quinta-feira, 28 de junho de 2012

dica

Eu continuo aqui como sempre, exigente decente rap adulto e diferente, transparente e digno eu hoje sou, culpado como tu és inocente, vá bora lá ou não dá?, a tuga é pequena e paca também não há, dizem..., dizem que não há, mas nós sabemos onde tá, só vês aquilo que eles dão, e vão a continuar a manipular então, eu não sou radicalista, mas o negro quer ser branco e com outro negro é racista, isto são os dias que correm, pobres não enriquecem mas ricos pobres morre, aprende o que não dominas e hoje os brancos falam crioulo como tu nem imaginas,
<tens tempo vá, aprende o que tu não sabes enquanto andas cá, isto é só mais uma dica vida e música>
a vida é uma pussy e eu bato-lhe o coro na paz, ou tu vez horas ao contrário e comes por trás, eu tou a curtir contigo bro, ou talvez não tou a ser mesmo puro doh, graças a deus não é graças a homens, dizem apertem os cintos mas vejam como eles comem, niggas dormem com fome bués dormem, a weed não bate por isso raiva consomem, o tempo voa e nigga inventa um emprego mas guarda segredo porque um buiseness é sempre um perigo, se tás com medo primo eu vendo-te um cão, ou senão vendo-te balas mas sem o canhão,

terça-feira, 19 de junho de 2012

quanto dura...

Nada dura, para sempre, nem os frutos, nem as sementes, nada dura eternamente, somos como estrelas cadentes, por isso diz o que sentes, e vive sem medo, ama os teus parentes, nunca percas tempo, aproveita, toda a inocência da infância, vive, a irreverencia da adolescência, usufrui, da maturidade da idade adulta, partilha a sapiência que da velhice resulta, luta pela tua felicidade, cria agora a tua realidade, neste organismo, em constante mutação, mecanismo pelo qual vi transformação, onde a única certeza na incerteza da vida, é que tudo que inicia, também finda
<nada dura para sempre>
nunca mais e para sempre, tudo que começa acaba, com o sol poente, aqui, nada é permanente, o tempo corre o relógio bate, chove na minha face, sinto o fim aproximar-se, o vento sopra sussurra nos meus ouvidos, aqui agora estas vivo desperta os sentidos, tudo é passageiro o material é uma ilusão, tentei agarrar coisas que me escaparam das mãos, farei..., vivi o dia como se fosse o último, senti a chuva como se fosse a última, beijei a mulher como se fosse a única, enquanto canto corrosão da desencanto apatia que me consome por dentro melancolia, do novo dia que nasce, relembro-me do amor impossível, um flash, em frente aos meus olhos, o sonho desfaz-se, e desvanece com o sol expoente, restam 4 palavras, nunca mais e para sempre,
<nada dura para sempre, ninguém vive eternamente>
nada dura para sempre, e todo o corpo decai, e só o amor se perpetua, através de quem não retrai, foste filho serás pai, e um dia talvez tenhas netos, mas essa família unida, nem sempre estará por perto, daqui não levamos nada, deixamos tudo, a casmurrice da velhice, as traquinices de miúdo, impagável cada segundo de existência neste mundo que estes versos sejam o expoente do termo profundo, tu aproveita o dia aproveita a vida e respira aproveita haver comida, a muito quem a desperdiça, procura igualdade e no vale semeia justiça, o mal de quem cobiça é o ritual , de quem muito premissa, não queiras ser cigarra nesta colónia de formigas, e no inverno chorar pelas cantos tristezas não pagam dividas, falo com deus pessoalmente sem intermediário, ansioso pelo próximo equinócio planetário!, admirável mundo novo, não acredito as trevas não me levam, porque amo o meu filho, coros de suicido dão-me um sorriso ao ouvido mundo depressivo vivo como um anjo caído, a certeza inquestionável de sentir poder na arte, respirar no universo aparte, tudo pela arte, a visão e escrita, a vida e um combate, brinco as escondidas, com o impressionante, não quero ver a minha mãe a partir não quero sentir, a dor incomparável quando a hora surgir, sentimento, não é monocromático o vermelho e intenso entre o preto e o branco, retrato o terror da paisagem num poema, o meu amor nasceu num concerto,a tempestade é intensa mas a chama ainda acende, para sempre e muito tempo eu quero amar-te no presente

há parte

sentes-se o night ao lado das pernas, deixo pa trás as merdas, que me atrapalham o caminho da descoberta, voo sem rumo sede da mudança que quero ver no mundo, sê bem vindo ao meu testemunho, espero um bilhete aleatório ou corte, mais barato pra mais longe já que hoje nada me mete nojo, e as pedras que eu tenho guardadas bolso ficaram nas calças preferidas comprometidas, eu tenho, memos, post its, e mensagens escritas declaradas nas entrelinhas das minhas batidas, testamentos do meu livro arbítrio, que permanece no sitio de quem me conhece no inicio, eu, tenho um bilhete só de ida eu tou de partida, riu pa enxaguar as lágrimas desta vida, como se tivesse menos que nada, e apostasse mais que tudo na minha ultima jogada, abdico, confiante no ataque que um dia mando-te em tudo, sem a vossa lapidação constante procuro, não ser um produto que censuro, ser um cancro maligno vagabundo digno, abaixo-me de quimeras desse circo de feras, a vida é uma auto-estrada depende de quando tu aceleras, ou será que não tem melhor sabor quando erras, ou erros redundantes como desferras do inverso do que esperas, eu sinto-me mudado como um gaiato há porta dum orfanato, com um buraco no sapato a caminhar no meio de cactos, encher sacos de sonhos furados, mantendo-me há parte há espera dum enfarte com decisões há la carte, acreditando que o que faço é arte, talvez me leve mais além que marte.....

materialismo

como explicarias a um puto de 12 anos que a razão dos calos nos seus pés são os teus diamantes, a jante do teu bot, e o gasóleo que o move, a lente dos teus óculos, e o pó refinado que usas pra esses músculos, ele produz o saco da bola coze a camisola, recebe uma esmola e a educação é ponta e mola, um bairro de lata patrocinado por um genérico da coca-cola, a miséria é como a vossa inveja, não descola, há pouca gente atenta presunção e água benta, efeito secundário de quem bebe tudo e nem sequer tenta, saber o que experimenta ou do que é que se alimenta, nem que pra isso tenha explorado um iliterato país "ta má rebenta",tu não,  mas também não lhes dás a mão, filantropia é paranóia como coroas sem jóia, por elas julgo que nos mate-mos ao estilo latoya, miúdos descalços ao estilo tom saywer.
<transformam paraísos num caos, transformam paraísos num caos,>
  pra quê câmara sem empresa, a história não compensa, eu vejo intensa com o que se passa na própria cabeça, os filhos dos outros que enleiam mais, são vendidos plos pais, procurar diamante e baixar o preço desses cristais, tu não percebes o tru, só saem truques maluco, empatam-te no facebook, e distraem-te com novos books, ideias, chiques, milhares, de dicks, roupas em saldos e botiques há espera que te identifiques, novos preços descontos em adereços batom pós beiços da tua miúda, mudar de figura porque, de resto já não muda, parece que passou uma adolescência surda, pergunto-te pra od vais, guardas-te  tantos bens materiais, há pala deles já se formalizaram 5 ou 6 funerais, mas no fundo tu financias vives vítima do que renuncias, mas fazem as delicias de quem tu acaricias..........