teu passado, não podes fujir de mim eu tou em todo o lado, eu tou num pulso numa parede eu sou a tua liberdade, vives rodeado escravo à minha vontade, eu sou eterno, tu morres quando eu quero, és me indiferente e é por isso que eu não espero, avanço lentamente, aviso te com um tac, e corres contra mim quando o teu coração bate, esperas impaciente quando me anseias, dizes que sou lento não passo por mais que queiras, depois eu chego e tu nem dás por mim, que eu passo e só me vez quando eu já cheguei ao fim, faço te viver coisas boas bem depressa, prolongo-te os segundos quando a cena não te interessa, e aí vez que funciono desta forma, que sou dono de ti e que nada mais importa, és um fantoche que a minha mão comanda, por mais que me descartes tudo à tua volta anda, neste carrocel com sede de instantes, cada vez que roda não repete a volta d´antes,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas e o calendário voa>
eu sou aquele que cura só por passar, faço te esquecer o que não te queres lembrar, eu sou o tudo no fundo eu sou o nada, sou aquele que pressiona sou aquele que te safa, e ao pé de mim todos os homens são pequenos, uns me têm a mais outros me têm a menos, e independentemente disso, eu nunca mudo, dá-me vontade de rir se pensas que me tens pra tudo, que eu posso ser o teu pior inimigo, e a qualquer momento levo quem amas comigo, e não te aviso não te explico nem tento faço o que quero quando quero tu és o espectador atento, ao rapido avançar da tua existência ingrata, até podes já ter tudo mas eu escolho quando acaba, sou o deus que comanda a vida, diabo que vos condena sou o inicio sou o fim cada segundo vale a pena, respira intensamente cada momento que não te nego, mais tarde vais ver que me ter é um privilégio, não faças tantos planos ou durmas mais do que precisas, faço passar dez anos como se fossem só dez dias, e até este dialogo se torna absurdo porque me perdes quando me ouves cada precioso segundo, sou o tempo sou o teu dono, melhor não pensares nisso, não lamentes agradece porque só passo porque tás vivo,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas, e brilho contigo tac tic tic tac e o calendário voa>
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas e o calendário voa>
eu sou aquele que cura só por passar, faço te esquecer o que não te queres lembrar, eu sou o tudo no fundo eu sou o nada, sou aquele que pressiona sou aquele que te safa, e ao pé de mim todos os homens são pequenos, uns me têm a mais outros me têm a menos, e independentemente disso, eu nunca mudo, dá-me vontade de rir se pensas que me tens pra tudo, que eu posso ser o teu pior inimigo, e a qualquer momento levo quem amas comigo, e não te aviso não te explico nem tento faço o que quero quando quero tu és o espectador atento, ao rapido avançar da tua existência ingrata, até podes já ter tudo mas eu escolho quando acaba, sou o deus que comanda a vida, diabo que vos condena sou o inicio sou o fim cada segundo vale a pena, respira intensamente cada momento que não te nego, mais tarde vais ver que me ter é um privilégio, não faças tantos planos ou durmas mais do que precisas, faço passar dez anos como se fossem só dez dias, e até este dialogo se torna absurdo porque me perdes quando me ouves cada precioso segundo, sou o tempo sou o teu dono, melhor não pensares nisso, não lamentes agradece porque só passo porque tás vivo,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas, e brilho contigo tac tic tic tac e o calendário voa>
domingo, 20 de fevereiro de 2011
raciocinio longinquo e inacabado.....
Após muito pensar o muito pedir sem querer começar a tornar-me frio e a ficar frio sinto que tal está a acontecer....sinto que estou a ficar muito frio mais do que já fui e cada vez mais insensível com uma ira que me corroí e a qual não quero deixar que se liberte por ter medo da sua explosão e dos danos colaterais que poderá provocar...há que a reter...minimizar e fazer desaparecer....mas parece que quanto mais luto para não ficar frio, insensível parece que mais cresce a ira que me consome a cada dia que passa e que me arrasta todos dias para aquele banco com eles até ver o fim a garrafas e com todos eles a comerem-me o juízo que não posso continuar a beber assim e tenho de parar de beber já!! que tenho de não ficar frio pois eu nessa postura nenhum deles nunca sabe o que se passa cá dentro e sinceramente nem eu porque onde apenas existe frio não há lugar a sentimentos, comoções, raciocínios lógicos e pensamentos no seu ponto máximo....com o ficar frio parece que toda a escrita me sai mal...nada vem como dantes que tinha aquela chama aquela dica aquela intervenção, tudo é vago sem uma mensagem clara, pois sinceramente nem o meu consciente e subconsciente sabe neste momento pensar, nem sabe onde levar os pensamentos onde os deixar ir parar e que linha lhes dar. Ando perdido no meio do mar há deriva com apenas duas certezas de datas importantes Março e Agosto onde sei que terei que minimamente ter a cabeça no lugar para tratar de ir para a univ e tenho que estar apto a tal a mente minimamente terá de raciocinar, a outra certeza será que irei depois de Março para fora....e só em Agosto verei se irei voltar se valerá a pena....só queria neste momento me encontrar...raciocinar e conseguir combater esta transformação mais ainda pois o voltar a ficar frio não é bom nem eu quero...tranquilo que será melhor por um lado nada me afecta nada me toca tudo é a cagar e se mão forem meus que se fodam prai...mas frio sou apenas um bicho....um animal....um monstro sem sentimentos nem pensamento concreto....Procuro há semanas forma de me encontrar mas parece que a única forma que me encontro é me enfiar no álcool desde a tarde até há noite todos dias sem sinal de paragem próximo...ya é verdade que sempre adorei o sabor do álcool mas não assim desta forma pois por mais que beba o álcool não me põem bêbado...o falar sobre as cenas com as pessoas mais próximas não dá...o falar não é comigo, e sei que tenho pessoas de plena confiança que desabafam comigo e que o mínimo que poderia fazer seria falar com elas Ana Marta, Vera, Guiga, depois também tenho um mano com quem falava de tudo mas......mas esse mano perdeu-se por outro caminho sendo mais um peso pra minha cabeça....mais um entre tantos....só quero me encontrar e que toda esta merda passe sem que eu faça merda e consigo perdurar sem me tornar.....uma pedra de gelo.....
Monóstico
Monóstico
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A escrita como religião e maldição com uma caneta
<<Na ponta de uma caneta, sou poeta escravo dela, sou beat sou a rima sou o que a vida me revela, o tempo e o momento na folha que me observa, sou as emoções que o dia trás e a noite leva>>
Sou o eterno em cada linha que adivinha o incerto, quando escrevo eu vejo o mundo que eu programo e desperto, mil versos como que uma vida que este povo se queixa, eu tento não ver isto mas esta caneta não deixa, faço desenhos de esperança como uma criança que voa, enquanto o mundo é inocente não mente nem magoa, o pouco que tem é tudo mas partilha com o colega, que a inocência trás a justiça que a ambição ainda não leva, rabisco palavras com imagens e o desejo, de fazer o quadro perfeito com as imperfeições que vejo, sou a tinta que corre, nesta folha livremente, sou a verdade que a mentira risca pa se por à frente, e vagueio por estas vidas como mensageiro sem dono, com relatos do que vejo do que sou e do que sonho, palavra que repetes em cada estrofe fiel, ao que eu sinto tudo o que vives tudo o que eu vivo num papel,
<Na ponta de uma caneta eu sou poeta escravo dela sou beat eu sou a rima sou o que a vida me revela, o tempo e o momento na folha que me observa, sou as emoções que o dia trás e a noite leva>
Sou a vida que descreves enquanto rimas sem platinas, fama sem proveito que o talento deixou nas esquinas,
chance que não tiveste, ou deste ao manifesto, uma demo em cassete, legado musical que este Portugal ignora, invoca a linguagem dos poetas vivos quando fado toca, no confim mais obscuro do mundo, sou reconhecido no silêncio e aplauso dado no fundo, o nome de uma causa que me causa indignação, a sensatez num verso num discurso numa canção, a força da mudança do bom senso em mente sã, eu sou a voz não conformada deste hoje e amanhã, o legado de Abril em mil pontos de vista, a liberdade a opressão e leve noção de justiça, a fome que te embala no sono e acorda cedo, e essa visão positiva de quem ao menos não passa sede,
<Na ponta de uma caneta eu sou poeta escravo dela sou beat eu sou a rima sou o que a vida me revela, o tempo e o momento na folha que me observa, sou as emoções que o dia trás e a noite leva>
sou a história sou o agora sou um amanhã sem medo, memória que me adorna e não me deixa um só segredo, sou transparente recto frio agressivo de punho em riste, fechado subjectivo e internamente triste, um amigo que não vejo o que desvalorizo no dia-a-dia, sou o abraço que não recebo e dou a quem não devia, sou o crescimento feito perspicácia e persistência, a aprendizagem boa na voz de uma má influencia, sou as coisas certas com consequências erradas, opções más tomadas que acabam recompensadas, sou este mundo que no fundo, gira ao contrario, que não forma milionários escolhe um operário precário, sou a expectativa a melhoria a qualidade de vida,a ilusão o sonho a oportunidade prometida, a garantia dada e merecida a quem respira, eu sou tudo e não sou nada, sou só papel e tinta.
Sou o eterno em cada linha que adivinha o incerto, quando escrevo eu vejo o mundo que eu programo e desperto, mil versos como que uma vida que este povo se queixa, eu tento não ver isto mas esta caneta não deixa, faço desenhos de esperança como uma criança que voa, enquanto o mundo é inocente não mente nem magoa, o pouco que tem é tudo mas partilha com o colega, que a inocência trás a justiça que a ambição ainda não leva, rabisco palavras com imagens e o desejo, de fazer o quadro perfeito com as imperfeições que vejo, sou a tinta que corre, nesta folha livremente, sou a verdade que a mentira risca pa se por à frente, e vagueio por estas vidas como mensageiro sem dono, com relatos do que vejo do que sou e do que sonho, palavra que repetes em cada estrofe fiel, ao que eu sinto tudo o que vives tudo o que eu vivo num papel,
<Na ponta de uma caneta eu sou poeta escravo dela sou beat eu sou a rima sou o que a vida me revela, o tempo e o momento na folha que me observa, sou as emoções que o dia trás e a noite leva>
Sou a vida que descreves enquanto rimas sem platinas, fama sem proveito que o talento deixou nas esquinas,
chance que não tiveste, ou deste ao manifesto, uma demo em cassete, legado musical que este Portugal ignora, invoca a linguagem dos poetas vivos quando fado toca, no confim mais obscuro do mundo, sou reconhecido no silêncio e aplauso dado no fundo, o nome de uma causa que me causa indignação, a sensatez num verso num discurso numa canção, a força da mudança do bom senso em mente sã, eu sou a voz não conformada deste hoje e amanhã, o legado de Abril em mil pontos de vista, a liberdade a opressão e leve noção de justiça, a fome que te embala no sono e acorda cedo, e essa visão positiva de quem ao menos não passa sede,
<Na ponta de uma caneta eu sou poeta escravo dela sou beat eu sou a rima sou o que a vida me revela, o tempo e o momento na folha que me observa, sou as emoções que o dia trás e a noite leva>
sou a história sou o agora sou um amanhã sem medo, memória que me adorna e não me deixa um só segredo, sou transparente recto frio agressivo de punho em riste, fechado subjectivo e internamente triste, um amigo que não vejo o que desvalorizo no dia-a-dia, sou o abraço que não recebo e dou a quem não devia, sou o crescimento feito perspicácia e persistência, a aprendizagem boa na voz de uma má influencia, sou as coisas certas com consequências erradas, opções más tomadas que acabam recompensadas, sou este mundo que no fundo, gira ao contrario, que não forma milionários escolhe um operário precário, sou a expectativa a melhoria a qualidade de vida,a ilusão o sonho a oportunidade prometida, a garantia dada e merecida a quem respira, eu sou tudo e não sou nada, sou só papel e tinta.
Gestos
<<Assimila bem estas palavras, espalha bem estas palavras pelos teus manos bro, o mundo muda a cada gesto teu>>
será que consegues viver se remorsos, quando vês a fome a adormecer aqueles olhos, quando vês o sangue a alagar o sangue daqueles povos, e a deixar tudo resumido a desespero e destroços, será que ouves os gritos que o sofrimento não cala, dessa gente que vive entre insónias e estrondos de balas, será que sentes a pulsação do planeta, desacelera, porque o teu amor por ele nunca chega, o que é que há para sorrir quando meio mundo sangra?, como é que tu não olhas quando meio mundo te chama?, como é que vives sem dar aos teus um minuto? diz-me o que é que há pa celebrar quando o mundo tá de luto? delegas poder a esses políticos mas eles são camaleonicos, não representam as nossas massas anónimas, eles representam corporações económicas, que representam lucro acima dos Homens, tu podes ser a mutação a cura e a salvação, lembra-te, não há revolução sem a tua contribuição, partilha o afecto porque há sempre alguém que tu ajudas, espalha a verdade porque há sempre alguém que tu educas, denuncia o mal porque há sempre alguém que te escuta mano, há sempre alguém que te segue quando acreditas na luta, muda tu o mundo não fiques á espera de Deus, o mundo muda a cada gesto teu,
<<Isto não é nenhuma sugestão pa tu seres o maior revolucionário do mundo, não é nenhuma sugestão pa tu seres um Che Guevara ou Zapata, o mundo muda a cada gesto teu, o mundo também muda com as pequenas coisas que tu fazes mano, se tu fores sempre verdadeiro com os teus manos, se tu passares boas vibrações aqueles que te rodeiam, a probabilidade de eles te retribuírem é imensa, mas se tu forem falso e, e distribuíres ondas negativas pelas pessoas, é muito provável que eles te atinjam com mais negatividade ainda, o mundo tá conectado mano, cada gesto teu influencia o gesto do outro, cada gesto teu é um exemplo pó outro, amor gera amor, ódio gera ódio, e a revolução ás vezes passa por tu seres um bom pai, um bom amigo, um bom filho, um bom Homem, um bom cidadão, Isto faz muita diferença, o mundo muda a cada gesto teu>>,
mano o mundo muda a cada gesto teu, dá mais de ti e não esperes por Deus, não há revolução sem a tua acção, olha cada Homem como um teu irmão, luta amor por cada ser e cada povo, caminho só acaba quando formos todos, Um só, um só, um só
será que consegues viver se remorsos, quando vês a fome a adormecer aqueles olhos, quando vês o sangue a alagar o sangue daqueles povos, e a deixar tudo resumido a desespero e destroços, será que ouves os gritos que o sofrimento não cala, dessa gente que vive entre insónias e estrondos de balas, será que sentes a pulsação do planeta, desacelera, porque o teu amor por ele nunca chega, o que é que há para sorrir quando meio mundo sangra?, como é que tu não olhas quando meio mundo te chama?, como é que vives sem dar aos teus um minuto? diz-me o que é que há pa celebrar quando o mundo tá de luto? delegas poder a esses políticos mas eles são camaleonicos, não representam as nossas massas anónimas, eles representam corporações económicas, que representam lucro acima dos Homens, tu podes ser a mutação a cura e a salvação, lembra-te, não há revolução sem a tua contribuição, partilha o afecto porque há sempre alguém que tu ajudas, espalha a verdade porque há sempre alguém que tu educas, denuncia o mal porque há sempre alguém que te escuta mano, há sempre alguém que te segue quando acreditas na luta, muda tu o mundo não fiques á espera de Deus, o mundo muda a cada gesto teu,
<<Isto não é nenhuma sugestão pa tu seres o maior revolucionário do mundo, não é nenhuma sugestão pa tu seres um Che Guevara ou Zapata, o mundo muda a cada gesto teu, o mundo também muda com as pequenas coisas que tu fazes mano, se tu fores sempre verdadeiro com os teus manos, se tu passares boas vibrações aqueles que te rodeiam, a probabilidade de eles te retribuírem é imensa, mas se tu forem falso e, e distribuíres ondas negativas pelas pessoas, é muito provável que eles te atinjam com mais negatividade ainda, o mundo tá conectado mano, cada gesto teu influencia o gesto do outro, cada gesto teu é um exemplo pó outro, amor gera amor, ódio gera ódio, e a revolução ás vezes passa por tu seres um bom pai, um bom amigo, um bom filho, um bom Homem, um bom cidadão, Isto faz muita diferença, o mundo muda a cada gesto teu>>,
mano o mundo muda a cada gesto teu, dá mais de ti e não esperes por Deus, não há revolução sem a tua acção, olha cada Homem como um teu irmão, luta amor por cada ser e cada povo, caminho só acaba quando formos todos, Um só, um só, um só
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Palavras....
Por vezes as palavras não ditas doem mas ainda doem mais as que se dizem e não percebem e que não justificadas...os pensamentos que fluem as memórias que fazem uma esperança não morrer mas que vai ficando esbatida com palavras ditas por vezes que magoam e o não justificar das mesmas faz o sentimento doer ainda mais.....já percorri quilómetros na minha mente....já deambulei por a mente por as cidades e nada vejo....o tempo passa.....vai passando e passando e cá dentro roí.........situações que nada têm que ver umas com as outras vão-se acumulando e o vazio cá dentro vai crescendo sem nada o preencher....pergunto-me onde está tudo olho pela janela e vejo o mundo lá fora que não me parece igual como se alguma substância algum substrato faltasse nele algo.....que bem sei o que é mas ao mesmo tempo....sei que não estará lá mais fora....quero-me tornar naquilo que fui antes sem passar certas barreiras....o Diogo frio que não pára para atingir as metas e que nada o afecta, mas ao mesmo tempo não quero pois ai não consigo sentir os sentimentos nem demonstra-los, mas verdade seja dita que também nunca fui muito de demonstrar sentimentos sempre os guardei mesmo depois desta modificação não os gosto de mostrar...tenho saudades entro no meu quarto olho em redor e digo god damn que cena.....e sento-me na cama com aquele som a dar e a olhar em volta com o bloco da escrita no colo e uma caneta para servir de tradutor fecho os olhos e a minha vida vem á memoria a minha caneta chora o papel absorvia.....mas entretanto ergo a cabeça e olho pela janela aberta e vejo o mundo....olho po que escrevi e não faz sentido não consigo escrever olho para todo o meu quarto e vejo o que não vejo lá fora....pego nos óculos e vou dar aquela volta por Sines para ver o mundo....nada muda violência num lado roubos do outro.....e onde tá o amor? bom vou passando por casalinhos e vendo que ainda existe por ai uma réstia de felicidade......mas e a minha? o escrever o sorriso aquele brilho que alguém me provocava muito falada entre o meu pessoal.....não a vejo não a sinto.....tento persegui-la mas sinto que mais vale tar quieto........pois porque parece que quanto mais tento perseguir mais me foge e mais me dói e rói....e depois palavras pensadas momentos pensados leituras que me fazem esboçar um sorriso tímido no meu quarto em pé a olhar em volta no meu quarto sempre com aquele som agressivo a bombar então vêem aquelas palavras proferidas com ou sem intenção que fazem roer o interior é de cerrar os punhos e conter.....sento-me de novo naquela cama e....olho e penso....e vejo que tudo já é passado e não volta mais.....e doí e deixo-me ir ficando sentado a olhar em redor.....nada disto faz sentido nem a escrita porque me sai confusa e mal construída mas parece que o pensamento e o raciocínio tão afectados ta lento....ta deficiente falta a substancia que num passado existiu.....mas fico sentado a olhar e a pensar no que fui no que sou como estive com estou no que tive e no que nada tenho e no que tenho e que nunca tive....muita situação acumulada que vai querendo sair e vai sendo reprimida para não sair sobre a forma de ira
"Na ponta de uma caneta sou poeta escravo dela eu sou o beat sou a rima sou o que a vida me revela tempo de um momento da folha que me observa sou as emoções que o dia trás e a noite leva eu sou terno em cada linha que advinha o incerto quando escrevo vejo o mundo que eu programo e desperto eu tento não ver isto mas esta caneta não deixa"
Monóstico
"Na ponta de uma caneta sou poeta escravo dela eu sou o beat sou a rima sou o que a vida me revela tempo de um momento da folha que me observa sou as emoções que o dia trás e a noite leva eu sou terno em cada linha que advinha o incerto quando escrevo vejo o mundo que eu programo e desperto eu tento não ver isto mas esta caneta não deixa"
Monóstico
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
aquele dia....
Aquele dia em que tudo desabou.....
Levamos uma serie de dias com sentimentos ambíguos de alegria e tristeza até que simplesmente com uma simples mensagem todo o nosso castelo desaba, a tristeza apodera-se. Pergunto-me porquê? respostas não as tenho e não as encontro nem percebo...de repente tudo muda tudo fica fodido tudo sei lá fecham-se enumeras feridas do passado mas para quê quando se abre uma muito maior um sentimento de vazio enorme que dói e me vai transformando e fazendo andar perdendo pelas ruas praias sem conseguir ter um pensamento sóbrio sem ter o porquê de tudo isto...preferia não ter fechado todas essas feridas que já tinha aprendido a controlar e a não me magoarem e entristecerem a ter aberto uma muito mais profunda que não sei sarar e que me faz correr lágrimas só de me relembrar de uma simples viagem toque palavra sorriso.....não sei alguém foi atrás até quebrar todas as minhas barreiras de segurança que sempre me mantiveram como sou e me ajudaram a nunca parar e depois de todas estas quebradas simplesmente a porta bate e se fecha.
Não sei o porquê, não o percebo mas......meu deus como sinto falta de ser frio gélido e de nada me abalar por não ligar a nada a não ser a mim mesmo e simplesmente sorrir como sempre o fiz mesmo nos piores momentos que tive de passar....pergunto-me o porquê de tudo isto o porquê de ter de passar por isto o porquê de me ter deixado ir gostando e gostando para agora olhar para o lado e ver o lugar vazio ficando apenas uma imagem pergunto-me se não sentiste o quão especial tudo isto é o quanto significas e representas e o tudo que fiz por ti e para ti o quando mudei desde que me conheces-te o quanto meu deus é grande o meu sentimento por ti simplesmente decides abandonar o barco na primeira tempestade depois de todas as barreiras quebradas e de tudo o que se disse abandonas tudo isto que sempre teve aquele toque de modo tão cobarde simplesmente não percebo a decepção é muita embora queira não consigo deixar de sentir o que sinto por ti mas maior ainda é o vazio que deixas-te e o sofrimento que me impões entreguei-te o meu coração e pedi para o cuidares mas entregas-mo completamente despedaçado, pergunto-me o porquê....não o sei só sei que a dor fica cá a tua marca também guardada onde outrora tinha um coração....fica a dor.....mas mais que tudo uma esperança.....
Monóstico
Levamos uma serie de dias com sentimentos ambíguos de alegria e tristeza até que simplesmente com uma simples mensagem todo o nosso castelo desaba, a tristeza apodera-se. Pergunto-me porquê? respostas não as tenho e não as encontro nem percebo...de repente tudo muda tudo fica fodido tudo sei lá fecham-se enumeras feridas do passado mas para quê quando se abre uma muito maior um sentimento de vazio enorme que dói e me vai transformando e fazendo andar perdendo pelas ruas praias sem conseguir ter um pensamento sóbrio sem ter o porquê de tudo isto...preferia não ter fechado todas essas feridas que já tinha aprendido a controlar e a não me magoarem e entristecerem a ter aberto uma muito mais profunda que não sei sarar e que me faz correr lágrimas só de me relembrar de uma simples viagem toque palavra sorriso.....não sei alguém foi atrás até quebrar todas as minhas barreiras de segurança que sempre me mantiveram como sou e me ajudaram a nunca parar e depois de todas estas quebradas simplesmente a porta bate e se fecha.
Não sei o porquê, não o percebo mas......meu deus como sinto falta de ser frio gélido e de nada me abalar por não ligar a nada a não ser a mim mesmo e simplesmente sorrir como sempre o fiz mesmo nos piores momentos que tive de passar....pergunto-me o porquê de tudo isto o porquê de ter de passar por isto o porquê de me ter deixado ir gostando e gostando para agora olhar para o lado e ver o lugar vazio ficando apenas uma imagem pergunto-me se não sentiste o quão especial tudo isto é o quanto significas e representas e o tudo que fiz por ti e para ti o quando mudei desde que me conheces-te o quanto meu deus é grande o meu sentimento por ti simplesmente decides abandonar o barco na primeira tempestade depois de todas as barreiras quebradas e de tudo o que se disse abandonas tudo isto que sempre teve aquele toque de modo tão cobarde simplesmente não percebo a decepção é muita embora queira não consigo deixar de sentir o que sinto por ti mas maior ainda é o vazio que deixas-te e o sofrimento que me impões entreguei-te o meu coração e pedi para o cuidares mas entregas-mo completamente despedaçado, pergunto-me o porquê....não o sei só sei que a dor fica cá a tua marca também guardada onde outrora tinha um coração....fica a dor.....mas mais que tudo uma esperança.....
Monóstico
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