terça-feira, 19 de junho de 2012

há parte

sentes-se o night ao lado das pernas, deixo pa trás as merdas, que me atrapalham o caminho da descoberta, voo sem rumo sede da mudança que quero ver no mundo, sê bem vindo ao meu testemunho, espero um bilhete aleatório ou corte, mais barato pra mais longe já que hoje nada me mete nojo, e as pedras que eu tenho guardadas bolso ficaram nas calças preferidas comprometidas, eu tenho, memos, post its, e mensagens escritas declaradas nas entrelinhas das minhas batidas, testamentos do meu livro arbítrio, que permanece no sitio de quem me conhece no inicio, eu, tenho um bilhete só de ida eu tou de partida, riu pa enxaguar as lágrimas desta vida, como se tivesse menos que nada, e apostasse mais que tudo na minha ultima jogada, abdico, confiante no ataque que um dia mando-te em tudo, sem a vossa lapidação constante procuro, não ser um produto que censuro, ser um cancro maligno vagabundo digno, abaixo-me de quimeras desse circo de feras, a vida é uma auto-estrada depende de quando tu aceleras, ou será que não tem melhor sabor quando erras, ou erros redundantes como desferras do inverso do que esperas, eu sinto-me mudado como um gaiato há porta dum orfanato, com um buraco no sapato a caminhar no meio de cactos, encher sacos de sonhos furados, mantendo-me há parte há espera dum enfarte com decisões há la carte, acreditando que o que faço é arte, talvez me leve mais além que marte.....

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