segunda-feira, 14 de março de 2011

No backstage...no camarim só me vem isto há cabeça

tou aqui no backstage e só me vem isto há cabeça....que tou completamente farto de toda esta merda não sei algo me falta e isto tá-me a trofiar não descobrir o que é e cada vez mais a raiva me cresce e cada vez mais me farto desta merda toda a que chamamos vida....embora tudo esteja bem não sei tou simplesmente farto não quero voltar a certas cenas que algo em mim anda a apelar e a pedir pa me refugir....

<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a  noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
primeira parte dum contrato já tá pago sem caches, 1º anexo com vocês e em 2011 tu vez, aquisição do ano, ma não tou pronto pa tudo, não mudo mas não descuido que eu procuro um novo rumo, porque a música é madrasta e eu procuro amor de mãe, como um bastardo pobre nunca pode ser alguém, ou talento sem preço só porque mereço o crédito, de um álbum a solo que só trouxe ódio em vez de mérito, não papo grupos nem truques sem cash flow bro, não cumpro props e já podes dizer que eu sou, wack sem maquete de pontas cheias com contrapartidas nenhumas até as que rabisco feias, vontade é tudo e eu assumo esta ambição que cresce, que eu tenho momentos a perder com o pragas, e tudo mexe como esta vida que mexe comigo, eu sei bem que já não sou o mesmo individuo, mas toda a gente muda, plo menos não escondo, não quero despesas pagas quero caches pagos a pronto, passei de praticante a profissional do ramo, e sou bom pa caber no flayer quero percentagem mano, ou não passo da promessa que há-de vir, há certeza dou-te não te podes iludir,  seja o que seja com queda pá escrita ou não, mas tás disposto dar me trabalho dá-me a profissão, que eu tou farto de ser explorado insónias sem pagamento de horas extras sem aumento é o trabalho sem o sustento, em palcos debaixo destas luzes que me beijam que prometem que me exploram que me aplaudem que me queimam,
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a  noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
não há vida sem mudança não há dança  sem som, não faz sentido sermos parvos é bom, porque chega não ter cheta mas carinho de toda a gente quando um bule me fatiga e me impede de faze-lo sempre, inconsequente vida que me afasta da que tinha, que me prende a um trabalho que não me paga o dia-a-dia, cria miragens vagas com futuros risonhos, de personagens hábeis que inda querem que sonhes, e o meu suor do amor há camisola é doutrora, que eu pago a conta da lavandaria na hora, e pronto pagamento do valor do meu sustento dou concerto sem recibos e cash inda tou isento, e todos aplaudem todos gostam todos sonham mas respeitos é mp3 em pc's que vocês apoiam, comentários do movimento tás atento a ver o crescimento que tu exiges mas não contribuis pra ele, e já nada chega não dou mais do que isto agora, é a última chamada não aguento mais demora, não preciso de chá ou passar noites fora, perante o convívio dum amor é uma paixão que ainda me ignora, a vida é una, eu próprio disse e sigo, não desperdiço mais um segundo a ser contigo, nunca fiz o que gosto, não me posso envolver sem ter meios e penso até que ponto o quanto fazer, o tempo passa o palco grita o meu nome, o beat avança e chama mas um dia eu não respondo, e fica a luz, o palco, o beat, o som, o público em silêncio que o meu barulho acabou......

Sem comentários:

Enviar um comentário