<<Aqui vou eu até um dia people>>
Quero um bilhete de ida sem regresso,(qual é o preço?), Nem sequer me interesso, entro no expresso no bolso guardo o ingresso largo lágrimas mas não me despeço, na mala o essencial nada de excessos, chapéu de pele, assenta bem na cabeça, discreto na hora pra que ninguém me reconheça, valência marselha paris veneza entro no expresso d'ouro fumando e sem pedir licença preciso de de descontrair, chorar ou rir, ficar ou partir, daqui do país, mas tou aqui, arriverdeci, c'est lá vie, sotaqui di roma ou di paris mano pergunta,( porque é que não sorris), portugal não tem paraísos, apenas lugares agradáveis, onde não dá pra atingir objectivos, um gajo quer bazar melhorar, cotas são mais vividos, até lhes dei ouvidos, diogo porta-te bem, com juízo, saí do pais descomprometido, sou comprometido, com eles mas levo-te comigo mãe, telefono-te no destino, finalmente tenho o bilhete agora é só de ida, vou mudar de vida, arranjar uma saída, eu vou bazar, aguardem cartas quando eu chegar, quando tiverem saudades, eu vou continuar, mas desculpem a sinceridade mas não posso ficar cá, porque sinto que condições pra mim não há, eu tenho de ir, podendo ficar, mas a verdade é que eu sei que não tenho nada a perder, quando tudo à minha volta continua fraco mano, já tenho o bilhete por isso só volto po ano, tenho a esperançano bolso, fio da cota no pulso, uma lembrança de quem me ensinou a não ser recluso, porque tou farto das mesmas caras e da mesma gente, tou farto de construir e não ver nada diferente, já que há minha volta, parece fechar-se em copas, vou mudar de sítio e abrir novas portas, hora da despedida mãe tou de partida, não posso ficar parado neste estado, preciso andar mas desta vez vou ser mais forte, eu, vou, rir pra não chorar
<Mas agora já não te posso ver mais, e tu agora nunca mais, mãe vou bazar pra outro cais)
terça-feira, 29 de março de 2011
Quem me escuta
<<É quem me escuta, quem me segue>>
Sou militante e activista de salmos pagão letrista, pra calmos irmaos na pista, orador e sério artista, poeta que profetiza, com rimas de filosofia, versos de pura magia, pratico alquimia, pinto de dourado mensagens com o peso da verdade, só reconhece quem conhece, a realidade, tinjo, de cores brilhantes frases abalo, a conformidade conformismo que suga a vida à sociedade, causo egos profundos na gente que não é vazia, e posso não ter medo da luz que no tunel brilha, as almas que seguem a metafórica simbologia das palavras que uso na minha fenomenologia, injecto misticismo na visão da cidade, pratico o eremitismo, mas em conectividade, de dentro de um quarto viajo através da criatividade, pa qualquer porto comprovam a relatividade
<Por quem me e, reconhece a labuta do poeta que é um tipo diferente, quem quem me e, recita os meus versos, como orações de comunhão espiritual com a minha gente>
para alguns sou louco crónico, tenho um efeito tóxico nas racionalidades que me acham anacrónico, é quase cómico como abalo estruturas do lógico, confirmações que desafiam o canónico, como os cegos conceptuais com o toque, não te descuides não é um reboque, naaa, é o rio forte no seu curso, que lava tudo o que lhe aparece no decurso do fluxo, purifica e alimenta no seu natural percurso, à quem prefira o deserto, perto do babilónico, certo e concordante como o pseudo-diacrónico, porquê ser diferente quando é fácil o mono-crónico na mesma nota orquestra do poder maçónico, com rap cosmomónico, sou quase um recluso, aos poucos, como eu, acreditam no impulso, com um estilo de vida longe deste tipo de concurso, uma competição desmesurada, com base no abuso das leis, naturais que defendo até ficar afónico, pretendo um mundo de cores e sons, poli-tónicos, recuso o cinzento, porque é mono-fónico crime do céptico que ajuda este estado sórdido, chama-me crente irracional fantasioso emocional talvez tudo isso e mais ainda seja surreal, creio em fadas e gnomos em deus e no santo graal, em dimensões paralelas de existência imaterial, na vida, prá lém da morte noutra forma noutro plano, na reencarnação de todos os seres não sou humano, creio num planeta mágico e divino não insano, e na intenção da nova ordem e do vaticano, que não lá cheguemos, seja lá onde lá for, só sei que é um estado onde comanda o amor, também acredito nisto e na ausência da dor, tem que haver mais que uma sobrevivência sem sabor, eu, sou feliz como sou, não quero explicação, estou bem a viver como manda o meu coração, não preciso da ciência pra me dar a comprovação, sigo somente a consciência e sinto a vibração....
Sou militante e activista de salmos pagão letrista, pra calmos irmaos na pista, orador e sério artista, poeta que profetiza, com rimas de filosofia, versos de pura magia, pratico alquimia, pinto de dourado mensagens com o peso da verdade, só reconhece quem conhece, a realidade, tinjo, de cores brilhantes frases abalo, a conformidade conformismo que suga a vida à sociedade, causo egos profundos na gente que não é vazia, e posso não ter medo da luz que no tunel brilha, as almas que seguem a metafórica simbologia das palavras que uso na minha fenomenologia, injecto misticismo na visão da cidade, pratico o eremitismo, mas em conectividade, de dentro de um quarto viajo através da criatividade, pa qualquer porto comprovam a relatividade
<Por quem me e, reconhece a labuta do poeta que é um tipo diferente, quem quem me e, recita os meus versos, como orações de comunhão espiritual com a minha gente>
para alguns sou louco crónico, tenho um efeito tóxico nas racionalidades que me acham anacrónico, é quase cómico como abalo estruturas do lógico, confirmações que desafiam o canónico, como os cegos conceptuais com o toque, não te descuides não é um reboque, naaa, é o rio forte no seu curso, que lava tudo o que lhe aparece no decurso do fluxo, purifica e alimenta no seu natural percurso, à quem prefira o deserto, perto do babilónico, certo e concordante como o pseudo-diacrónico, porquê ser diferente quando é fácil o mono-crónico na mesma nota orquestra do poder maçónico, com rap cosmomónico, sou quase um recluso, aos poucos, como eu, acreditam no impulso, com um estilo de vida longe deste tipo de concurso, uma competição desmesurada, com base no abuso das leis, naturais que defendo até ficar afónico, pretendo um mundo de cores e sons, poli-tónicos, recuso o cinzento, porque é mono-fónico crime do céptico que ajuda este estado sórdido, chama-me crente irracional fantasioso emocional talvez tudo isso e mais ainda seja surreal, creio em fadas e gnomos em deus e no santo graal, em dimensões paralelas de existência imaterial, na vida, prá lém da morte noutra forma noutro plano, na reencarnação de todos os seres não sou humano, creio num planeta mágico e divino não insano, e na intenção da nova ordem e do vaticano, que não lá cheguemos, seja lá onde lá for, só sei que é um estado onde comanda o amor, também acredito nisto e na ausência da dor, tem que haver mais que uma sobrevivência sem sabor, eu, sou feliz como sou, não quero explicação, estou bem a viver como manda o meu coração, não preciso da ciência pra me dar a comprovação, sigo somente a consciência e sinto a vibração....
sexta-feira, 18 de março de 2011
Anos nisto já lá vão...13
<<AYO este som é dedicado a todos os manos que tão a dizer que o meu rap ta a ficar muito erudito, tá a ficar eloquente demais, se querem ouvir rappers burros oiçam rappers burros, mas não fiquem a ostracizar o nigga que quer cuspir com mais knowledge, o nigga que quer cuspir com mais elevação, vai cheirar a peida do teu pai pra sentires a merda donde tu vieste man… Fuck ya niggas!!!>>
agora dizem que ‘tou intelectual demais pa fazer rap, que esses putos do hip-hop só curtem rap analfabeto, desabrocha Almeida Garrett em cada mic aberto, precisavas de 17 cérebros para absorver o meu intelecto, cuspo tão complexo manos pensam que é um dialecto, cuspo versos que envergonham o teu rapper predilecto, quando activo o set mental eu faço surgir um pack verbal com linhas de rap letal mordaz e insurrecto, eu sou Moisés quero vida eterna no Sinai, espero pla minha glória como espera um Samurai, niggas sabem que é o mono quando a rima enferma sai, a história do liricismo nasceu no esperma do meu pai, e trouxe a quimera pa esta nova era atmosfera cai, vê monosfera impera no teu hi-fi, monóstico dilacera sempre que traz a rima Muay Tai abro crateras quando me transformo em super Einstein,sou uma pantera para a tua noiva, nigga, dou-lhe versão fera de Halloween e ela fly fly, já não é rap dos teus dreams é mais um drive-by, eu não rimo po mainstream eu faço o Zeightgeist, soa a evolução com o mc Monóstico a inspiração, arrumei a tua geração só com maquetes de iniciação, desde 98 que eu sou muito fat pra competição, eu tou a anos-luz vocês inertes na escuridão, tsunamis encaminho pra esses rappers que eu Katrino, não percebes o hip-hop até estudares o dna do chininho, monóstico é o mais felino categórico e repentino, atómico e libertino histórico como Al Pacino, metódico e serpentino eufórico quando extermino, difamas levas estrume bem grosso como intestino e desde 98 pensou-se que eu não ceifava quem fosse e não deixava sem osso qualquer suíno, fiz tudo aquilo sem esforço até o mais céptico sentou-se insosso e todo dengoso foi genuíno, estuda a força dos movimentos que eu liderei, mc como eu só quando eu fizer um filho com a Jean Grae, eu vinquei a minha marca no hip-hop e pimpei, os meus niggas de Moz diriam que o teu rap é maningue gay, eu linchei mc’s deixei-os de saias e babetes levas vaias em paletes és cobaia po meu rap, rimo com mc’s, tipo pragas e chininha, não és da laia dos mais líricos só porque bytas o Monóstico, isso que tu fazes é só waia waia não tem nexo, olha o fire no meu rap sou Sines till i'm dead, agora és grande porque fumas kaia com os teus dreads, tu no kaia e eu a papar a tua catraia sem afecto, o meu rap bate forte desde as laias ao teu beco, se queres raia vem até ao cimo dos himalaias onde eu rappo, eu fiz o meu buzz a espalhar flyers lá no vetro, e a cuspir com mais veneno que manos paiam nos projects, estatuto é lendário desde santiago a budapeste, eles vaiam mas eu como-os como papaias e croquetes, insistem pra que quanto mais ensaiam ficam wacks, vocês malham no abstracto eu espero que caiam no concreto, saiam desse projecto vão para a praia vender caps, sobressaiam como o rabo da Blaya no Boom Clap, críticos!, acham que o rap é só beats e que a rima é coisa pouca, então avaliem a produção da minha piça na vossa boca, essa ideia só pode sair duma cabeça ociosa e oca, isso é o mesmo que ir a Chelas dizer “eu quero que o Barbosa se foda!”, eu trago a tropa toda deixo a tua cota rota faço mossa dou-te coça tu sabes que um boss não poupa, roubo-te a roupa e ponho um mic na mão rimo com aquela vibração que deixa a tua porca louca, rappers apanham-me na rua perguntam-me se eu tenho beef com o pulla, nigga, eu não te pergunto porque é que tu nem no teu bairro rulas, porque é que os teus pais são escuros e tu saíste quase pula, porque é que o teu álbum vende menos que a mixtape do duda, vê se vais procurar rubis no anús da tua mula, antes que acabes expulso daqui como os tugas de nampula, tu não tens pedigree larga o mic veste lingerie, nigga eu cuspo um bisturi pa tua espinal medula, outros dizem: “monóstico eu espanto-me com a tua notoriedade, não apareces na tv como é que tens tanta popularidade?”, porque eu trago o discurso que agiganta a comunidade, e as rimas são flores belas que espancam sem piedade, não compito com mc’s só canto para a posteridade, esses rappers são wanna be’s só cantam vulgaridades suplantam precariedade transplantam identidades descambam, encantam wacks com mediocridade, eu cuspo grosso até a dormir como os niggas das marginais, tu nem sequer sabes cuspir pareces as tias de cascais, nigga mostra credenciais e traz a rima bem posta e composta como os mais reais, os verdadeiros tropas hip-hoper’s são horizontais a gente leva as nossas frotas engenhocas pos arsenais, propostas pa batalhas só idiotas e surreais porque pos rivais acaba sempre em derrotas e funerais, tu não és rapper bro, és só uma boca vaga, és o Zé Castelo Branco com roupa larga, veste outra farda, niggas o teu flow desagrada, já no futebol eu era o Oceano tu eras o Gota d’água, sopa amarga, alguém rogou-te praga, o teu patrocínio já me ouviu tens que arranjar outra marca, isso é pouco ou nada nigga tenta outra vaga só dou prop’s à tua shorty ela toda desaforada, louca e depravada, suga o meu pau e fica rouca e engasgada, toda estrangulada, tiro o gadget digo “go go Nádia,
Go go Nádia!”, Sou o Pai Natal, “Oh oh já tá”,“Oh no, pára… chama a pow pow”, se vieres à procura de aparato ou stress e chegares aqui sem modas, levas com sapatos é melhor que tenhas reflexos como Geoge Bush, levas com tijolos, segue os protocolos, nigga eu tou muito longe não enxergas põe binóculos, dizem que é injusto eu rappar porque sou muito mais que um mc, dizem que é injusto porque parece que sou de outra espécie, se queres justiça pede a Deus pa nos devolver a Maddie, e diz ao cristiano para dar o prémio fifa ao Messi....
agora dizem que ‘tou intelectual demais pa fazer rap, que esses putos do hip-hop só curtem rap analfabeto, desabrocha Almeida Garrett em cada mic aberto, precisavas de 17 cérebros para absorver o meu intelecto, cuspo tão complexo manos pensam que é um dialecto, cuspo versos que envergonham o teu rapper predilecto, quando activo o set mental eu faço surgir um pack verbal com linhas de rap letal mordaz e insurrecto, eu sou Moisés quero vida eterna no Sinai, espero pla minha glória como espera um Samurai, niggas sabem que é o mono quando a rima enferma sai, a história do liricismo nasceu no esperma do meu pai, e trouxe a quimera pa esta nova era atmosfera cai, vê monosfera impera no teu hi-fi, monóstico dilacera sempre que traz a rima Muay Tai abro crateras quando me transformo em super Einstein,sou uma pantera para a tua noiva, nigga, dou-lhe versão fera de Halloween e ela fly fly, já não é rap dos teus dreams é mais um drive-by, eu não rimo po mainstream eu faço o Zeightgeist, soa a evolução com o mc Monóstico a inspiração, arrumei a tua geração só com maquetes de iniciação, desde 98 que eu sou muito fat pra competição, eu tou a anos-luz vocês inertes na escuridão, tsunamis encaminho pra esses rappers que eu Katrino, não percebes o hip-hop até estudares o dna do chininho, monóstico é o mais felino categórico e repentino, atómico e libertino histórico como Al Pacino, metódico e serpentino eufórico quando extermino, difamas levas estrume bem grosso como intestino e desde 98 pensou-se que eu não ceifava quem fosse e não deixava sem osso qualquer suíno, fiz tudo aquilo sem esforço até o mais céptico sentou-se insosso e todo dengoso foi genuíno, estuda a força dos movimentos que eu liderei, mc como eu só quando eu fizer um filho com a Jean Grae, eu vinquei a minha marca no hip-hop e pimpei, os meus niggas de Moz diriam que o teu rap é maningue gay, eu linchei mc’s deixei-os de saias e babetes levas vaias em paletes és cobaia po meu rap, rimo com mc’s, tipo pragas e chininha, não és da laia dos mais líricos só porque bytas o Monóstico, isso que tu fazes é só waia waia não tem nexo, olha o fire no meu rap sou Sines till i'm dead, agora és grande porque fumas kaia com os teus dreads, tu no kaia e eu a papar a tua catraia sem afecto, o meu rap bate forte desde as laias ao teu beco, se queres raia vem até ao cimo dos himalaias onde eu rappo, eu fiz o meu buzz a espalhar flyers lá no vetro, e a cuspir com mais veneno que manos paiam nos projects, estatuto é lendário desde santiago a budapeste, eles vaiam mas eu como-os como papaias e croquetes, insistem pra que quanto mais ensaiam ficam wacks, vocês malham no abstracto eu espero que caiam no concreto, saiam desse projecto vão para a praia vender caps, sobressaiam como o rabo da Blaya no Boom Clap, críticos!, acham que o rap é só beats e que a rima é coisa pouca, então avaliem a produção da minha piça na vossa boca, essa ideia só pode sair duma cabeça ociosa e oca, isso é o mesmo que ir a Chelas dizer “eu quero que o Barbosa se foda!”, eu trago a tropa toda deixo a tua cota rota faço mossa dou-te coça tu sabes que um boss não poupa, roubo-te a roupa e ponho um mic na mão rimo com aquela vibração que deixa a tua porca louca, rappers apanham-me na rua perguntam-me se eu tenho beef com o pulla, nigga, eu não te pergunto porque é que tu nem no teu bairro rulas, porque é que os teus pais são escuros e tu saíste quase pula, porque é que o teu álbum vende menos que a mixtape do duda, vê se vais procurar rubis no anús da tua mula, antes que acabes expulso daqui como os tugas de nampula, tu não tens pedigree larga o mic veste lingerie, nigga eu cuspo um bisturi pa tua espinal medula, outros dizem: “monóstico eu espanto-me com a tua notoriedade, não apareces na tv como é que tens tanta popularidade?”, porque eu trago o discurso que agiganta a comunidade, e as rimas são flores belas que espancam sem piedade, não compito com mc’s só canto para a posteridade, esses rappers são wanna be’s só cantam vulgaridades suplantam precariedade transplantam identidades descambam, encantam wacks com mediocridade, eu cuspo grosso até a dormir como os niggas das marginais, tu nem sequer sabes cuspir pareces as tias de cascais, nigga mostra credenciais e traz a rima bem posta e composta como os mais reais, os verdadeiros tropas hip-hoper’s são horizontais a gente leva as nossas frotas engenhocas pos arsenais, propostas pa batalhas só idiotas e surreais porque pos rivais acaba sempre em derrotas e funerais, tu não és rapper bro, és só uma boca vaga, és o Zé Castelo Branco com roupa larga, veste outra farda, niggas o teu flow desagrada, já no futebol eu era o Oceano tu eras o Gota d’água, sopa amarga, alguém rogou-te praga, o teu patrocínio já me ouviu tens que arranjar outra marca, isso é pouco ou nada nigga tenta outra vaga só dou prop’s à tua shorty ela toda desaforada, louca e depravada, suga o meu pau e fica rouca e engasgada, toda estrangulada, tiro o gadget digo “go go Nádia,
Go go Nádia!”, Sou o Pai Natal, “Oh oh já tá”,“Oh no, pára… chama a pow pow”, se vieres à procura de aparato ou stress e chegares aqui sem modas, levas com sapatos é melhor que tenhas reflexos como Geoge Bush, levas com tijolos, segue os protocolos, nigga eu tou muito longe não enxergas põe binóculos, dizem que é injusto eu rappar porque sou muito mais que um mc, dizem que é injusto porque parece que sou de outra espécie, se queres justiça pede a Deus pa nos devolver a Maddie, e diz ao cristiano para dar o prémio fifa ao Messi....
quinta-feira, 17 de março de 2011
Tás tás.....com um pé no caixão
<<Eu nem queria fazer esta merda mas enfim...>>
Desde o 25 de Abril que manos só dizem calamidades, usam a liberdade de expressão só pa dizer barbaridades, atordoados sem capacidade ficam todos abananados porque eu sou paparicado, não há 25 de Abril pa esses cromos próxima vez que abrires a boca levas com a pide nos cornos, nem sei porque é que ligas microfones, pós meus niggas da tua liga basta o chi e o jonhy, dizeres que o mono é wack é o memo que difamares o dalai lama no meio do tibete, é o memo que dizeres que o pragas canta por fama e por cheques, que eu não parti a tua dama em alfama 2007, monóstico é transcendência eloquência que os rappers queriam ter a ciência da imponência lírica e ciência em potência, vivência empírica jurisprudência no rap tuga referência da inteligência que carimba essa diferença absurda, queres ver o monóstico vês insígnias no além junta os teus mc's favoritos e multiplica por 100, não entendes como é que saem estigas do brain eu sou tão grande e dominante nem cabo em 20 hall of fams, traz a tua crew faz macumba ou vodoo vem com judo mas sabes que ficas há quem não insistas, não resistas, reconhece ajoelhate e diz amen senão és comido como as outras chicas do meu harém, se disseres que o mono é wack em frente do pragas, ele vai escarrar na tua cara até te fazer uma jet, vai-te mostrar 700h de improvissos em jams, até ficares todo rendido e histérico como a sirene fucker, por isso não tentes encrenca se há stress a gente enfrenta, tu tás a 150 eu tou a 360, a gente só se emfilamenta, com esse rap ninguém te aguenta, sem sal e sem pimenta se não tens não tentes inventar, tu és mau á brava mas sabes que aqui cais, tu cospes palavras eu faço recitais, tu nem andavas eu já bafava rivais, metade desse álbuns tugas eu faria em freestyle, vendi sem promo nem um clip wack, faço concertos e tu um bondoso feedback, mesmo assim dizes patetices há pivete, és burro não tens nada na cabeça como skinheads, comecei sem ilusões nem expectativas, conquistei populações com narrativas explosivas mas pisam, mas ninguém para o patrono desta ofensiva, que sa foda a radio eu faço a promo com saliva, eu sou o dom da alternativa trago o som da lenda viva tenho o dom da rima activa eu assombro non belivers, tu aqui não rondas com essas ondas negativas, porque eu amedronto-te com o estrondo da minha ogiva haters, andam todos fodidos com o mito do mono porque eu abri uma panificadora com o dinheiro do rap, essa guita vem do skill não chegou de graça, tu com esse teu skill nem compras uma carcaça e não interrompas esta saga ouve as bombas que a gente larga ecatombos na tua casa vê se te escondes desta praga, foge porque nos somos como sondas da nasa, a gente detecta só sobra escombros mai nada, tu dás graça, como estes rappers ridiculos que bifam o mono aflitos há espera de serem respondidos, <Monóstico sou teu fã serás sempre o meu ídolo, só te bifei pa ficar mais conhecido> e quê nigga?, querias que eu te desse resposta, nem que viesses com a peida tipo ex dama do nigga costa, nem que eu fosse um arbitro e tu o pinto da costa, idiota vens bifar o mono com esse rap de bosta, enxerga-te nigga, tu és caca ninguém te liga, eu pa bifar com um nigga tinha que o pac-o-giga, eu não ponho o meu pau nessa tua rata ferida, eu nem sei nadar mas sou o melhor que rappublica, é melhor trazeres matracas facas estacas balas porque com barras pa bifares com o mono tens que ser suicida, raca só dás barraca não dás pica, armas-te em acrobata sais de maca e sem guita homess, és parasita nigga tu só cospes nhaca, no autógrafos vê se limpas essa barba, não acreditas que eu sou revolucionário como o zapata, vai ver a revolução que eu fiz lá na peida da tua cabra, ela gritava di eu sei que sou que sou uma cuarra larga aleija-me não pára larga meita na minha cara, diii, deixa-me chupar a tua vara, porque o meu nigga só se queixa não me ampara, não tens o estilo latino, não me queiras ver com a tua dama que ela média é picante, é excitante, tu nesse rap aspirante, tu nem sem serias fat com o estômago do big bang, eloquente de calças largas chama-me de obama dread, eu até seria fat no estômago da dama bete, eu faço osama rap não faço o que a fama pede, e tou na cama a ver quanto é que a mama da tua dama medeeeeee, já tás há nora dá de fuga, baza evapora porque é hora do executa, agora implora por ajuda e decora o slogan mono a banda sonora do rap tuga,
<<agora também me podem chamar de michael phelps, quantos mais records é que um nigga precisa de bater??>>
Mono imprime é tipo o concerto do chininho, genuíno hip hop da rua mesmo ao estilo gambino, não faças filmes motherfucker não és tarantino, vempiro eu sugo e cuspo sangue desses niggas com um mic na mão tipo káká em san siro, eles mentirão, disseram que eu era wack mas não souberam explicar o impacto do rap que todos sentirão, pensas que eu dava saliva mas só tem chuva, tu quando abres a boca agravas o efeito estufa, eu sei que é suspeito dizer que o efeito das rimas que deitas é fraco mas quando as deitas eu só deito bufas, a gente só rap uma beca e prova que o teu rapper é wacka com rimas em blacker em deckas fazemos a lei, quando o microfone opera a gente provoca crateras na rua e na blogosesfera, acusam-me de ser contraditório como acusaram Mau, mas depois dizem que são heteros mas nunca largam-me o pau, armão-se em thugs mas são actores como o nicolão, tiros de boca tambem dou, po po po POW, com o rap puro eu perfuro muros muralhas juro, cuspirei do mais puro pa acabar com o sururo, e agora deixo-te em apuros sem chama e sem futuro assim inseguro imprimo eu sou bem melhor que o guru, eu bomberclokc da tua área como um dread-rasta, dou carga á tua frente e pergunto o que é que se passa?, disparo barras até dizeres monóstico basta, e ainda trago o pragas pa ficares com cara de black mastah, vai-te cozer que já tás com a peida rasgada deves ser da ceita dessas gajas tipo nereida, vê se tiras o pé da cena deixa a vida americana bro vive o teu panorama tu não tás em alabama, também não és barack obama
<nigga é só bla bla falas bué és chato como oh caralho larga do meu pé, vens com ningas pa atiçar o mono mas cuidado um dia acaba essa fé>
<< Tu sabes bem puto primeiro e último aviso antes de soltares algo que não queres ver nem sentir, acalma-te e cala a boca porque sabes que se soltas a besta,hahahahahaha, "tás a 9mm de perder os sentidos" sem problemas sabes bem disso ainda te lembras das cenas espero eu pa teu bem>>
Desde o 25 de Abril que manos só dizem calamidades, usam a liberdade de expressão só pa dizer barbaridades, atordoados sem capacidade ficam todos abananados porque eu sou paparicado, não há 25 de Abril pa esses cromos próxima vez que abrires a boca levas com a pide nos cornos, nem sei porque é que ligas microfones, pós meus niggas da tua liga basta o chi e o jonhy, dizeres que o mono é wack é o memo que difamares o dalai lama no meio do tibete, é o memo que dizeres que o pragas canta por fama e por cheques, que eu não parti a tua dama em alfama 2007, monóstico é transcendência eloquência que os rappers queriam ter a ciência da imponência lírica e ciência em potência, vivência empírica jurisprudência no rap tuga referência da inteligência que carimba essa diferença absurda, queres ver o monóstico vês insígnias no além junta os teus mc's favoritos e multiplica por 100, não entendes como é que saem estigas do brain eu sou tão grande e dominante nem cabo em 20 hall of fams, traz a tua crew faz macumba ou vodoo vem com judo mas sabes que ficas há quem não insistas, não resistas, reconhece ajoelhate e diz amen senão és comido como as outras chicas do meu harém, se disseres que o mono é wack em frente do pragas, ele vai escarrar na tua cara até te fazer uma jet, vai-te mostrar 700h de improvissos em jams, até ficares todo rendido e histérico como a sirene fucker, por isso não tentes encrenca se há stress a gente enfrenta, tu tás a 150 eu tou a 360, a gente só se emfilamenta, com esse rap ninguém te aguenta, sem sal e sem pimenta se não tens não tentes inventar, tu és mau á brava mas sabes que aqui cais, tu cospes palavras eu faço recitais, tu nem andavas eu já bafava rivais, metade desse álbuns tugas eu faria em freestyle, vendi sem promo nem um clip wack, faço concertos e tu um bondoso feedback, mesmo assim dizes patetices há pivete, és burro não tens nada na cabeça como skinheads, comecei sem ilusões nem expectativas, conquistei populações com narrativas explosivas mas pisam, mas ninguém para o patrono desta ofensiva, que sa foda a radio eu faço a promo com saliva, eu sou o dom da alternativa trago o som da lenda viva tenho o dom da rima activa eu assombro non belivers, tu aqui não rondas com essas ondas negativas, porque eu amedronto-te com o estrondo da minha ogiva haters, andam todos fodidos com o mito do mono porque eu abri uma panificadora com o dinheiro do rap, essa guita vem do skill não chegou de graça, tu com esse teu skill nem compras uma carcaça e não interrompas esta saga ouve as bombas que a gente larga ecatombos na tua casa vê se te escondes desta praga, foge porque nos somos como sondas da nasa, a gente detecta só sobra escombros mai nada, tu dás graça, como estes rappers ridiculos que bifam o mono aflitos há espera de serem respondidos, <Monóstico sou teu fã serás sempre o meu ídolo, só te bifei pa ficar mais conhecido> e quê nigga?, querias que eu te desse resposta, nem que viesses com a peida tipo ex dama do nigga costa, nem que eu fosse um arbitro e tu o pinto da costa, idiota vens bifar o mono com esse rap de bosta, enxerga-te nigga, tu és caca ninguém te liga, eu pa bifar com um nigga tinha que o pac-o-giga, eu não ponho o meu pau nessa tua rata ferida, eu nem sei nadar mas sou o melhor que rappublica, é melhor trazeres matracas facas estacas balas porque com barras pa bifares com o mono tens que ser suicida, raca só dás barraca não dás pica, armas-te em acrobata sais de maca e sem guita homess, és parasita nigga tu só cospes nhaca, no autógrafos vê se limpas essa barba, não acreditas que eu sou revolucionário como o zapata, vai ver a revolução que eu fiz lá na peida da tua cabra, ela gritava di eu sei que sou que sou uma cuarra larga aleija-me não pára larga meita na minha cara, diii, deixa-me chupar a tua vara, porque o meu nigga só se queixa não me ampara, não tens o estilo latino, não me queiras ver com a tua dama que ela média é picante, é excitante, tu nesse rap aspirante, tu nem sem serias fat com o estômago do big bang, eloquente de calças largas chama-me de obama dread, eu até seria fat no estômago da dama bete, eu faço osama rap não faço o que a fama pede, e tou na cama a ver quanto é que a mama da tua dama medeeeeee, já tás há nora dá de fuga, baza evapora porque é hora do executa, agora implora por ajuda e decora o slogan mono a banda sonora do rap tuga,
<<agora também me podem chamar de michael phelps, quantos mais records é que um nigga precisa de bater??>>
Mono imprime é tipo o concerto do chininho, genuíno hip hop da rua mesmo ao estilo gambino, não faças filmes motherfucker não és tarantino, vempiro eu sugo e cuspo sangue desses niggas com um mic na mão tipo káká em san siro, eles mentirão, disseram que eu era wack mas não souberam explicar o impacto do rap que todos sentirão, pensas que eu dava saliva mas só tem chuva, tu quando abres a boca agravas o efeito estufa, eu sei que é suspeito dizer que o efeito das rimas que deitas é fraco mas quando as deitas eu só deito bufas, a gente só rap uma beca e prova que o teu rapper é wacka com rimas em blacker em deckas fazemos a lei, quando o microfone opera a gente provoca crateras na rua e na blogosesfera, acusam-me de ser contraditório como acusaram Mau, mas depois dizem que são heteros mas nunca largam-me o pau, armão-se em thugs mas são actores como o nicolão, tiros de boca tambem dou, po po po POW, com o rap puro eu perfuro muros muralhas juro, cuspirei do mais puro pa acabar com o sururo, e agora deixo-te em apuros sem chama e sem futuro assim inseguro imprimo eu sou bem melhor que o guru, eu bomberclokc da tua área como um dread-rasta, dou carga á tua frente e pergunto o que é que se passa?, disparo barras até dizeres monóstico basta, e ainda trago o pragas pa ficares com cara de black mastah, vai-te cozer que já tás com a peida rasgada deves ser da ceita dessas gajas tipo nereida, vê se tiras o pé da cena deixa a vida americana bro vive o teu panorama tu não tás em alabama, também não és barack obama
<nigga é só bla bla falas bué és chato como oh caralho larga do meu pé, vens com ningas pa atiçar o mono mas cuidado um dia acaba essa fé>
<< Tu sabes bem puto primeiro e último aviso antes de soltares algo que não queres ver nem sentir, acalma-te e cala a boca porque sabes que se soltas a besta,hahahahahaha, "tás a 9mm de perder os sentidos" sem problemas sabes bem disso ainda te lembras das cenas espero eu pa teu bem>>
terça-feira, 15 de março de 2011
Obrigado
Obrigado, sinto-me tão abençoado, sem ti nada disto era real, eu sou a rima e tu o instrumental, sabes as letras de cor, não te chamo fã porque acho que amiga sua melhor, é por ti, que ainda existe Monóstico, mais uma vez obrigado, sinto-me tão abençoado, obrigado por ouvires o que tenho a dizer, tudo o que escrevi e tudo que ainda hei-de escrever, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem> ,
é amor, é retribuído sem favor, é de parte a parte, se me consideras artista então o que faço deve ser arte, repetes o que digo, na primeira fila a cantar comigo, tu não copiaste, pediste que assinasse no CD que compraste, vai um abraço, perdoa-me a pressa mas às vezes é do cansaço, eu tentei desistir, tantas vezes quis fugir mas..., aparecias tu a curtir o som bem alto com a tua crew, toquei-te, sem te tocar,e isso não há dinheiro nenhum no mundo que possa comprar, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem>,
disseste que te fiz chorar, incrível como as palavras podem ajudar, eu a ti, e tu a mim, é memo assim, obrigado pelos mails pelas cartas e elogios por me inspirares a encher cadernos vazios, e faz-me tão bem, saber que posso ser útil na vida de alguém, obrigado o teu sorriso...
Yo esta é pra vocês
Obrigado
<<Esta é pra vocês todos aqueles que me têm acompanhado na estrada nos concertos nas jams e nas mixagens, pra todos os fâs a que prefiro chamar "amigos" quem têm cantado e curtido tanto como eu em cada espectáculo e que me esperam após o espectáculo para dar autógrafos nada seria possível sem vocês, um outro grande obrigado aqueles que passaram noites comigo em branco para se poder acabar este novo cd e que sempre queria desistir me incentivavam a continuar e que não podia desistir naquele momento nem nunca um grande obrigado, e prá aquelas 3 pessoas que vão comigo po backstage e me ajudam a preparar ao cantarem comigo as minhas músicas ou me ajudarem a relaxar antes das mixagens nas noites a dentro e que não me deixam faltar nada durante um espectáculo muito obrigado sem o vosso carinho e amizade há muito teria desistido deste amor obrigado vocês sabem quem são, >>
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem> ,
é amor, é retribuído sem favor, é de parte a parte, se me consideras artista então o que faço deve ser arte, repetes o que digo, na primeira fila a cantar comigo, tu não copiaste, pediste que assinasse no CD que compraste, vai um abraço, perdoa-me a pressa mas às vezes é do cansaço, eu tentei desistir, tantas vezes quis fugir mas..., aparecias tu a curtir o som bem alto com a tua crew, toquei-te, sem te tocar,e isso não há dinheiro nenhum no mundo que possa comprar, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem>,
disseste que te fiz chorar, incrível como as palavras podem ajudar, eu a ti, e tu a mim, é memo assim, obrigado pelos mails pelas cartas e elogios por me inspirares a encher cadernos vazios, e faz-me tão bem, saber que posso ser útil na vida de alguém, obrigado o teu sorriso...
Yo esta é pra vocês
Obrigado
<<Esta é pra vocês todos aqueles que me têm acompanhado na estrada nos concertos nas jams e nas mixagens, pra todos os fâs a que prefiro chamar "amigos" quem têm cantado e curtido tanto como eu em cada espectáculo e que me esperam após o espectáculo para dar autógrafos nada seria possível sem vocês, um outro grande obrigado aqueles que passaram noites comigo em branco para se poder acabar este novo cd e que sempre queria desistir me incentivavam a continuar e que não podia desistir naquele momento nem nunca um grande obrigado, e prá aquelas 3 pessoas que vão comigo po backstage e me ajudam a preparar ao cantarem comigo as minhas músicas ou me ajudarem a relaxar antes das mixagens nas noites a dentro e que não me deixam faltar nada durante um espectáculo muito obrigado sem o vosso carinho e amizade há muito teria desistido deste amor obrigado vocês sabem quem são, >>
segunda-feira, 14 de março de 2011
No backstage...no camarim só me vem isto há cabeça
tou aqui no backstage e só me vem isto há cabeça....que tou completamente farto de toda esta merda não sei algo me falta e isto tá-me a trofiar não descobrir o que é e cada vez mais a raiva me cresce e cada vez mais me farto desta merda toda a que chamamos vida....embora tudo esteja bem não sei tou simplesmente farto não quero voltar a certas cenas que algo em mim anda a apelar e a pedir pa me refugir....
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
primeira parte dum contrato já tá pago sem caches, 1º anexo com vocês e em 2011 tu vez, aquisição do ano, ma não tou pronto pa tudo, não mudo mas não descuido que eu procuro um novo rumo, porque a música é madrasta e eu procuro amor de mãe, como um bastardo pobre nunca pode ser alguém, ou talento sem preço só porque mereço o crédito, de um álbum a solo que só trouxe ódio em vez de mérito, não papo grupos nem truques sem cash flow bro, não cumpro props e já podes dizer que eu sou, wack sem maquete de pontas cheias com contrapartidas nenhumas até as que rabisco feias, vontade é tudo e eu assumo esta ambição que cresce, que eu tenho momentos a perder com o pragas, e tudo mexe como esta vida que mexe comigo, eu sei bem que já não sou o mesmo individuo, mas toda a gente muda, plo menos não escondo, não quero despesas pagas quero caches pagos a pronto, passei de praticante a profissional do ramo, e sou bom pa caber no flayer quero percentagem mano, ou não passo da promessa que há-de vir, há certeza dou-te não te podes iludir, seja o que seja com queda pá escrita ou não, mas tás disposto dar me trabalho dá-me a profissão, que eu tou farto de ser explorado insónias sem pagamento de horas extras sem aumento é o trabalho sem o sustento, em palcos debaixo destas luzes que me beijam que prometem que me exploram que me aplaudem que me queimam,
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
não há vida sem mudança não há dança sem som, não faz sentido sermos parvos é bom, porque chega não ter cheta mas carinho de toda a gente quando um bule me fatiga e me impede de faze-lo sempre, inconsequente vida que me afasta da que tinha, que me prende a um trabalho que não me paga o dia-a-dia, cria miragens vagas com futuros risonhos, de personagens hábeis que inda querem que sonhes, e o meu suor do amor há camisola é doutrora, que eu pago a conta da lavandaria na hora, e pronto pagamento do valor do meu sustento dou concerto sem recibos e cash inda tou isento, e todos aplaudem todos gostam todos sonham mas respeitos é mp3 em pc's que vocês apoiam, comentários do movimento tás atento a ver o crescimento que tu exiges mas não contribuis pra ele, e já nada chega não dou mais do que isto agora, é a última chamada não aguento mais demora, não preciso de chá ou passar noites fora, perante o convívio dum amor é uma paixão que ainda me ignora, a vida é una, eu próprio disse e sigo, não desperdiço mais um segundo a ser contigo, nunca fiz o que gosto, não me posso envolver sem ter meios e penso até que ponto o quanto fazer, o tempo passa o palco grita o meu nome, o beat avança e chama mas um dia eu não respondo, e fica a luz, o palco, o beat, o som, o público em silêncio que o meu barulho acabou......
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
primeira parte dum contrato já tá pago sem caches, 1º anexo com vocês e em 2011 tu vez, aquisição do ano, ma não tou pronto pa tudo, não mudo mas não descuido que eu procuro um novo rumo, porque a música é madrasta e eu procuro amor de mãe, como um bastardo pobre nunca pode ser alguém, ou talento sem preço só porque mereço o crédito, de um álbum a solo que só trouxe ódio em vez de mérito, não papo grupos nem truques sem cash flow bro, não cumpro props e já podes dizer que eu sou, wack sem maquete de pontas cheias com contrapartidas nenhumas até as que rabisco feias, vontade é tudo e eu assumo esta ambição que cresce, que eu tenho momentos a perder com o pragas, e tudo mexe como esta vida que mexe comigo, eu sei bem que já não sou o mesmo individuo, mas toda a gente muda, plo menos não escondo, não quero despesas pagas quero caches pagos a pronto, passei de praticante a profissional do ramo, e sou bom pa caber no flayer quero percentagem mano, ou não passo da promessa que há-de vir, há certeza dou-te não te podes iludir, seja o que seja com queda pá escrita ou não, mas tás disposto dar me trabalho dá-me a profissão, que eu tou farto de ser explorado insónias sem pagamento de horas extras sem aumento é o trabalho sem o sustento, em palcos debaixo destas luzes que me beijam que prometem que me exploram que me aplaudem que me queimam,
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
não há vida sem mudança não há dança sem som, não faz sentido sermos parvos é bom, porque chega não ter cheta mas carinho de toda a gente quando um bule me fatiga e me impede de faze-lo sempre, inconsequente vida que me afasta da que tinha, que me prende a um trabalho que não me paga o dia-a-dia, cria miragens vagas com futuros risonhos, de personagens hábeis que inda querem que sonhes, e o meu suor do amor há camisola é doutrora, que eu pago a conta da lavandaria na hora, e pronto pagamento do valor do meu sustento dou concerto sem recibos e cash inda tou isento, e todos aplaudem todos gostam todos sonham mas respeitos é mp3 em pc's que vocês apoiam, comentários do movimento tás atento a ver o crescimento que tu exiges mas não contribuis pra ele, e já nada chega não dou mais do que isto agora, é a última chamada não aguento mais demora, não preciso de chá ou passar noites fora, perante o convívio dum amor é uma paixão que ainda me ignora, a vida é una, eu próprio disse e sigo, não desperdiço mais um segundo a ser contigo, nunca fiz o que gosto, não me posso envolver sem ter meios e penso até que ponto o quanto fazer, o tempo passa o palco grita o meu nome, o beat avança e chama mas um dia eu não respondo, e fica a luz, o palco, o beat, o som, o público em silêncio que o meu barulho acabou......
sexta-feira, 11 de março de 2011
pensamento abstrato
hum...depois de já ter conseguido ultrapassar alguns problemas que me têm sido atirados e de tudo se "encarrilhar" novo cd ai muitos concertos dados e muito espectáculo a por som sentir aquele feelling de toda a gente curtir sentir que estou a conseguir tocar outras pessoas com algo meu que é esforçado por toda a gente a pular e a gritar ohhh ou uhhh durante uma noite em que esteja a por som ou por o pessoal a cantar comigo tudo de braços no ar gente como já vi a chorar com certos sons a pedirem bis em certos sons o ir na rua e ouvir "como é mano arrasaste ontem quando é o próximo e onde" o sentir um grande calor humano quer seja por parte do hip hop ou por parte do dj não sei explicar uma sensação óptima e mesmo sabendo que tive quase dois anos parado e afastado do hip hop e poucas vezes a por som agora que voltei em força como forma de escape e por sentir imensa falta da música do toque dela na minha vida outra vez que tanto me preenche por momentos sítios vazios tanto me faz sorrir com momentos em cima do palco a ver pessoal a cantar ou a dançar mesmo assim depois de tantos anos de "estrada" com tanta coisa feita e dada ainda assim não me sinto artista não sei não me sinto como tal....e tenho sempre a sensação que algo ficou por fazer ou dizer ou por após um concerto....e para alem disso tenho tenho uma sensação esquisita do tipo.....grande adrenalina ui vou entrar pa cantar ou por som quero arrasar acaba-se e yeah tá feito toda a gente curtiu eu diverti-me com o que fiz tou super em altas adrenalina flui-me no sangue mas....há uma sensação vaga de que....algo me falta, algo não está ali a bater certo, alguma cena tá a falhar porque tá a faltar....quando tenho um bocadinho de tempo de tarde ou manhã como por exemplo ontem vou mandar aquela natação só numa de descontrair ir brincar com o mar que agora tá mesmo bom como gosto a puxar grande ondulação forte só para me divertir por as ideias em ordem relaxar para mais uma noite de concertos mais uma noite a curtir com o que vou fazer e ver toda a gente a tripar e pensar no que tenho que fazer já fiz quero fazer etc etc....mas.....não sei sinto a falta de algo, algo me tá a falhar aqui...é injusto tar a dizer isto pois foi graças há música que me levantei mais uma vez e tenho tado bem sempre a fazer algo com algo na cabeça que até me levou a inovar uma beca no eu por som porque por exemplo no carnaval eu a por som cada dia levei um disfarce diferente e andei a curtir ao pé do público saia do palco e vinha pro pé dos mascarados algo que nunca vi fazerem....mas epah algo falta, algo não tá ali, não bate certo......Falta-me algo mas não sei o que será....pode ser que esta noite descubra o que será que me está a faltar já que daqui a pouco irei cantar e depois mais tarde na noite irei por som...veremos se será possível descobrir a tal peça do puzzle que está a falhar e me está a fazer falta...alguma falta e isto não faz sentido....
Monóstico
Monóstico
sábado, 5 de março de 2011
O que se vai vendo hoje em dia cada vez mais....NAsty Girl
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>
De salto alto, decote e baton, quando entra na festa pára o som, ela anda em camara lenta á procura duma conquista, de um burro que acredita no amor há primeira vista, e se ela entra na tua vida ela fica diferente, podes acordar sem nada ou adormecer pa sempre, se não acreditas eu explico mais á frente hipnotiza-te com o sorriso inocente aparentemente decente, brilha quando está presente e assume, que o seu cheiro natural é o seu melhor perfume, mas presume, mas tudo isto perde o valor quando no fundo é só aparente, na sua mente tem um plano indecente, ficar com muito em pouco tempo, ela consome-te por dentro pra teu descontentamento, ficas-te sem nada de repente, e o que é que podes dizer, deste-lhe tudo e ela só te deu prazer, deste-lhe amor, carinho, calor, coisas que o dinheiro nao compra tem mais valor, roubou-te tudo e só deixou tristeza, e vontade de apontares uma arma á cabeça ,<<com o seu olhar sereno é uma flor com veneno>>, perco os sentidos, não vejo não sinto, perdido no mar, num barco de papel, harmonia com o destino sabendo que ela é cruel, as lágrimas secaram agora pinto-as a pincel, como vê-la com duas pernas abertas numa revista á espera que o primeiro invista a ter uma vida de alpinista, e tu com nada com a alma comprada gucci prada e outras merdas não valem nada, e o seu nome é só pedra no sapato, se pensas que eu sou cato, tás pacato, e o meu processo é arquivado, mas ela é advogada do diabo, esperam-te cerca de trezentas refeições do que há, odiado e mal amado confiança no bolso do estado, ou no chulo que te empresta, em troca de tudo o que te resta, por meia hora da sua festa, és vitima indefesa e ela te molesta,
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>,
ela engana toda a gente, e ninguém reclama, ela ama toda a gente mas a mim ninguém me engana, eu sei o que ela quer, o que ela quer é guita e fama, dois dedos de conversa e ela já tá na minha cama, despe a cueca, pouca conversa o que tu pensas não me interessa, vamos se enrolar e despreza aquilo que eu digo, porque eu só te amo dos joelhos ao umbigo, nada de caras, nada de signos, só amo as minhas talas e só gosto dos meus amigos, sabes que assim, começo a perceber, o que se passa com o meu corpo que só me apetece beber
De salto alto, decote e baton, quando entra na festa pára o som, ela anda em camara lenta á procura duma conquista, de um burro que acredita no amor há primeira vista, e se ela entra na tua vida ela fica diferente, podes acordar sem nada ou adormecer pa sempre, se não acreditas eu explico mais á frente hipnotiza-te com o sorriso inocente aparentemente decente, brilha quando está presente e assume, que o seu cheiro natural é o seu melhor perfume, mas presume, mas tudo isto perde o valor quando no fundo é só aparente, na sua mente tem um plano indecente, ficar com muito em pouco tempo, ela consome-te por dentro pra teu descontentamento, ficas-te sem nada de repente, e o que é que podes dizer, deste-lhe tudo e ela só te deu prazer, deste-lhe amor, carinho, calor, coisas que o dinheiro nao compra tem mais valor, roubou-te tudo e só deixou tristeza, e vontade de apontares uma arma á cabeça ,<<com o seu olhar sereno é uma flor com veneno>>, perco os sentidos, não vejo não sinto, perdido no mar, num barco de papel, harmonia com o destino sabendo que ela é cruel, as lágrimas secaram agora pinto-as a pincel, como vê-la com duas pernas abertas numa revista á espera que o primeiro invista a ter uma vida de alpinista, e tu com nada com a alma comprada gucci prada e outras merdas não valem nada, e o seu nome é só pedra no sapato, se pensas que eu sou cato, tás pacato, e o meu processo é arquivado, mas ela é advogada do diabo, esperam-te cerca de trezentas refeições do que há, odiado e mal amado confiança no bolso do estado, ou no chulo que te empresta, em troca de tudo o que te resta, por meia hora da sua festa, és vitima indefesa e ela te molesta,
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>,
ela engana toda a gente, e ninguém reclama, ela ama toda a gente mas a mim ninguém me engana, eu sei o que ela quer, o que ela quer é guita e fama, dois dedos de conversa e ela já tá na minha cama, despe a cueca, pouca conversa o que tu pensas não me interessa, vamos se enrolar e despreza aquilo que eu digo, porque eu só te amo dos joelhos ao umbigo, nada de caras, nada de signos, só amo as minhas talas e só gosto dos meus amigos, sabes que assim, começo a perceber, o que se passa com o meu corpo que só me apetece beber
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