Eu continuo aqui como sempre, exigente decente rap adulto e diferente, transparente e digno eu hoje sou, culpado como tu és inocente, vá bora lá ou não dá?, a tuga é pequena e paca também não há, dizem..., dizem que não há, mas nós sabemos onde tá, só vês aquilo que eles dão, e vão a continuar a manipular então, eu não sou radicalista, mas o negro quer ser branco e com outro negro é racista, isto são os dias que correm, pobres não enriquecem mas ricos pobres morre, aprende o que não dominas e hoje os brancos falam crioulo como tu nem imaginas,
<tens tempo vá, aprende o que tu não sabes enquanto andas cá, isto é só mais uma dica vida e música>
a vida é uma pussy e eu bato-lhe o coro na paz, ou tu vez horas ao contrário e comes por trás, eu tou a curtir contigo bro, ou talvez não tou a ser mesmo puro doh, graças a deus não é graças a homens, dizem apertem os cintos mas vejam como eles comem, niggas dormem com fome bués dormem, a weed não bate por isso raiva consomem, o tempo voa e nigga inventa um emprego mas guarda segredo porque um buiseness é sempre um perigo, se tás com medo primo eu vendo-te um cão, ou senão vendo-te balas mas sem o canhão,
quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
quanto dura...
Nada dura, para sempre, nem os frutos, nem as sementes, nada dura eternamente, somos como estrelas cadentes, por isso diz o que sentes, e vive sem medo, ama os teus parentes, nunca percas tempo, aproveita, toda a inocência da infância, vive, a irreverencia da adolescência, usufrui, da maturidade da idade adulta, partilha a sapiência que da velhice resulta, luta pela tua felicidade, cria agora a tua realidade, neste organismo, em constante mutação, mecanismo pelo qual vi transformação, onde a única certeza na incerteza da vida, é que tudo que inicia, também finda
<nada dura para sempre>
nunca mais e para sempre, tudo que começa acaba, com o sol poente, aqui, nada é permanente, o tempo corre o relógio bate, chove na minha face, sinto o fim aproximar-se, o vento sopra sussurra nos meus ouvidos, aqui agora estas vivo desperta os sentidos, tudo é passageiro o material é uma ilusão, tentei agarrar coisas que me escaparam das mãos, farei..., vivi o dia como se fosse o último, senti a chuva como se fosse a última, beijei a mulher como se fosse a única, enquanto canto corrosão da desencanto apatia que me consome por dentro melancolia, do novo dia que nasce, relembro-me do amor impossível, um flash, em frente aos meus olhos, o sonho desfaz-se, e desvanece com o sol expoente, restam 4 palavras, nunca mais e para sempre,
<nada dura para sempre, ninguém vive eternamente>
nada dura para sempre, e todo o corpo decai, e só o amor se perpetua, através de quem não retrai, foste filho serás pai, e um dia talvez tenhas netos, mas essa família unida, nem sempre estará por perto, daqui não levamos nada, deixamos tudo, a casmurrice da velhice, as traquinices de miúdo, impagável cada segundo de existência neste mundo que estes versos sejam o expoente do termo profundo, tu aproveita o dia aproveita a vida e respira aproveita haver comida, a muito quem a desperdiça, procura igualdade e no vale semeia justiça, o mal de quem cobiça é o ritual , de quem muito premissa, não queiras ser cigarra nesta colónia de formigas, e no inverno chorar pelas cantos tristezas não pagam dividas, falo com deus pessoalmente sem intermediário, ansioso pelo próximo equinócio planetário!, admirável mundo novo, não acredito as trevas não me levam, porque amo o meu filho, coros de suicido dão-me um sorriso ao ouvido mundo depressivo vivo como um anjo caído, a certeza inquestionável de sentir poder na arte, respirar no universo aparte, tudo pela arte, a visão e escrita, a vida e um combate, brinco as escondidas, com o impressionante, não quero ver a minha mãe a partir não quero sentir, a dor incomparável quando a hora surgir, sentimento, não é monocromático o vermelho e intenso entre o preto e o branco, retrato o terror da paisagem num poema, o meu amor nasceu num concerto,a tempestade é intensa mas a chama ainda acende, para sempre e muito tempo eu quero amar-te no presente
<nada dura para sempre>
nunca mais e para sempre, tudo que começa acaba, com o sol poente, aqui, nada é permanente, o tempo corre o relógio bate, chove na minha face, sinto o fim aproximar-se, o vento sopra sussurra nos meus ouvidos, aqui agora estas vivo desperta os sentidos, tudo é passageiro o material é uma ilusão, tentei agarrar coisas que me escaparam das mãos, farei..., vivi o dia como se fosse o último, senti a chuva como se fosse a última, beijei a mulher como se fosse a única, enquanto canto corrosão da desencanto apatia que me consome por dentro melancolia, do novo dia que nasce, relembro-me do amor impossível, um flash, em frente aos meus olhos, o sonho desfaz-se, e desvanece com o sol expoente, restam 4 palavras, nunca mais e para sempre,
<nada dura para sempre, ninguém vive eternamente>
nada dura para sempre, e todo o corpo decai, e só o amor se perpetua, através de quem não retrai, foste filho serás pai, e um dia talvez tenhas netos, mas essa família unida, nem sempre estará por perto, daqui não levamos nada, deixamos tudo, a casmurrice da velhice, as traquinices de miúdo, impagável cada segundo de existência neste mundo que estes versos sejam o expoente do termo profundo, tu aproveita o dia aproveita a vida e respira aproveita haver comida, a muito quem a desperdiça, procura igualdade e no vale semeia justiça, o mal de quem cobiça é o ritual , de quem muito premissa, não queiras ser cigarra nesta colónia de formigas, e no inverno chorar pelas cantos tristezas não pagam dividas, falo com deus pessoalmente sem intermediário, ansioso pelo próximo equinócio planetário!, admirável mundo novo, não acredito as trevas não me levam, porque amo o meu filho, coros de suicido dão-me um sorriso ao ouvido mundo depressivo vivo como um anjo caído, a certeza inquestionável de sentir poder na arte, respirar no universo aparte, tudo pela arte, a visão e escrita, a vida e um combate, brinco as escondidas, com o impressionante, não quero ver a minha mãe a partir não quero sentir, a dor incomparável quando a hora surgir, sentimento, não é monocromático o vermelho e intenso entre o preto e o branco, retrato o terror da paisagem num poema, o meu amor nasceu num concerto,a tempestade é intensa mas a chama ainda acende, para sempre e muito tempo eu quero amar-te no presente
há parte
sentes-se o night ao lado das pernas, deixo pa trás as merdas, que me atrapalham o caminho da descoberta, voo sem rumo sede da mudança que quero ver no mundo, sê bem vindo ao meu testemunho, espero um bilhete aleatório ou corte, mais barato pra mais longe já que hoje nada me mete nojo, e as pedras que eu tenho guardadas bolso ficaram nas calças preferidas comprometidas, eu tenho, memos, post its, e mensagens escritas declaradas nas entrelinhas das minhas batidas, testamentos do meu livro arbítrio, que permanece no sitio de quem me conhece no inicio, eu, tenho um bilhete só de ida eu tou de partida, riu pa enxaguar as lágrimas desta vida, como se tivesse menos que nada, e apostasse mais que tudo na minha ultima jogada, abdico, confiante no ataque que um dia mando-te em tudo, sem a vossa lapidação constante procuro, não ser um produto que censuro, ser um cancro maligno vagabundo digno, abaixo-me de quimeras desse circo de feras, a vida é uma auto-estrada depende de quando tu aceleras, ou será que não tem melhor sabor quando erras, ou erros redundantes como desferras do inverso do que esperas, eu sinto-me mudado como um gaiato há porta dum orfanato, com um buraco no sapato a caminhar no meio de cactos, encher sacos de sonhos furados, mantendo-me há parte há espera dum enfarte com decisões há la carte, acreditando que o que faço é arte, talvez me leve mais além que marte.....
materialismo
como explicarias a um puto de 12 anos que a razão dos calos nos seus pés são os teus diamantes, a jante do teu bot, e o gasóleo que o move, a lente dos teus óculos, e o pó refinado que usas pra esses músculos, ele produz o saco da bola coze a camisola, recebe uma esmola e a educação é ponta e mola, um bairro de lata patrocinado por um genérico da coca-cola, a miséria é como a vossa inveja, não descola, há pouca gente atenta presunção e água benta, efeito secundário de quem bebe tudo e nem sequer tenta, saber o que experimenta ou do que é que se alimenta, nem que pra isso tenha explorado um iliterato país "ta má rebenta",tu não, mas também não lhes dás a mão, filantropia é paranóia como coroas sem jóia, por elas julgo que nos mate-mos ao estilo latoya, miúdos descalços ao estilo tom saywer.
<transformam paraísos num caos, transformam paraísos num caos,>
pra quê câmara sem empresa, a história não compensa, eu vejo intensa com o que se passa na própria cabeça, os filhos dos outros que enleiam mais, são vendidos plos pais, procurar diamante e baixar o preço desses cristais, tu não percebes o tru, só saem truques maluco, empatam-te no facebook, e distraem-te com novos books, ideias, chiques, milhares, de dicks, roupas em saldos e botiques há espera que te identifiques, novos preços descontos em adereços batom pós beiços da tua miúda, mudar de figura porque, de resto já não muda, parece que passou uma adolescência surda, pergunto-te pra od vais, guardas-te tantos bens materiais, há pala deles já se formalizaram 5 ou 6 funerais, mas no fundo tu financias vives vítima do que renuncias, mas fazem as delicias de quem tu acaricias..........
<transformam paraísos num caos, transformam paraísos num caos,>
pra quê câmara sem empresa, a história não compensa, eu vejo intensa com o que se passa na própria cabeça, os filhos dos outros que enleiam mais, são vendidos plos pais, procurar diamante e baixar o preço desses cristais, tu não percebes o tru, só saem truques maluco, empatam-te no facebook, e distraem-te com novos books, ideias, chiques, milhares, de dicks, roupas em saldos e botiques há espera que te identifiques, novos preços descontos em adereços batom pós beiços da tua miúda, mudar de figura porque, de resto já não muda, parece que passou uma adolescência surda, pergunto-te pra od vais, guardas-te tantos bens materiais, há pala deles já se formalizaram 5 ou 6 funerais, mas no fundo tu financias vives vítima do que renuncias, mas fazem as delicias de quem tu acaricias..........
terça-feira, 29 de maio de 2012
curar-me como...
Encontro um ponto, já me perdi um dia, doce melodia da ganancia que se evidencia, na ne, necessidade do desnecessário em demasia, que sa foda azia no estágio faço razia, esquecido como a agulha num palheiro, entretido neste sorteio da vida no qual eu me remedeio, eu não preciso de avisos do alheio contrato com juros eu incendeio, isso é uma saída eu procuro uma entrada as pegadas nesta estrada nem com o tempo são apagadas, e desprezar-me dá-me mais charme, ou culpar-me por essa gente crer-me mudar-me, mas ficam num impasse, serei um demónio ou um anjo sem asas nem classe, ou será que a minha mãe criou um anticristo em casa, durmo como um anjo mas sonho com demónios, olhos espelham a minha alma medo e outros sinónimos, actividade cerebral seca os neurónios, situado entre o bem e o mal, procura a entrada pra sanidade, a porta fechei e joguei fora a chave, aliando-me na parte mais escura da minha nave, 6 35 na cabeça pode ser que encrave, tipo pauta sem clave pode ser que inda toque, e lavo os meus pecados de uma forma suave, a minha nave é uma cave, medicina artesanal pa este meu estado grave, num clima, hostil, tipo limpezas no Brasil, tou perto de senil e razões mais de mil, mas vejo-te como um imbecil, como toda a gente que contesta o 25 de Abril, mas este tipo de ódio que eu vejo em mim, a minha sanidade não sei onde a meti, queria acordar do sono com o síndrome de Estocolmo podia curar-me mas como?...., levanto-me parece que o chão escorrega, eu tenho a mente mais forte que o corpo e uma alma que não se nega, um físico que sossega, puro a entregar sempre há hora e posição certa, vitima, destes jogos de cabra cega, estratega, pra uma vida sem pega, a passar metade dela numa adega, o relógio é meu colega e a feira é quem me emprega,
vibração
<Se o amanhã não vem, não me esqueço de quem fui, nem de quem foi tudo para mim,>
A folha tá branca, a ferida não estanca, agora somos mais velhos que nunca, não seria assim tão indispensável ter olhos na nuca, não achas, muitos ambicionam o teu lugar enquanto relaxas, é o salve-se quem puder, venha quem vier, eu tenho preparado e doa a quem doer, o que é dificil quando não tens nada a perder, se o mundo acaba-se hoje continuarias a temer, o fim de 2012, como se isso realmente fosse, possível, a mim da-me um gozo incrível, a maneira como te fechas em casa há pala duma propaganda, que tresanda a tanga, e se eles andam de tanga, é claro que não têm truques na manga, é a nossa ignorância que nos limita a este nível de zanga, e se isto não anda nem desanda temos que fazer alguma coisa como a juventude em luanda,
<Se o amanhã não vem, não me esqueço de quem fui, nem de quem foi tudo para mim, mas como acredito, que o hoje é infinito, eu brindo com tinto e esta é para ti>
A folha tá branca, a ferida não estanca, agora somos mais velhos que nunca, não seria assim tão indispensável ter olhos na nuca, não achas, muitos ambicionam o teu lugar enquanto relaxas, é o salve-se quem puder, venha quem vier, eu tenho preparado e doa a quem doer, o que é dificil quando não tens nada a perder, se o mundo acaba-se hoje continuarias a temer, o fim de 2012, como se isso realmente fosse, possível, a mim da-me um gozo incrível, a maneira como te fechas em casa há pala duma propaganda, que tresanda a tanga, e se eles andam de tanga, é claro que não têm truques na manga, é a nossa ignorância que nos limita a este nível de zanga, e se isto não anda nem desanda temos que fazer alguma coisa como a juventude em luanda,
<Se o amanhã não vem, não me esqueço de quem fui, nem de quem foi tudo para mim, mas como acredito, que o hoje é infinito, eu brindo com tinto e esta é para ti>
dizer
Batidas copos, noitadas recaídas horas resumidas a duas ou três imagens distorcidas, sentado numa sala vazio colecciono recortes pa encontrar sentido na vida, liberto-me dos males certeza sem saldos, não contes rescaldos, adulterados, espero que te cales, ignorância é como bênção verdade é como estalos torna homens calvos façam cálculos, somos o quê?, alvos?, somos o quê?, livros ou parvos, livros não criam escravos, e eu vejo-me por aqui a criticar e contar centavos, a trabalhar pa cérebros lavados e a esquecer a razão porque fui baptizado, decifra, da morte ninguém nos livra, é isso que me motiva, uma alma que se move com a força duma locomotiva, num corpo três ou quatro vidas em simultâneo só pra sarar as feridas, porque lá fora...., não é um terço daquilo que se diz, seguro-me ao terço como a avó sempre quis, mas eu percebo a razão pa tu te rires, não tens caprichos e tudo o que trazes em ti é lixo, mas será que vale a pena teres medo do futuro hannnn?, eu faço-me acompanhar com cinco ou seis talibans, não durmas em camas, dorme em divãs, porque quem tem medo do escuro nunca sente manhãs, e, o fim, pode vir em pezinhos de lã, quem é que diz se o mundo não acaba amanhã, a sorte eu não confio nela, porque é ela que dita o fim de quem só depende dela,
<dizer que sim há vida, dizer que não há morte, dizer na despedida>
<dizer que sim há vida, dizer que não há morte, dizer na despedida>
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
como sou
<fico..., há procura dum motivo, tentar manter-me vivo mas eu apenas, fico...., com um futuro de parte tipo uma criança no parque que deus só castiga mais tarde eu, fico...>
fico...., sentado no meu quarto, mas as barreiras de fumo que faço não me deixam ver o parque, por isso fico a dar pedaços de mim gratuitos não são poucos são muitos, porque eu não curto os vossos ruídos e, fico...., a destruir-me por fora a criar-me por dentro, acreditar só naquilo que eu sinto, porque eu não vou naquela escravidão de ideias, prefiro morrer de barriga cheia do que no meio desse players, que me dizem onde é suposto andar ou ir, julgar ou punir, a vossa estupidez faz-me rir, mas a minha arrogância é classe e eu não preciso de bases eu mostro a mesma cara que tinha quando escrevi esta frase, hoje sinto-me mais alto do que os Himalaias, com sucesso a longo prazo tipo a cola dos meus flayers, e fama?, não ligo ás tuas saias por mais que me atraias, prefiro me perder no fumo dos meus kayas, mares de felicidade eu desaguo nessas praias, e se continuo a custo zero nem a tua alma bayas, porque não é credível, o vosso olho pa musica tá sujo com rimel não persigo o vosso papel, já que o novo não toca o velho é que me foca eu faço brocas só pa inspirar os cotas, fazerem clássicos e abrirem portas, porque estas porcas continuam a cantar as notas todas tortas, eu, <fico..., há procura dum motivo, tentar manter-me vivo mas eu apenas, fico...., com um futuro de parte tipo uma criança no parque que deus só castiga mais tarde eu, fico...>, perdido neste mundo se calhar já não me encontro, mas tenho a certeza que tou pronto, com tudo aquilo que preciso não faço isto pa ser bonito já lá vão uns anos não ligo, muito a isso, tipo tar na moda, música perigosa mostro que a rua é minha brother, mais um passado que s'afoga, em bebida e broca, criança do parque adormeceu já não acorda, mais um que se enforca com a corda ao pescoço, sem se despedir da cota, será que a verdade importa?, whitelipps e a cabeça há roda, da forma que nada me incomoda, eu, <fico..., há procura dum motivo, tentar manter-me vivo mas eu apenas, fico...., com um futuro de parte tipo uma criança no parque que deus só castiga mais tarde eu, fico...>, fico, perdido na insónia, vou queimar a babilónia, sou como o sol da Califórnia, sou terra tórrida, derreto a patagónia, eufórica, há fumo na amazonia, rastah man vibration, pay attention fumo away foundation, a minha herança, ser um vendedor de esperança, pesa na balança, smoke ganza, when i smoke ganja, viro black jack mustanga, meu black anda, a ver quem é que comanda, sentires o meu veneno numa grama, de poderosa black mamba, fico mais próximo da mudança, fico, pseudónimo da bonança, brinco com a saúde enquanto o coração não se cansa, fico atónito, comigo próprio, afónico, pra vos contar os episódios, e pode ser que so um escape pa esquecer a sociedade, como viajar no espaço, ya men, obrigado, mas não me formato continuo como eu exacto, e continuar a marcar pontos, com factos, fico mais perto do espaço, mais longe das modas....
fico...., sentado no meu quarto, mas as barreiras de fumo que faço não me deixam ver o parque, por isso fico a dar pedaços de mim gratuitos não são poucos são muitos, porque eu não curto os vossos ruídos e, fico...., a destruir-me por fora a criar-me por dentro, acreditar só naquilo que eu sinto, porque eu não vou naquela escravidão de ideias, prefiro morrer de barriga cheia do que no meio desse players, que me dizem onde é suposto andar ou ir, julgar ou punir, a vossa estupidez faz-me rir, mas a minha arrogância é classe e eu não preciso de bases eu mostro a mesma cara que tinha quando escrevi esta frase, hoje sinto-me mais alto do que os Himalaias, com sucesso a longo prazo tipo a cola dos meus flayers, e fama?, não ligo ás tuas saias por mais que me atraias, prefiro me perder no fumo dos meus kayas, mares de felicidade eu desaguo nessas praias, e se continuo a custo zero nem a tua alma bayas, porque não é credível, o vosso olho pa musica tá sujo com rimel não persigo o vosso papel, já que o novo não toca o velho é que me foca eu faço brocas só pa inspirar os cotas, fazerem clássicos e abrirem portas, porque estas porcas continuam a cantar as notas todas tortas, eu, <fico..., há procura dum motivo, tentar manter-me vivo mas eu apenas, fico...., com um futuro de parte tipo uma criança no parque que deus só castiga mais tarde eu, fico...>, perdido neste mundo se calhar já não me encontro, mas tenho a certeza que tou pronto, com tudo aquilo que preciso não faço isto pa ser bonito já lá vão uns anos não ligo, muito a isso, tipo tar na moda, música perigosa mostro que a rua é minha brother, mais um passado que s'afoga, em bebida e broca, criança do parque adormeceu já não acorda, mais um que se enforca com a corda ao pescoço, sem se despedir da cota, será que a verdade importa?, whitelipps e a cabeça há roda, da forma que nada me incomoda, eu, <fico..., há procura dum motivo, tentar manter-me vivo mas eu apenas, fico...., com um futuro de parte tipo uma criança no parque que deus só castiga mais tarde eu, fico...>, fico, perdido na insónia, vou queimar a babilónia, sou como o sol da Califórnia, sou terra tórrida, derreto a patagónia, eufórica, há fumo na amazonia, rastah man vibration, pay attention fumo away foundation, a minha herança, ser um vendedor de esperança, pesa na balança, smoke ganza, when i smoke ganja, viro black jack mustanga, meu black anda, a ver quem é que comanda, sentires o meu veneno numa grama, de poderosa black mamba, fico mais próximo da mudança, fico, pseudónimo da bonança, brinco com a saúde enquanto o coração não se cansa, fico atónito, comigo próprio, afónico, pra vos contar os episódios, e pode ser que so um escape pa esquecer a sociedade, como viajar no espaço, ya men, obrigado, mas não me formato continuo como eu exacto, e continuar a marcar pontos, com factos, fico mais perto do espaço, mais longe das modas....
a fase....
eu tou na fase da clarividência, deves ter uma deficiência, não ter-me como uma referencia, sem ciência só essência, ele ta na faixa e encaixa como um método de sentido dar baixa, relaxa deixa a vibe ser contagiante, eu esmago-te como um insecto insignificante, eu tenho rimas como um traficante, no canto da rua pouco cintilante, vivo a todo o instante, e não faço por um montante, qual é o caminho adiante?, eu estou confiante, amanhã nigga eu garanto-te, tou tenso por isso eu não penso em como compenso, as minhas feridas não têm penso, eu avanço perante o fumo denso mergulhado no meu imenso,....o nome do som é clarividência, porque é clara a evidência, que eu só tenho uma dependência, com muita frequência, tu chamas-lhe rap eu chamo de ciência, ofereço-me constantemente a esse tipo de demência, e não me perco em nada se me encontro em tudo, a música é o mercúrio que eu saro no estúdio, basta-me metade de um loop pa encontrar um assunto, tipo perfume, levantar este defunto hip hop porque, no fundo nem morreu, mas, quem sou eu pa fazer o ponto de vista se o teu ouvido nem o regista,
será que tens?
<será que aquilo que tens é aquilo que precisas?, o que é que precisas?, o que é que tens?>
uma lágrima que cai, e escorre pela mama, desagua no mamilo, excita-me dama, não é fácil aguentar, a tentação humana quando o prazer chama anda anda, renasci mordi, o fruto proibido, não gastes lágrimas por mim sou um caso perdido, querem-me bater?, diz-me quem são, eles pra dizerem se tens razão ou não, boites e cadillacs há patrão, eles andão ai, não posso dormir, e a vida não me oferece motivos para sorrir, vou sobreviver, depois viver, entender que não é tarde demais para ser, feliz, ramboias e menages em paris, numa praia a beber martinis e a pontua-las consoante o biquíni,com o iate atracado, há espera de eu e ela cometermos o pecado, é viver sem vergonha aproveitar a liberdade, é verdade, ando na rua há vontade, e mijo em qualquer parte da cidade, a minha alma tá tatuada, a chave pro insucesso, uma vida de excessos, supostamente sem nexos, com drogas e loucura há mistura, coisa que não me favorece, até parece levo os dias a ajudar o meu coração a parar, e ofereço-te vários temas pra pensares,
<o que é que precisas?, rimas num papel, ou putas num bordel, ao fumo do bom mel, e o que é que tens?, rimas em freewell, o coro é natural e o fumo sabe todo igual,>
exclusivo, eu perdi o juízo, não me dizem o sítio, onde deixei o indicio, de onde algum dia tive inicio, mas preciso dum vicio, sou estupido e dizio, é bom dia todo o dia, estilo patrício, copo do sitio que tal sentarmo-nos há mesa e fazermos um rodízio, escrever a vida do fim pro inicio, percebes o beneficio, tornar rimas em batidas um oficio que explica como se tivesses um sitio,
<o que é que precisas?, rimas num papel, ou putas num bordel, ao fumo do bom mel, e o que é que tens?, rimas em freewell, o coro é natural e o fumo sabe todo igual,>
Quando partir deste mundo só me encontras no L, chego bem regado com um quarto reservado num hotel, com vista po pecado que paisagem cruel, onde nada te é fiel, pessoas só se interessam na fama ou no papel, prefiro uma garrafa de jack daniel, com as coordenadas que me deixem na loucura, noite ainda dura, umas horas eu gosto da rua, bem escura, a escumalha é pura, objectivo de abrir os olhos há geração futura, vida é curta, se precisas da noção eu ofereço-te ajuda....
uma lágrima que cai, e escorre pela mama, desagua no mamilo, excita-me dama, não é fácil aguentar, a tentação humana quando o prazer chama anda anda, renasci mordi, o fruto proibido, não gastes lágrimas por mim sou um caso perdido, querem-me bater?, diz-me quem são, eles pra dizerem se tens razão ou não, boites e cadillacs há patrão, eles andão ai, não posso dormir, e a vida não me oferece motivos para sorrir, vou sobreviver, depois viver, entender que não é tarde demais para ser, feliz, ramboias e menages em paris, numa praia a beber martinis e a pontua-las consoante o biquíni,com o iate atracado, há espera de eu e ela cometermos o pecado, é viver sem vergonha aproveitar a liberdade, é verdade, ando na rua há vontade, e mijo em qualquer parte da cidade, a minha alma tá tatuada, a chave pro insucesso, uma vida de excessos, supostamente sem nexos, com drogas e loucura há mistura, coisa que não me favorece, até parece levo os dias a ajudar o meu coração a parar, e ofereço-te vários temas pra pensares,
<o que é que precisas?, rimas num papel, ou putas num bordel, ao fumo do bom mel, e o que é que tens?, rimas em freewell, o coro é natural e o fumo sabe todo igual,>
exclusivo, eu perdi o juízo, não me dizem o sítio, onde deixei o indicio, de onde algum dia tive inicio, mas preciso dum vicio, sou estupido e dizio, é bom dia todo o dia, estilo patrício, copo do sitio que tal sentarmo-nos há mesa e fazermos um rodízio, escrever a vida do fim pro inicio, percebes o beneficio, tornar rimas em batidas um oficio que explica como se tivesses um sitio,
<o que é que precisas?, rimas num papel, ou putas num bordel, ao fumo do bom mel, e o que é que tens?, rimas em freewell, o coro é natural e o fumo sabe todo igual,>
Quando partir deste mundo só me encontras no L, chego bem regado com um quarto reservado num hotel, com vista po pecado que paisagem cruel, onde nada te é fiel, pessoas só se interessam na fama ou no papel, prefiro uma garrafa de jack daniel, com as coordenadas que me deixem na loucura, noite ainda dura, umas horas eu gosto da rua, bem escura, a escumalha é pura, objectivo de abrir os olhos há geração futura, vida é curta, se precisas da noção eu ofereço-te ajuda....
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
o que ficou na caneta
passa o tempo, agora que seja como queiras, vou-me submeter a transformar no que desejas, noites inteiras a contemplar o brilho das estrelas, a pedir desejos mas as realizações nem vê-las, aprendi que o sol nasce pra todos mas só brilha para alguns, habitei a escuridão mas procurei a luz, nas costas carregava e assumia os teus sonhos, competi-me a renascer diante destes escombros, e a lua, que ilumine o meu caminho, por entre batalhas nocturnas eu e o meu espírito destemido, aguardo o destino eu e a solidão sozinho, componho a maioria da história de um poeta nunca lido, arrasto-me pla cidade esquecido olha pra mim ferido zangado contigo, contido com olhar desiludido, contudo a fazer o máximo pra me manter sóbrio, isto sou eu metade raiva, metade ódio,.....cheguei, eu estou aqui perto de ti, e mais distante do que tinha planeado para mim, eu também procuro a explicação dos pássaros, o meu nome também é legião recito o auto dos danados, sobretudo espero o inicio do mundo livre, com sonhos muito parvos espero que ele próprio se mude, desconfiado desacreditado do próximo passo, e em cada passo encalho sempre com o meu passado, falhado é o meu nome, porque falho em tudo o que faço, descreve-me, só te vem há cabeça fracasso, por favor diabo, deixa-me de uma vez por todas, eu não escrevo versos eu grito há desgarrada as minhas histórias, já não és mais o meu anjo da guarda, <agora sou eu próprio>, podes crer nada me para, <transformo em metódico o teu ódio>, e assima de tudo, mesmo que tudo mude, < ser eu próprio>, mesmo quando bato no fundo não deixar de ser eu próprio,.....divorciado da vida, faço uma retrospectiva relembro memórias guardadas nesta viagem introspectiva, já queimei uma floresta agora semeio a minha própria árvore, já escolhi a minha cova e agora sou eu que a cavo, ferrei as unhas nas palavras que da minha boca saem, moldei o meu rosto de acordo com as lágrimas que me caem, em dívida com aqueles que se preocupam comigo, não eide pagar a divida porque sou mal agradecido, nunca fui muito habilidoso, dizem que sou estranho e esquisito, entre aquelas que me acham esquece eu já nem ligo, muda o fundo e a personagem mas a história se repete, e aqui estará a minha a mão que de novo a escreve, eu repito segredarei quantas vezes for preciso, que a única coisa que mereço é morrer sozinho, lamentar-me-ei desgraçado o meu companheiro será o vinho, e juntos imaginaremos aquilo que eu podia ter escrito,
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Lacunas
oiço muitos afirmarem-se soldados do liricismo, mas nunca carregaram o fardo do heroísmo, sou um lutador inteiro a tentar conquistar o teu amor, sabes lá tu o que é sangue lágrimas e suor, tu nunca, o problema é enorme, não te falta comida nem na rua tu domes, inda falas que na street ganhas muitas batalhas, não te esforças pra mudar porque nem sequer trabalhas, há roubas pra comer?, isso já basta, não te vejo a alimentar de fios de prata, és soldado só por ter uma arma?, pensa..., porque debaixo da terra só te idolatram a alma, tu até podes ser um pássaro e o teu bico é ponta e mola, mas ásde perder o pio se fores parar há gaiola, por isso luta pa que não sejas um derrotado, porque seguires essa escola sais sempre reprovado,
<falo a preto e branco e Portugal fica pintado, suporto esta bandeira e este hino desafinado>,
sente a mensagem soldado com a alma dignificada, tu que trocas-te uma arma por uma multa lixada, a cada dia acordo oiço o sol da madrugada, sempre lutas-te pla vida e o fizeste de forma honrada, cuspiste na mão do crime quando ele se apresentou, viras-te costas há miséria quando ela se instalou, não te lamentas por ai como esses parvos que não se mexem, veem a idade a aumentar mas que nunca mais crescem, és forte plos ideais que aos teus vais passar, na miséria ou na riqueza a humildade não vejo mudar, não precisas do estatuto que ilude esta geração, pensa ser dona do mundo nem tem uma direcção, das ruas da incerteza são calçadas com sida, e no silêncio da noite são presença adquirida, choram por cima de beats por o que não têm na vida, e é escaca a minoria que procurou uma saída.......,
«seja um verso numa parede ou num poema encadernado, mudam as cores os autores mas o tempo não está parado, contrario a tendência ao fazer o que me dá prazer, porque num prisma a preto e branco tenho muito mais pra ver, não excluo possibilidades e cada dia é uma surpresa, convicto na teoria a prática é uma certeza, vacinados de trinta em trinta contraímos a doença, a crise toca a todos pontapeia a minha crença, aos anos que aqui ando, já não adianta Sebastião não volta e Portugal não anda, só coxeia numa colcheia que escasseia neste tema, e não aceito que viver tenha de ser um problema, corremos atrás do livro que não existe lá fora, nos somos o que procuramos mas que a gente ignora, é o fundamento da inflação que a educação revela, em lacunas da republica a minha voz é acapela
<falo a preto e branco e Portugal fica pintado, suporto esta bandeira e este hino desafinado>,
sente a mensagem soldado com a alma dignificada, tu que trocas-te uma arma por uma multa lixada, a cada dia acordo oiço o sol da madrugada, sempre lutas-te pla vida e o fizeste de forma honrada, cuspiste na mão do crime quando ele se apresentou, viras-te costas há miséria quando ela se instalou, não te lamentas por ai como esses parvos que não se mexem, veem a idade a aumentar mas que nunca mais crescem, és forte plos ideais que aos teus vais passar, na miséria ou na riqueza a humildade não vejo mudar, não precisas do estatuto que ilude esta geração, pensa ser dona do mundo nem tem uma direcção, das ruas da incerteza são calçadas com sida, e no silêncio da noite são presença adquirida, choram por cima de beats por o que não têm na vida, e é escaca a minoria que procurou uma saída.......,
«seja um verso numa parede ou num poema encadernado, mudam as cores os autores mas o tempo não está parado, contrario a tendência ao fazer o que me dá prazer, porque num prisma a preto e branco tenho muito mais pra ver, não excluo possibilidades e cada dia é uma surpresa, convicto na teoria a prática é uma certeza, vacinados de trinta em trinta contraímos a doença, a crise toca a todos pontapeia a minha crença, aos anos que aqui ando, já não adianta Sebastião não volta e Portugal não anda, só coxeia numa colcheia que escasseia neste tema, e não aceito que viver tenha de ser um problema, corremos atrás do livro que não existe lá fora, nos somos o que procuramos mas que a gente ignora, é o fundamento da inflação que a educação revela, em lacunas da republica a minha voz é acapela
domingo, 1 de janeiro de 2012
não peço mais nada
<quero ser, a força pra lutar, quero ver, o brilho no teu olhar, fazer valer cada dia com o meu suor, fechado no meu mundo até a um amanhã melhor, não fiques parado, punho levantado, liberta a tua voz, neste mundo calado>,
não quero o compromisso nem a pressão, adoro o que faço sem obrigação, escrever um verso numa canção, fazer-te cantar num concerto o refrão, ver-te saber as letras de cor, a primeira fila valoriza o suor, olhos tatuados num quarto fechado, um futuro brilhante que me passa ao lado, é o que tens dito e eu não tenho escutado, sou um sonho dito nunca realizado, sou amargura que perdura, noite escura com a voz que fura, hipótese gasta no tempo cruel, conheço o guião mas não quero o papel, achas que é fácil suportar o custo o preço de um álbum isso é injusto, ofereço-te o lucro se é o que interessa, cruzo os dedos e faço a promessa, ofereço-te a fama o palco é todo teu, já podes brilhar muito mais do que eu, fica com tudo eu não quero a fachada, só quero uma noite na paz passada, um beijo um abraço de forma apertada um amor verdadeiro eu não peço mais nada....
não quero o compromisso nem a pressão, adoro o que faço sem obrigação, escrever um verso numa canção, fazer-te cantar num concerto o refrão, ver-te saber as letras de cor, a primeira fila valoriza o suor, olhos tatuados num quarto fechado, um futuro brilhante que me passa ao lado, é o que tens dito e eu não tenho escutado, sou um sonho dito nunca realizado, sou amargura que perdura, noite escura com a voz que fura, hipótese gasta no tempo cruel, conheço o guião mas não quero o papel, achas que é fácil suportar o custo o preço de um álbum isso é injusto, ofereço-te o lucro se é o que interessa, cruzo os dedos e faço a promessa, ofereço-te a fama o palco é todo teu, já podes brilhar muito mais do que eu, fica com tudo eu não quero a fachada, só quero uma noite na paz passada, um beijo um abraço de forma apertada um amor verdadeiro eu não peço mais nada....
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