quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
poeta em viagem
olha prá mão d'um poeta, calejada e marcada, por toda a falsidade que apanhei por esta estrada, o ódio que sinto, passa a desgosto, quando não vejo um brilho no rosto, daqueles que eu queria, viram a rotina fazer da vida apatia, numa família, só de fachada, cada um por si de cara voltada, como seguir as regras do livro que a mim já não me ensina nada, quando vez passei por aquela porta, ouvir-te a chorar podes crer que me importa, e ódio a incapacidade de nada poder fazer, hoje percebo como é que ficavas, quando te pedia um brinquedo e tu não compravas, por isso desculpa se não percebi, e vê a inspiração que recebi de ti, nada quero que me pagues, não te sintas mal, nem quero uma prenda pelo natal, só quero que estejas todos os dias, com o mesmo olhar de quando histórias me lias, adormecia tão bem e acordava bem melhor, embalado na certeza de contar com o teu amor, olha lá vai o filho do vereador, aquele do site tá armado em cantor, aquele que rima com niggas da baixa, oh meu deus que classe tão baixa, quem são vocês pra falar de classe, se não têm mais que a quarta, numa mentalidade atrasada, sinceramente a mim já farta, eles não precisam da vossa pena, nem sequer de solidariedade, nem imaginas o que podem fazer, se lhes derem uma oportunidade, uma pessoa não se mede plo salário, nem por o voto ou poder partidário, nem pelo carro, nem pelo curso, nem numa ou num concurso, licenciado não sou por opção, inteligência não é memorização, dispenso ser um engenheiro cabula, sou o génio que habita na lua, sou autodidacta, com ordenado, sem um carro topo de gama comprado, o que dedico tempo a deixar do tempo que o tempo lhe ensinou, pra que os de hoje não repitam os meus erros, e outros aprendam com o que sou, será que sentes o que sinto, quando eu vejo o meu pai desiludido, pela cobardia de quem não faz da vida o que ele fez num dia, por isso prá lem da sua posição, inveja o filho mais a educação, não devo nada a ninguém, construí aquilo que sou, criei este reflexo que ao infinito me levou, por isso é que eu já não me preocupo, fiz tudo pra ter o lugar que ocupo, madrugadas a programar, madrugadas a trabalhar, sou vítima desta estúpida guerra, Sines Setúbal qual é a tua terra, vejo escolhas condenadas, falta de visão pessoas atrasadas, poucos deram aquilo que eu dei, por Sines só eu o sei, diz-me quem mais alto levou, este local que me abraçou, por isso quando ao céu chegar, já tenho uma historia pra contar, começa ao lado do pragas a cantar, e termina quando este beat acabar
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
assim sou eu....similar ao vento....
sê bem vindo ás páginas do caderno oculto, o que escrevo desde sempre e pelo qual estou de luto,subo ao palco de preto com as cortinas fechadas oiço o grito de uma multidão em caras apagas, são voz e cor que aclamam o meu regresso, são, gritos de inveja que querem o meu sucesso,
<será que imaginas o que eu tenho de aturar, só pra ter algo novo pa conseguir entregar>,
divido pesos responsabilidade carrego, esse carimbo são os meus olhos para quando me sinto cego, e esse brilho no olhar diz-me o que é que revela, será que inda sou estrela sem beat numa acapella?,, será que ainda te lembras quando acabar a novela?, será que ainda te iludes e corres atrás dela?, aproxima-te quero-te contar um segredo, sou forte mas falho e da verdade tenho medo,<eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>, de phones nos ouvidos sinto que a visão melhora, chora por quem já não volta e grito por quem foi embora, atrás o máximo que consigo mas chega a minha hora, talvez vos faça a vontade de me verem daqui pra fora, equaciono possibilidades, impossível de ter paz, uma tempestade no copo visão deste rapaz, há muita gente que fala, mas pouca gente faz, marco pegadas pá frente segue as que tão pa trás, oferece-me oportunidade que a coragem não permite, e perdoa tudo o resto que esta voz omite, sinto os dedos a tremer e o coração acelerado, odeio-te por tudo por me deixares neste estado, são recortes de momentos como se de um álbum se tratasse, mas sou rasteirado pla certeza se perguntasse, inspiro os movimentos que a noite levou pro dia, olha-me nos olhos vê-me a fazer magia, <eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>,
<será que imaginas o que eu tenho de aturar, só pra ter algo novo pa conseguir entregar>,
divido pesos responsabilidade carrego, esse carimbo são os meus olhos para quando me sinto cego, e esse brilho no olhar diz-me o que é que revela, será que inda sou estrela sem beat numa acapella?,, será que ainda te lembras quando acabar a novela?, será que ainda te iludes e corres atrás dela?, aproxima-te quero-te contar um segredo, sou forte mas falho e da verdade tenho medo,<eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>, de phones nos ouvidos sinto que a visão melhora, chora por quem já não volta e grito por quem foi embora, atrás o máximo que consigo mas chega a minha hora, talvez vos faça a vontade de me verem daqui pra fora, equaciono possibilidades, impossível de ter paz, uma tempestade no copo visão deste rapaz, há muita gente que fala, mas pouca gente faz, marco pegadas pá frente segue as que tão pa trás, oferece-me oportunidade que a coragem não permite, e perdoa tudo o resto que esta voz omite, sinto os dedos a tremer e o coração acelerado, odeio-te por tudo por me deixares neste estado, são recortes de momentos como se de um álbum se tratasse, mas sou rasteirado pla certeza se perguntasse, inspiro os movimentos que a noite levou pro dia, olha-me nos olhos vê-me a fazer magia, <eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>,
terça-feira, 29 de novembro de 2011
passado tanto tempo ainda te guardo no cá dentro com saudade ainda te amo.....poesia
Conta-me a história que me contas-te uma vez, tento recorda-la quando surgem os porquês, naquela altura a lua trazia-me mais certeza, o tempo vai passando mas não muda a tristeza, quero ouvir de novo as palavras que sussurras-te, relembrar-me dos segredos que me confias-te eu continuo o mesmo, mesmo quando tu me ignoras, será que hoje em dia tu por mim ainda choras, a inocência que me davas era singular, não sei qual foi de nós o primeiro a mudar, fazes-me visitas mas só temporariamente, quem me dera que voltasses e ficasses para sempre, mas muitas vezes a tua vontade é pouco certa, à noite são esperanças deixo a porta mais aberta, o que é que se passou connosco diz-me por favor, não é por acaso que ainda te trato por amor, porque é que não percebes que estou a ficar mais fraco, se não me queres dar um beijo dá-me ao menos um abraço, e diz-me que está tudo bem como antigamente, quando passávamos tardes a olharmos frente a frente, eu sei que posso se ingrato naquilo que escrevo, e que a minhas atitudes só reflectem o meu medo, de te perder e de te ver sem poder tocar, por mim podias tentar a voltar a acreditar, o que é que não gostas em mim que eu não posso muda-lo, tenho esse poder mas não sei utiliza-lo, tenho uma só razão pra que a vida seja bela, a partir da meia-noite olha pra minha janela,
<conta-me a história mais linda, que me contas-te uma vez, em voz baixa sussurrando ao ouvido, que pode ser a última vez>,
a saudade aperta e não dá pa ignorar, a dor fica cá dentro como uma ferida por sarar, recordo bons momentos que contigo passei, mas a tua partida foi algo que nunca imaginei, com o tempo passando os sentimentos são iguais, se calhar quando desabafei já foi tarde demais, faço a solidão o meu companheiro diariamente, quando sonho que voltas-te e ficas-te para sempre, quando partis-te simplesmente ficou um vazio cá dentro, mas na mesma distância mudou o meu sentimento, se me nasceu num dia espero seja eterno, quantas lágrimas chegaram nas folhas destes cadernos, houve tanta coisa que ficou por dizer, duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer, a mágoa cá dentro, carrego sempre comigo, dava tudo pa voltar a rever o teu sorriso, se calhar tenho culpa por ter sido tão calado, mas tinha medo de tentar e sair mais magoado, és tudo para mim, fonte da minha inspiração, tudo aquilo que sonho talvez uma simples ilusão,
<conta-me a história mais linda, que me contas-te uma vez, em voz baixa sussurrando ao ouvido, que pode ser a última vez>,
houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas, tantas lágrimas que chorei em forma de tinta, olho-te com a mesma paixão que te olhava dantes, pra ti já fui eterno mas apenas por instantes, durante anos seguidos foste tu a minha musa, mas o medo de te perder é aquilo que mais me assusta, ao me lembrar de ti ganho forças pra lutar, e encarar a vida injusta que tenho de enfrentar, se te desiludi peço desculpa mas é estranho, não imaginas nem metade do amor que tenho, és o ponto final que termina as minhas tardes, o ponto de exclamação que dá vida às minhas frases, adormeço a pensar em ti e acordo contigo no pensamento, imaginando que regressas a qualquer momento, a esperança não morre quando acordo a fantasia, reencontrar-te era tudo o que eu queria, se soubesses tudo aquilo que eu fiz por tua causa, a forma é diferente mas a alma é a mesma, estás sempre calada mas eu estendo-te a mão, e por momentos passo para outra dimensão, para um mundo diferente que um dia sonho encontrar, ter-te do meu lado sempre que eu precisar, nos momentos difíceis estejas lá pra me apoiar, mas a esperança que eu guardo é o que me faz acreditar, no mundo que não me aceita por muito que eu tente, és o meu refugio, carinhosa e sorridente, se te perder só espero que me encontres um dia, mas até lá... ainda te amo....poesia
<conta-me a história mais linda, que me contas-te uma vez, em voz baixa sussurrando ao ouvido, que pode ser a última vez>,
a saudade aperta e não dá pa ignorar, a dor fica cá dentro como uma ferida por sarar, recordo bons momentos que contigo passei, mas a tua partida foi algo que nunca imaginei, com o tempo passando os sentimentos são iguais, se calhar quando desabafei já foi tarde demais, faço a solidão o meu companheiro diariamente, quando sonho que voltas-te e ficas-te para sempre, quando partis-te simplesmente ficou um vazio cá dentro, mas na mesma distância mudou o meu sentimento, se me nasceu num dia espero seja eterno, quantas lágrimas chegaram nas folhas destes cadernos, houve tanta coisa que ficou por dizer, duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer, a mágoa cá dentro, carrego sempre comigo, dava tudo pa voltar a rever o teu sorriso, se calhar tenho culpa por ter sido tão calado, mas tinha medo de tentar e sair mais magoado, és tudo para mim, fonte da minha inspiração, tudo aquilo que sonho talvez uma simples ilusão,
<conta-me a história mais linda, que me contas-te uma vez, em voz baixa sussurrando ao ouvido, que pode ser a última vez>,
houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas, tantas lágrimas que chorei em forma de tinta, olho-te com a mesma paixão que te olhava dantes, pra ti já fui eterno mas apenas por instantes, durante anos seguidos foste tu a minha musa, mas o medo de te perder é aquilo que mais me assusta, ao me lembrar de ti ganho forças pra lutar, e encarar a vida injusta que tenho de enfrentar, se te desiludi peço desculpa mas é estranho, não imaginas nem metade do amor que tenho, és o ponto final que termina as minhas tardes, o ponto de exclamação que dá vida às minhas frases, adormeço a pensar em ti e acordo contigo no pensamento, imaginando que regressas a qualquer momento, a esperança não morre quando acordo a fantasia, reencontrar-te era tudo o que eu queria, se soubesses tudo aquilo que eu fiz por tua causa, a forma é diferente mas a alma é a mesma, estás sempre calada mas eu estendo-te a mão, e por momentos passo para outra dimensão, para um mundo diferente que um dia sonho encontrar, ter-te do meu lado sempre que eu precisar, nos momentos difíceis estejas lá pra me apoiar, mas a esperança que eu guardo é o que me faz acreditar, no mundo que não me aceita por muito que eu tente, és o meu refugio, carinhosa e sorridente, se te perder só espero que me encontres um dia, mas até lá... ainda te amo....poesia
sábado, 12 de novembro de 2011
mudanças
eu tou pronto, pó resto da minha vida mesmo que isso seja um preço demasiado alto po meu bolso liso, já tou por tudo pa que me devolvam um sorriso que o amor me roubou ao tornar-me seu submisso, oiço qualquer coisa neste quarto juro, já estou farto qualquer dia parto tudo ou parto deste lugar, eu já conheço o diabo alguém que faça algo pa mudar o rumo desta casa, e eu não desanimar, se o queixo desce o peito sobe há garganta tanto, que só acalma esta dor quando inspiro e canto, aspiro e espanto os espíritos que atormentam estas paredes e credes que estes versos são egos dos meus medos, eu tenho ouvidos e olhos mas tenho ouvido e visto a minha cara no espelho e o meu tom de voz triste, há um demónio nesta casa que me diz desiste e eu desmoralizo tanto que é como se não existisse,....
Fiquei longe de ti fiquei longe de mim fiquei longe daqui
a onde tás?, só te vejo na fotografia, porque tu desapareceste como um truque de magia, e queeria um minuto pra dizer-te o que sinto, sinto-me perdido como num labirinto, enfim de sentimentos já não quero pensar em nada, tás comigo ou então sou uma história mal contada, inventada ou criada simplesmente por mero acaso, eu sei que eu falhei eu não te dei o espaço, e passo a palavra através da música, tu és a minha musa rara tu és única, porque eu não quero mais ficar longe de ti, desde que te foste eu fiquei longe de mim, eu sei que sou um parvo nem te deixo respirar, mas é por gostar de ti que ás vezes me falta o ar, eu sei que sou um parvo, que nem te deixo respirar, mas é por gostar de ti que ás vezes me falta o ar,.....houve um dia em que jurámos, ficar sempre juntos, a vida com menos putos, e nós com planos longos, lembras-te?, como se o tempo passa-se e nós sempre putos, até quando dormia-mos partilhávamos os mesmos sonhos, perdem-se imagens na memória, dissipa-se a tua voz o rosto fica a história, que me faz andar cabisbaixo a pensar no teu sorriso, a queimar gramas d'haxe pa pensar que tás comigo, só que dou comigo sozinho a pensar no que te digo, és o meu abrigo quando bazas onde é que eu fico?, será esta a sina de quem ama, uma pressão no peito e um nó na garganta, as forças esgotam-se, mas eu espero, tive que te perder, pa perceber que te quero, é quando eu penso, só a saudade me resta, se há uma história que acaba eu espero que seja esta.......
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
poesia e morte angustiante
Houve um dia em que um piano me tocou em voz alta, vida e obra de um demónio que chorava, repetindo-se eternamente a melodia na pauta, em memória do tal poeta de quem nunca ninguém leu nada, no peito tatuado uma imagem gravada, uma história que se inscreve na alma que se escreve com lágrima, que nasce e morre na cara, um suspiro esculpido numa fábula, é poesia....,arrastaram-se pla rua, dois corpos simétricos, um anjo e um demónio, ambos abióticos, quatro sombras negras, dois monstros acústicos, controlados por impulsos dionisíacos, dois deles manobrados abraçando poemas apoteóticos, o culminar de dois versos utópicos, e de universos oniricos se extraem seres destes, os, poetas esquecidos, dos livros que não leste, é poesia....,uma respiração ofegante, guardo o teu peito humilde registado pa sempre, o mundo vê o tempo atropela as coisas aproxima-se o advento, uma batida declarada ao vento, o meu corpo no cimento, sangue na cara horrendo, pobre diabo, como te entendo, olhem pra mim, neste abismo onde temo de medo, já fui uma estrela agora sou um buraco negro, é poesia, e a morte.....
eu acredito na alma...que tudo tem alma
eu acredito, que cada coisa tem uma alma, nem quero saber a verdade, não tenho força pra guardá-la, quero permanecer, ignorante em alguns aspectos, iludir-me num beijo e sustentar-me num afecto, eu acredito, que cada coisa tem uma alma, e cada uma existe para outra poder amá-la, deixa-me iludido por favor não me contes a verdade, não cria conhecer o amor pra nunca conhecer a saudade, eu acredito piamente, na alma das coisas, vivo morto e esperançoso, em pessoas boas, poupa-me desse inferno, não me contes a verdade do mundo, gritarei que sou ateu com um clima de advento no fundo, contraditório não, apaixonado plos mistérios, deslumbrado com as virtudes rostos cansados e velhos, objectos animais deuses demónios e pessoas, ajoelho-me perante o mundo e rezo pela alma das coisas....,
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
levezinho
nevoeiro cerrado chuva densa e ácida, folhas secas no chão manchado de sangue e lágrimas, vento forte o céu ameaça desabar, e na mão segredos guardados que preciso desabafar, um coração bate rápido, e descontrolado, a chuva na cara confunde-se com o que tenho chorado, o corpo já não tem vontade, pra avançar neste caminho agreste e amaldiçoado, o que é que eu faço, conto os segredos que guardo, toda a gente os tem mas acabam por ser desvendados, eu tenho vindo a acumula-los, e agora sinto-me destruído como sonhos não realizados, e este silêncio é doloroso, e as nuvens tapam o sol, céu escuro e tenebroso, que faz com me estiole, o ar é irrespirável, e também me dói o corpo, preciso demais desabafar e respirar fundo,
<sente, a brisa leve as folhas caídas no chão, "o que é que eu faço?", respira, fundo e esquece os segredos que apertas com a mão,"desabafo ou não desabafo">
abre a mão, liberta todos os segredos aprisionados, que agora voam no céu aberto, na forma de pássaros que alivio no meu peito, nos meus olhos novo brilho, nova voz limpa e livre, com um timbre destemido, o céu azul e o sol dourado ao fundo, o dia parece pintado há mão levado ao rubro, o meu silêncio agora são palavras, que conta ás pessoas que escutam interessadas, o coração bate relaxado, e compassado, e já nem me lembro dos problemas que pensava há bocado, agora que isto perdeu a gravidade, se o segredo for só teu, ele torna-se mais complicado, o corpo ganha forças e a mente renasce, nem o stress citadino me afecta mais, os anjos falam baixo e os demónios partiram em paz, tenho a vida há minha frente os problemas bem lá pa trás,
<sente, a brisa leve as folhas caídas no chão, "o que é que eu faço?", respira, fundo e esquece os segredos que apertas com a mão,"desabafo ou não desabafo">
abre a mão, liberta todos os segredos aprisionados, que agora voam no céu aberto, na forma de pássaros que alivio no meu peito, nos meus olhos novo brilho, nova voz limpa e livre, com um timbre destemido, o céu azul e o sol dourado ao fundo, o dia parece pintado há mão levado ao rubro, o meu silêncio agora são palavras, que conta ás pessoas que escutam interessadas, o coração bate relaxado, e compassado, e já nem me lembro dos problemas que pensava há bocado, agora que isto perdeu a gravidade, se o segredo for só teu, ele torna-se mais complicado, o corpo ganha forças e a mente renasce, nem o stress citadino me afecta mais, os anjos falam baixo e os demónios partiram em paz, tenho a vida há minha frente os problemas bem lá pa trás,
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
tempo do ultimo acto magistral
Abraça a mão do tempo como nunca abraçaste, escuta o som da minha voz, como nunca escutas-te, sente o hino de mil caras, tenho vozes e um contraste, na procura de ti próprio quando sentes que já falhaste, tento ser razoável, mas o meu tempo é limitado, sinto que já perdi demais por tudo aquilo que tenho dado, sinto as mãos a tremer, quando no palco vocês brilham, e um arrepio na pele ao ver que me deram o que não tinham, sinto a responsabilidade de te conquistar numa mensagem, não te iludas com o brilho e o fascínio de uma imagem, medalhas não são falsas o resto é camuflagem, raciocínio nesta geração é pura miragem, não o fumo que consomes é o fumo que te consome, quando mata te prende, e te rouba o teu nome, sou o assalto que te tenta quando a alma já rebenta, sou a raiva que explode e coração que não aguenta,
< e se o meu tempo, me permitir mostrar, serei a luz nos teus ouvidos que te vai guiar, e se esta história tem que ter um fim, é isto que eu sou e o que quero para mim>
extremamente individualista com uma mente em colectivo, que não me dá a cura mas vira preservativo, prefiro o ódio há verdade, que caracteriza a minha vivência, do que o amor a uma mentira, e um sorriso de benevolência, uma resposta não convicta, eu convido há reflexão, sou o reflexo que nunca fui, e cada dia é uma lição, sou sócio honorário da virtude que me guia, sou reflexo nos teus olhos, a saudade e a nostalgia, não quero ser inspiração pra quem sem me sentir premeia, os que cresceram a ouvir e me aplaudiram da plateia, não desiludo não iludo, sou ausência duma promessa, sou ampulheta e a areia que escorre sem dar conversa, sou o mérito duma vitória que comprei com o meu talento, sou perícia sem malícia, valores são o alimento, se o meu tempo me permitir, mudar o rumo desta história, serei a voz da salvação que vos canta em tons de glória!,
< e se o meu tempo, me permitir mostrar, serei a luz nos teus ouvidos que te vai guiar, e se esta história tem que ter um fim, é isto que eu sou e o que quero para mim>
sou o último acto de uma peça que nunca irá estrear, porque no fundo eu nem nasci eu morri para criar, vivo no limite da razão, insanidade chama por mim, não conheço o inicio mas tenho contracto com o fim, desvendo a vossa mente sente o medo e recua, sou mistura excessiva, do silêncio e luz da lua, simbologia desta vida e filosofia tatuada, sou o enigma sou a chave, sou a mágoa amargurada, não corro atrás de ninguém, mas fujo do que não sou, odeio cada verso que a minha mente criou!, nunca serei o melhor porque no fundo eu não existo, eu não penso nem respiro, moro ao lado de cristo, sou os phones nos ouvidos da esperança desfocada, na minha visão diminuta, amplamente explorada, e se as linhas diluídas justificam todo o mal, então o mundo já acabou e esta letra não é real...
< e se o meu tempo, me permitir mostrar, serei a luz nos teus ouvidos que te vai guiar, e se esta história tem que ter um fim, é isto que eu sou e o que quero para mim>
extremamente individualista com uma mente em colectivo, que não me dá a cura mas vira preservativo, prefiro o ódio há verdade, que caracteriza a minha vivência, do que o amor a uma mentira, e um sorriso de benevolência, uma resposta não convicta, eu convido há reflexão, sou o reflexo que nunca fui, e cada dia é uma lição, sou sócio honorário da virtude que me guia, sou reflexo nos teus olhos, a saudade e a nostalgia, não quero ser inspiração pra quem sem me sentir premeia, os que cresceram a ouvir e me aplaudiram da plateia, não desiludo não iludo, sou ausência duma promessa, sou ampulheta e a areia que escorre sem dar conversa, sou o mérito duma vitória que comprei com o meu talento, sou perícia sem malícia, valores são o alimento, se o meu tempo me permitir, mudar o rumo desta história, serei a voz da salvação que vos canta em tons de glória!,
< e se o meu tempo, me permitir mostrar, serei a luz nos teus ouvidos que te vai guiar, e se esta história tem que ter um fim, é isto que eu sou e o que quero para mim>
sou o último acto de uma peça que nunca irá estrear, porque no fundo eu nem nasci eu morri para criar, vivo no limite da razão, insanidade chama por mim, não conheço o inicio mas tenho contracto com o fim, desvendo a vossa mente sente o medo e recua, sou mistura excessiva, do silêncio e luz da lua, simbologia desta vida e filosofia tatuada, sou o enigma sou a chave, sou a mágoa amargurada, não corro atrás de ninguém, mas fujo do que não sou, odeio cada verso que a minha mente criou!, nunca serei o melhor porque no fundo eu não existo, eu não penso nem respiro, moro ao lado de cristo, sou os phones nos ouvidos da esperança desfocada, na minha visão diminuta, amplamente explorada, e se as linhas diluídas justificam todo o mal, então o mundo já acabou e esta letra não é real...
terça-feira, 25 de outubro de 2011
um sonho o meu sonho no meio do sono pesado...
« Será que não morri, será que sou eu quem está ali, será que foi o meu fim, não eu estou vivo, estou vivo, estava era fora de mim»
Terra molhada, sinto o cheiro e oiço a chuva pesada, a visão está desfocada mas consigo ver uma estrada, percorro-a com o peito ansioso e apertado, um nó na garganta e outro na cabeça instalado, no fim do caminho há um portão que range quando eu o abro, uma multidão chorosa e de luto é o que eu me deparo, e pelas campas que do chão desvanda-me o mistério, eu deduzo que isto seja um cemitério, todas estas faces, não me parece desconhecido, e no buraco aberto ao céu eu vejo o meu corpo estendido, deus queira que seja só um sonho esquisito, vejo a minha mãe ajoelhar-se e deixar escapar um grito, "o meu filho meu filho!", mãe eu estou aqui, quero, que olhes pra mim não sou esse corpo ai, porque é que chora a minha família aflita, eu estou aqui e esse corpo não se anima, horrorosa esta sinfonia um padre com um bíblia não acreditem que estou morto olhem pra mim isso é mentira, e o mais estranho é que apesar de assistir ao meu funeral, inda acredito que posso ser imortal,
«Será que eu morri, será que sou eu quem está ali, será que foi o meu fim, não eu estou vivo, estou vivo, estava era fora de mim»,
eu tinha coisas pa fazer, eu não me lembro de morrer, tanta frase por dizer, tanto poema que fica por escrever, preferia ver esse corpo a arder então, do que assistir o meu pai a decalcar um fusso com a mão, e tu "amor" porque choras?, lembra-te que não posso estar morto, não é o destino que nos separa parece que foi ele que nos juntou, nunca quis partir sem revelar o que trago cá dentro, mas eu quando vivi não tive coragem suficiente, julguei viver pa sempre, e mantive-me preguiçoso, há adiar movimentos pra depois do meu corpo, pensava que ia mudar o mundo mas não me cheguei a pensar muito, pensando bem acho que já estou morto desde que fiquei doido, «tem calma men», ya ya, eu estou vivo, e o facto de me quererem matar é a prova disso, e foi talvez por isso que me tornei há prova de sorrisos, e vejo-me a ser enterrado no próprio chão que eu piso, entro no meu corpo oiço palmas, tudo isto enquanto vivo, se os mortos poderem ver alguém então tá tudo fixe, o meu peps chega de lágrimas e flores hão-de nascer pessoas melhores, esta foi a minha última actuação neste mundo de actores....
Terra molhada, sinto o cheiro e oiço a chuva pesada, a visão está desfocada mas consigo ver uma estrada, percorro-a com o peito ansioso e apertado, um nó na garganta e outro na cabeça instalado, no fim do caminho há um portão que range quando eu o abro, uma multidão chorosa e de luto é o que eu me deparo, e pelas campas que do chão desvanda-me o mistério, eu deduzo que isto seja um cemitério, todas estas faces, não me parece desconhecido, e no buraco aberto ao céu eu vejo o meu corpo estendido, deus queira que seja só um sonho esquisito, vejo a minha mãe ajoelhar-se e deixar escapar um grito, "o meu filho meu filho!", mãe eu estou aqui, quero, que olhes pra mim não sou esse corpo ai, porque é que chora a minha família aflita, eu estou aqui e esse corpo não se anima, horrorosa esta sinfonia um padre com um bíblia não acreditem que estou morto olhem pra mim isso é mentira, e o mais estranho é que apesar de assistir ao meu funeral, inda acredito que posso ser imortal,
«Será que eu morri, será que sou eu quem está ali, será que foi o meu fim, não eu estou vivo, estou vivo, estava era fora de mim»,
eu tinha coisas pa fazer, eu não me lembro de morrer, tanta frase por dizer, tanto poema que fica por escrever, preferia ver esse corpo a arder então, do que assistir o meu pai a decalcar um fusso com a mão, e tu "amor" porque choras?, lembra-te que não posso estar morto, não é o destino que nos separa parece que foi ele que nos juntou, nunca quis partir sem revelar o que trago cá dentro, mas eu quando vivi não tive coragem suficiente, julguei viver pa sempre, e mantive-me preguiçoso, há adiar movimentos pra depois do meu corpo, pensava que ia mudar o mundo mas não me cheguei a pensar muito, pensando bem acho que já estou morto desde que fiquei doido, «tem calma men», ya ya, eu estou vivo, e o facto de me quererem matar é a prova disso, e foi talvez por isso que me tornei há prova de sorrisos, e vejo-me a ser enterrado no próprio chão que eu piso, entro no meu corpo oiço palmas, tudo isto enquanto vivo, se os mortos poderem ver alguém então tá tudo fixe, o meu peps chega de lágrimas e flores hão-de nascer pessoas melhores, esta foi a minha última actuação neste mundo de actores....
com o fumo de volta...
Toda a minha vida, não tive nada, e sem asa mesmo assim fugi de casa, com um conto e uma almofada, há noite durmo há espera que a fada apareça, que merda que seca pensamento brega graças há broca, quebra o sentido e eu ando sentido, contigo, e arrependido, com o que tenho dito bebo vinho, sabes néh que tenho sentido dificuldades jovem de idade mas fodido pa me manter em pé, esta cidade anda a ver se me bate, e na escola bate recordes de falta de assiduidade, assíduo há saudade tanto bate até que fura dois buracos no coração, amor fuma, quem dera que fosses estúpida pa não ser só um, chegar ao fim da vida e perceber que estraguei tudo, bumm!, rebento como uma bomba, vejo fumo na minha zona, deviam ser os bombeiros a fazer a ronda, acho que gira tudo há minha volta, tou a ficar tonto, passa álcool no assunto pronto não volto a tocar no ponto, sou tão burro que erro duas vezes, há terceira fico a ver a brincadeira dos deuses, é hoje que morro ao vivo, pisado ao piso, não conquisto o previsto desisto logo disto tudo, sou tão fixe, mas não vai mais feliz, meio indeciso, se sou mais monstro ou bicho....
Droga de esquina....
O tráfico vira afilhado da rua, é crença em cada esquina, vender há luz da lua droga é doença sem vacina, não há nada que substitua, sentença já tá lida, a história continua para a imprensa só fascina, mais um moça que se prostitua ou se torna dançarina, assim há noite actua a pele extensa que quer heroína, só tem que dançar nua, só pensa na narina, não há quem a substitua, a dor imensa não termina, verdade é nua e crua, e a dispensa tá vazia, apanha a sua dose só sobra pra comprar o pão e dia, o corpo se habitua, e compensa com a energia, cabeça evacua tem licença e já domina, já tem alguém que o segura conversa é que é assassina, diariamente marca presença e sua pele se destina, ao vício que é a rua já faz parte da rotina, ninguém que a obstrua ela já é divina, uma alma em cada esquina, mina há busca dum salário, com uma calma só distinta porque o mundo gira ao contrário, uma causa clandestina, vidas de pernas pra baixo, reina uma sina e muito pouco vale o que eu acho, esta esquina fascina, e ama essa ambição que amas, com quilos de felicidade vendida a gramas, seja por ti ou por aqueles que amas, é sustento sem julgamento em pacotes fezadas ou canas, uma alma em cada esquina, uma esquina em cada rua, uma rua em cada alma que uma esquina tornou sua, uma constante procura e uma fuga de quem sabe, que luta contra o tempo de saco preto ou só de saco, uma cabeça cheia de uma barriga vazia o pulsar de uma veia procura de uma saída, num mar de gente feia que se encontra por estar perdida, a história que o mundo aponta conta a história duma esquina.....
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Mácabro exterior aprisiona
<Por mais que eu escreva o que eu tou a sentir, nunca consigo, transcrever o que sinto cá dentro, há sempre uma máscara, o meu exterior>
Memo que a vida, não ande na mema, sobre carris, eu rendo-me pa pagar a renda, a uma sociedade que me julga plo que trago a tapar o corpo bem pago gordo e desleixado, mantenho-me fraco e o caralho, mando tudo cu caralho, não quero ligar ao exterior mas só penso cu caralho, asfixiar cada vez que chego ao fim do mês, pensar em fazer guita a fazer concertos e a vender cd's, mas prefiro dar a cena, na compra que eu falo e quanto a concertos acabo sempre bebado no palco, vê lá se me ralo no fim, eu não rimo o que vivo, eu vivo o que rimo, bora só um copinho, acabo a noite a rebentar garrafas de vinho tou todo grosso e eles pedem-me que me mantenha fino, vai-te na porta corta a moca a vida é louca queria cagar no dinheiro, e basear-me na droga, com um baseado na boca, que me foi rodado, sempre a fugir da moda, acabei descentrado, mal vestido e mal visto, este osso tens vendido mas no teu álbum eu não invisto, não fiques ofendido, fica é fodido, e pensa em visitar um psicólogo, mas é irónico, pagar para fazer monologo, e eu logo que posso colo, a minha versão, pra me dar o prologo, da minha situação, e exponho o coração, há tua disposição, numa canção, que não passa de meditação, de quem já não passa sem medicação, ansióliticos pós nervos népia bloqueadores po coração, viver em tensão, em função de stress, gastar uma emoção num verso, saber, que eu não conto com ninguém, pa de repente ser surpreendido e ser aconselhado por alguém, todos me dizem pa cagar e que a vida continua, nunca me tive a cagar, mas a merda continua, é tudo tão desigual, e nada é como esperavas, julgo que sentes o que é real, as palavras são metáforas, pós meus tropas sonhos são mortalhas droga, bate nas horas e as horas batem-se rápidas, mato-me a pensar em temáticas acabo a repetir dicas, e a escrever sobre coisas básicas, triste sina de um frustrado, fazer sons pa ninguém ligar um caralho, ser mc pra quê?, fazer rap até, me fartar ou me cansar de morrer de pé, quase nunca recebemos aquilo que damos e agora as pessoas são sempre diferentes daquilo que imaginamos continuo, encarcerado, nesta casa macabra acordar, com os gritos de uma relação marada, sem nada pa falar mas pa gritar tass bem, mãe diz que sou igual ao pai e pai diz que sou igual há mãe, e afinal sou igual a quem?, já nem digo que eu posso ter a mente aberta mesmo com a boca fechada, tic tac tac tic que me fode os planos, a vida é um carro rápido e que me leva os manos, vivo rápido e vou já nos cento e tantos, todos me têm sentido mas epáh não senti tantos, não percebes eu vou como dantes, e de beats dá-me só donuts senão eu como antes, viver perde os seus encantos morrer perto dos meus prantos, sonho viver sem fazer anos, pessoas deixam de ser importantes constroem-se confianças baseadas em enganos, e no fim pó no vazio infinito porque não há maior solidão que não ser reconhecido.......
Palavras de um interior preso num exterior moldado pla vida...que não me deixa libertar por o meu próprio bem estar....
Memo que a vida, não ande na mema, sobre carris, eu rendo-me pa pagar a renda, a uma sociedade que me julga plo que trago a tapar o corpo bem pago gordo e desleixado, mantenho-me fraco e o caralho, mando tudo cu caralho, não quero ligar ao exterior mas só penso cu caralho, asfixiar cada vez que chego ao fim do mês, pensar em fazer guita a fazer concertos e a vender cd's, mas prefiro dar a cena, na compra que eu falo e quanto a concertos acabo sempre bebado no palco, vê lá se me ralo no fim, eu não rimo o que vivo, eu vivo o que rimo, bora só um copinho, acabo a noite a rebentar garrafas de vinho tou todo grosso e eles pedem-me que me mantenha fino, vai-te na porta corta a moca a vida é louca queria cagar no dinheiro, e basear-me na droga, com um baseado na boca, que me foi rodado, sempre a fugir da moda, acabei descentrado, mal vestido e mal visto, este osso tens vendido mas no teu álbum eu não invisto, não fiques ofendido, fica é fodido, e pensa em visitar um psicólogo, mas é irónico, pagar para fazer monologo, e eu logo que posso colo, a minha versão, pra me dar o prologo, da minha situação, e exponho o coração, há tua disposição, numa canção, que não passa de meditação, de quem já não passa sem medicação, ansióliticos pós nervos népia bloqueadores po coração, viver em tensão, em função de stress, gastar uma emoção num verso, saber, que eu não conto com ninguém, pa de repente ser surpreendido e ser aconselhado por alguém, todos me dizem pa cagar e que a vida continua, nunca me tive a cagar, mas a merda continua, é tudo tão desigual, e nada é como esperavas, julgo que sentes o que é real, as palavras são metáforas, pós meus tropas sonhos são mortalhas droga, bate nas horas e as horas batem-se rápidas, mato-me a pensar em temáticas acabo a repetir dicas, e a escrever sobre coisas básicas, triste sina de um frustrado, fazer sons pa ninguém ligar um caralho, ser mc pra quê?, fazer rap até, me fartar ou me cansar de morrer de pé, quase nunca recebemos aquilo que damos e agora as pessoas são sempre diferentes daquilo que imaginamos continuo, encarcerado, nesta casa macabra acordar, com os gritos de uma relação marada, sem nada pa falar mas pa gritar tass bem, mãe diz que sou igual ao pai e pai diz que sou igual há mãe, e afinal sou igual a quem?, já nem digo que eu posso ter a mente aberta mesmo com a boca fechada, tic tac tac tic que me fode os planos, a vida é um carro rápido e que me leva os manos, vivo rápido e vou já nos cento e tantos, todos me têm sentido mas epáh não senti tantos, não percebes eu vou como dantes, e de beats dá-me só donuts senão eu como antes, viver perde os seus encantos morrer perto dos meus prantos, sonho viver sem fazer anos, pessoas deixam de ser importantes constroem-se confianças baseadas em enganos, e no fim pó no vazio infinito porque não há maior solidão que não ser reconhecido.......
Palavras de um interior preso num exterior moldado pla vida...que não me deixa libertar por o meu próprio bem estar....
parafusamente confuso, com multiplas batidas na cabeça
Ando confuso compus versos que não senti, na vida se houve versos no mundo um eu não senti, ou nem sem bem se se trata disso, trato do quê?, devia de me tratar memo tratem-me de mo dizer, eu vou escrever até passar a entender o que te move, não sei se eide amar porque só amo o que não posso, se pra ti te dá gozo eu trago-me censurado, tu só vais desejar-me no dia em que eu te deixar, mudando de assunto pa outro odeio o espelho, mostra-me mais louco mais velho mais feio mais estranho, escrevo escrevo leio, nunca é suficiente, sozinho na rua na mente tenho tanta gente, se um dia eu for o topo não fico assim arrogante, não tou a dar pa estrela sempre brilhei distante, se achas que eu ando a ler, dicionários men, não preciso de palavras caras eu quero que sa foda Antero, quero que sa foda tudo e quando digo tudo digo o mundo, tanta que já me mandou foder a mim há muito, pra mim há duas maneiras de passar a vida, afastares-te do sistema ou fazeres o que o sistema te dita, eu claro não ia ficar a ver, ficar revoltado em casa a escrever endoidecer fuck that, quando eu cagar no rap escrevo livros sobre a condição da maneira de estarmos presos há ideia de sermos livres!, tenho a ideia de ter uns filhos, uma mulher que não dependa de anéis e brincos, mais importante que isso não dê valor a estrilhos que perceba que podemos ser felizes com pormenores mínimos, simples, samples, memórias, frases e imagens do pretérito impelem-me insónias, não sou ninguém e também não sou o único arrepiante quando abraças alguém que pode ser o último, não vou, passar a vida toda, a, procurar, um atalho pra tua volta, vai, se queres, e leva a tua indiferença plos segredos que te dei pra agora pa me dares a tua ausência, não, quero, viver num eterno retorno, porque, eu sou rei mas caio sempre do trono, sem ti, sem ti é a mema cena, tu é que deixas-te sentir, eu sinto a mema cena, mas o nosso desejo é desigual, a única vez que me senti bem foi nos teres feito sentir mal, hoje prefiro escrever, e beber algo, e quanto ao coração, ya tenho-o inteirado, e se algum dia houver algo que me aconteça, não há problema, mesmo morto eu vou ser eterno na minha cabeça, topa se eu partir desta, um dia a gente vê-se na, naaaaaaaaaa...., não acredito nessa fábula, enquanto te "odeio", por me atirares há cara o que fiz porque te quero, evito pensar em ti, mas não sei fazê-lo, devido ao desejo que por ti tenho, a culpa não sou eu que a tenho, lá por tu ma mandares, não quer dizer que apanho, no principio eras doce no fim ficas-te o oposto, dizem que tás cada vez mais bela devo tar um monstro, fogem-me sempre as pessoas que eu gosto, porque eu penso que não preciso dizê-lo e que se nota que eu gosto, o sonho é realidade, que nos foge, adormeço a pensar em ti e acordo a pensar em nós, e sei que pra ti, tá tudo resolvido, parece que vivi, este amor sozinho, e forço-me a não pensar nisso, vá lá não penses nisso, eu penso em mais coisas que quero dizer e tá tudo dito, então o que é que eu tenho escrito, outra vez esse medo de escrever sem um objectivo, quando este som acabar vais passar há frente ou pensar, quando é que vais mudar e deixar de esperar, deixa-me desesperar, eu não espero mais, da vida do que aquilo que ela ofereceu aos meus pais, o teu silêncio são pedras no meio do meu barulho, tu, preferes o amor ou o orgulho?......
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
palavras...
«Palavra de músico»
imagino a sair de cada concerto dado, no banco de trás do carro, fico calado e concentrado, escrevo sons com o dedo, no vidro embaciado, a paisagem é a poesia movimento acelerado, velocidade louca, que me tira o ar do peito, é uma desilusão constante que fica em mim quando me deito, o carro vira autocarro, e sines passa a lisboa, o amor que partilhava é hoje ódio que magoa, entre canetas coloridas só a preta me cativa, e com tanta luz apontada só a sombra em motiva, não quero uma distinção, um troféu com pó guardado, mendigo a liberdade a cada som gravado, se o que faço não tem valor e ao talento arte não devo, diz-me porque tremes ao ouvir o que escrevo, dá-me a tua sinceridade, verdade eu tou em pé, prefiro gerir o meu fracasso a comprar o meu sucesso,
«é mais um dia e o sonho que não fui, a noite leva a minha voz até ao céu, a mágoa que sobra aos poucos me destrói, sou eu eu não sei ser herói»
uma chapada no destino, a cada beat tanto sucesso, só meço o que escrevo sou do tamanho deste verso, não queiras ser como eu sou só ninguém, e ninguém é perfeito pra ser ídolo de alguém, analogia, perfeita, trancada numa sala, uma pessoa iluminada e um dedo para aponta-la, microfone ligado e uma mão levantada, deste púlpito de onde falo deixo uma multidão calada, o que eu sigo no palco tu não vês na televisão, a emoção de dizer-te isto não te dá educação, uma carreira é um refugio pra uma vida fracassada, sou a vida fora dela em coragem elevada, eu gosto de ir a pé desde que faça eu a estrada, orgulho escorpião e uma paixão fotografada, e o mais importante da humidade secar, ficou escrito onde é que eu vivo depois do concerto acabar...
imagino a sair de cada concerto dado, no banco de trás do carro, fico calado e concentrado, escrevo sons com o dedo, no vidro embaciado, a paisagem é a poesia movimento acelerado, velocidade louca, que me tira o ar do peito, é uma desilusão constante que fica em mim quando me deito, o carro vira autocarro, e sines passa a lisboa, o amor que partilhava é hoje ódio que magoa, entre canetas coloridas só a preta me cativa, e com tanta luz apontada só a sombra em motiva, não quero uma distinção, um troféu com pó guardado, mendigo a liberdade a cada som gravado, se o que faço não tem valor e ao talento arte não devo, diz-me porque tremes ao ouvir o que escrevo, dá-me a tua sinceridade, verdade eu tou em pé, prefiro gerir o meu fracasso a comprar o meu sucesso,
«é mais um dia e o sonho que não fui, a noite leva a minha voz até ao céu, a mágoa que sobra aos poucos me destrói, sou eu eu não sei ser herói»
uma chapada no destino, a cada beat tanto sucesso, só meço o que escrevo sou do tamanho deste verso, não queiras ser como eu sou só ninguém, e ninguém é perfeito pra ser ídolo de alguém, analogia, perfeita, trancada numa sala, uma pessoa iluminada e um dedo para aponta-la, microfone ligado e uma mão levantada, deste púlpito de onde falo deixo uma multidão calada, o que eu sigo no palco tu não vês na televisão, a emoção de dizer-te isto não te dá educação, uma carreira é um refugio pra uma vida fracassada, sou a vida fora dela em coragem elevada, eu gosto de ir a pé desde que faça eu a estrada, orgulho escorpião e uma paixão fotografada, e o mais importante da humidade secar, ficou escrito onde é que eu vivo depois do concerto acabar...
histórias....
Entre sonhos e desilusões vejo o tempo a escapar, cada segundo é um abraço e eu não quero acordar, suspiro no silêncio enquanto exploro o meu karma, a verdade que plantei revelou-se a melhor arma, depositei a esperança numa caixa bem selada, trago a maturidade duma vitória bem suada, inspirado na saudade gravo uma banda sonora, cada faixa um sorriso de uma vida de outra-hora, exploro os horizontes vi o ouro que nunca tive, magoado no que fui é o que sou que sobrevive, comentários lançados, em ferro transformei, continuem a ser ouro porque pedra eu serei, sinto orgulho de aço pelos valores que defendo, arrisco, ganho, perco, e aprendo, underground, não preciso de ser considerado, sou orgulho pra família objectivo alcançado, « conto a minha história de cabeça erguida, vivo apaixonado, pelo que faço nesta vida»
Insónias ao rumo de pensamentos regados com alcool
« O mundo pode mudar, o tempo pode parar»
não consigo adormecer, só me apetece chorar, só queria um pouco de paz e poder descansar, fechar os olhos, pensar e ter motivos pra sorrir, encosto a cabeça na almofada, sem conseguir dormir, sinto-me só, sem conhecer a explicação, interpretador nato no que toca há solidão, sempre acreditei no que sou nunca desisti, trago orgulho por todas as vitórias que consegui, escorrem lágrimas, eu não consigo evitar, penso como seria se tudo pudesse mudar, sinto-me tão frágil sem ti podes crer, tento ser forte como me ensinaste a ser, mas é tão difícil apesar de compreender, sentado nesta cadeira sempre triste a escrever, viajo na minha memória sem objectivo traçado, admito que tenho medo do futuro não revelado, procura as palavras certas, quando tudo está errado, dou tudo por quem ás vezes me deixa magoado, do que serve um coração se este não for amado, do que serve ser artista se não for respeitado, escrevo páginas e vivo cada verso intensamente, se amar é sofrer então sofre eternamente, não desisto, só porque parece complicado, fico mais forte por nada ser facilitado, no degrau da esperança, plantei uma semente, subi a escada com confiança, hoje tudo é diferente, incondicional pela vida que valorizo, musica sincera cada a cada vibração que analiso, cada verso uma estrela no céu a minha melodia, perseguido pela sombra ilumino cada dia, se lutar é vencer, porque não sinto a vitória, se o tempo tudo curasse amor seria história, "vejo-me", sem me sentir satisfeito, " protejo-me", desconfio e não aceito, guardem o mapa, eu já conheço o tesouro, és linda és unica envergonhas o ouro, peço um desejo quero a tua felicidade, só assim posso ser feliz acredita que é verdade, se um dia eu disser adeus não quero que sintam saudade, sorriam porque um dia lutamos lado a lado, «o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno e, nada me fará mudar,»,
o meu caminho é mais longo estou cançado de andar, "pergunto-me", se estou onde queria estar, "pergunto-te", se vale mesmo a pena lutar, tranquei as portas por onde gostava de sair, se existe explicação porque demora tanto a vir, sei que não é justo mas tento aguentar, vejo luzes que me transportam pra outro lugar, sinto cheiros de flores, que não posso tocar, tento marcar pontos, mas sei que não vou ganhar, tenho que aceitar, vejo reflexos de pessoas que nunca esqueci, olhos são o espelho da alma vazia sem ti, tento esquecer quanto quero tanto lembrar, continuo a correr quando só me queria sentar, o simples é tão belo aprendi a apreciar, olho para trás com saudade mas tenho que continuar, ardo em feridas não saradas apesar do tempo tentar, resumo o que sinto a um sincero olhar, um quadro cheio, não é uma pintura completa, e a vitória nem sempre vem depois de cortar a meta,
«o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno nada me fará mudar, caminhos podem se cruzar uns podem mudar, mas um pouco de luz continuarei a procurar»
não consigo adormecer, só me apetece chorar, só queria um pouco de paz e poder descansar, fechar os olhos, pensar e ter motivos pra sorrir, encosto a cabeça na almofada, sem conseguir dormir, sinto-me só, sem conhecer a explicação, interpretador nato no que toca há solidão, sempre acreditei no que sou nunca desisti, trago orgulho por todas as vitórias que consegui, escorrem lágrimas, eu não consigo evitar, penso como seria se tudo pudesse mudar, sinto-me tão frágil sem ti podes crer, tento ser forte como me ensinaste a ser, mas é tão difícil apesar de compreender, sentado nesta cadeira sempre triste a escrever, viajo na minha memória sem objectivo traçado, admito que tenho medo do futuro não revelado, procura as palavras certas, quando tudo está errado, dou tudo por quem ás vezes me deixa magoado, do que serve um coração se este não for amado, do que serve ser artista se não for respeitado, escrevo páginas e vivo cada verso intensamente, se amar é sofrer então sofre eternamente, não desisto, só porque parece complicado, fico mais forte por nada ser facilitado, no degrau da esperança, plantei uma semente, subi a escada com confiança, hoje tudo é diferente, incondicional pela vida que valorizo, musica sincera cada a cada vibração que analiso, cada verso uma estrela no céu a minha melodia, perseguido pela sombra ilumino cada dia, se lutar é vencer, porque não sinto a vitória, se o tempo tudo curasse amor seria história, "vejo-me", sem me sentir satisfeito, " protejo-me", desconfio e não aceito, guardem o mapa, eu já conheço o tesouro, és linda és unica envergonhas o ouro, peço um desejo quero a tua felicidade, só assim posso ser feliz acredita que é verdade, se um dia eu disser adeus não quero que sintam saudade, sorriam porque um dia lutamos lado a lado, «o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno e, nada me fará mudar,»,
o meu caminho é mais longo estou cançado de andar, "pergunto-me", se estou onde queria estar, "pergunto-te", se vale mesmo a pena lutar, tranquei as portas por onde gostava de sair, se existe explicação porque demora tanto a vir, sei que não é justo mas tento aguentar, vejo luzes que me transportam pra outro lugar, sinto cheiros de flores, que não posso tocar, tento marcar pontos, mas sei que não vou ganhar, tenho que aceitar, vejo reflexos de pessoas que nunca esqueci, olhos são o espelho da alma vazia sem ti, tento esquecer quanto quero tanto lembrar, continuo a correr quando só me queria sentar, o simples é tão belo aprendi a apreciar, olho para trás com saudade mas tenho que continuar, ardo em feridas não saradas apesar do tempo tentar, resumo o que sinto a um sincero olhar, um quadro cheio, não é uma pintura completa, e a vitória nem sempre vem depois de cortar a meta,
«o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno nada me fará mudar, caminhos podem se cruzar uns podem mudar, mas um pouco de luz continuarei a procurar»
algo subito....
Escuta esta história, que vou contar, ohhh, e ás vezes penso, para quê viver, neste mundo, que magoa por prazer, num dia uma hora de paz, e vinte e três, vinte e três horas a sofrer, ás vezes penso, para quê viver neste mundo que magoa , por prazer, num dia....
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quanto bate de repente
«Eu não quero ser a luz aos olhos da ilusão, eu quero ser a sombra que te gela o coração»
Não queiras fazer de mim aquilo que eu não sou, passados alguns anos quem falou foi quem mudou, qualidades e defeitos são personalidade, prefiro poucos mas amigos de verdade, sei com quem posso contar, tu sabes!, sei que não me vão falhar, tu sabes!, pois a mágoa que invade a pintura mais bela é como tinta escorrida numa acapela, cada vez mais elucidado tenho mais cuidado, de coração congelado e fechado a cadeado, quanto baste negativo vingativo quanto baste, factor aliciante pelo qual te apaixonaste, sou, força que falha verdade que mete medo, sou o mistério eterno em tom de segredo, em honra de um amor eterno acendo outra vela, monóstico não é sapato pra nenhuma Cinderela
Não queiras fazer de mim aquilo que eu não sou, passados alguns anos quem falou foi quem mudou, qualidades e defeitos são personalidade, prefiro poucos mas amigos de verdade, sei com quem posso contar, tu sabes!, sei que não me vão falhar, tu sabes!, pois a mágoa que invade a pintura mais bela é como tinta escorrida numa acapela, cada vez mais elucidado tenho mais cuidado, de coração congelado e fechado a cadeado, quanto baste negativo vingativo quanto baste, factor aliciante pelo qual te apaixonaste, sou, força que falha verdade que mete medo, sou o mistério eterno em tom de segredo, em honra de um amor eterno acendo outra vela, monóstico não é sapato pra nenhuma Cinderela
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
relacionamentos....de MERDA
Sem saber vivemos com as pessoas erradas, pelas mais diversas razões erradas, entregamo-nos com tudo o que temos, sem sequer antes de ter um tempo pra conhecer, namorar por namorar, é estar a enganar-me, cada vez que desperto vejo o tempo ultrapassar-me, ao lado de alguém que sinto que não conheço, porque a relação não teve raiz desde o começo, e cada vez que me sinto solitário não comprometido, tento sempre procurar algo com sentido, então oiço dizer, que a minha mulher vai aparecer, ok pode até aparecer mas o problema, é vir a ter, alguém que não mereça ser tido, viver iludido, desabafar e não ser compreendido, vive somente pro momento, quando não se constrói bases num relacionamento, porque não fazemos selecção, acreditamos que qualquer um serve pra uma relação, mas o conhecimento da essência, vem com a convivência sem barreiras criadas com base na decadência, que fazem a paixão perder transparência, e passa a ser um demónio constante em evidência,
< quem és tu, que queres?, mas não alteras o meu ser, que queres que seija eu mas não me deixas ver, diz-me o que queres ser>,
conheço humanas que com uns namoram por atracção, outras apenas namoram, por manutenção monetária, e torna-se uma cabra e ordinária vida precária e engano, é formula necessária, ouve mana, o otário que te sustenta, é o que todos dias os cornos enfrenta apaixonado cegado, passo a vida sossegado dando duro enquanto trabalho e a ser explorado, o outro é só cama roupas jóias e discotecas, no wc levas com várias quecas isso é apenas um pouco estranho processo que me faz dizer que ter mulher bonita tem o seu preço, hoje em dia o amor compra-se, e custa muito caro, tenta-se tudo para evitar o desamparo muitos deitam-se com o desconhecido e ao nada são reduzidos, entre risotas e gemidos diamantes pervertidos, ela abra-te as pernas por um telemóvel, mas põe-te os chifres mal entras-te no automóvel, fico no meu canto a resistir ao teu encanto por enquanto vou mantendo a calma, e entretanto quando nunca se teve algo, nunca se sente a perda mas também tou farto de relações de merda.
< quem és tu, que queres?, mas não alteras o meu ser, que queres que seija eu mas não me deixas ver, diz-me o que queres ser>,
conheço humanas que com uns namoram por atracção, outras apenas namoram, por manutenção monetária, e torna-se uma cabra e ordinária vida precária e engano, é formula necessária, ouve mana, o otário que te sustenta, é o que todos dias os cornos enfrenta apaixonado cegado, passo a vida sossegado dando duro enquanto trabalho e a ser explorado, o outro é só cama roupas jóias e discotecas, no wc levas com várias quecas isso é apenas um pouco estranho processo que me faz dizer que ter mulher bonita tem o seu preço, hoje em dia o amor compra-se, e custa muito caro, tenta-se tudo para evitar o desamparo muitos deitam-se com o desconhecido e ao nada são reduzidos, entre risotas e gemidos diamantes pervertidos, ela abra-te as pernas por um telemóvel, mas põe-te os chifres mal entras-te no automóvel, fico no meu canto a resistir ao teu encanto por enquanto vou mantendo a calma, e entretanto quando nunca se teve algo, nunca se sente a perda mas também tou farto de relações de merda.
se amanhã não houvesse....pa todos os meus friends só quero que saibam
«Quando nada me parece justo e me sufoca a solidão, quando o sol já não brilha e o esforço foi em vão, quando o mundo se reduz a uma caneta e um caderno fecha os olhos pensa e vê, que nada é eterno!»,
quantas vezes já te sentis-te a ver o tempo a passar?, distante de todos com sonhos por realizar, perdido em pensamentos que te fazem sofrer e afogar em lágrimas, que teimam em querer escorrer, perfeito sei que não sou, nem perfeição ambiciono, ilusões escritas da noite são deixadas ao abandono, inspiro-me na lua reflectida no mar no teu olhar no calor do teu abraço que tanto me faz sonhar, sou filho da esperança e prisioneiro do teu beijo, sou a força da luta e a felicidade que desejo, certezas tenho poucas, e ás que tenho dou valor, obrigado por toda a atenção e todo o vosso amor,
< se amanhã não houver amor nem amizade, quero que saibam que vos amo de verdade, se amanhã partir e o destino me levar, no meu coração terão sempre lugar>,
hoje acordei com vontade de virar costas desistir, olhei há minha volta vi tantos motivos pra sorrir, lembro-me de olhares cruzados a que não liguei, sou um bocado de nada mas feliz pelo que sei, feliz por saber que a vosso lado aqui cheguei,e é difícil fazer rir mas tão fácil fazer chorar, facilidades não quero e continuarei a lutar, há momentos que ficam e nunca vou esquecer, vocês são mais que tudo nunca vos quero perder, quero olhar-te nos olhos, e dizer-te o quanto te amo, abraçar um amigo agradecer toda a amizade, toda a força, todo o apoio toda a verdade, nada mais me interessa, e estou a vosso lado, caminhamos na estrada onde o meu coração foi deixado, nunca mais o quero a vocês foi confiado, somos um até que a novo rumo seja levado.
quantas vezes já te sentis-te a ver o tempo a passar?, distante de todos com sonhos por realizar, perdido em pensamentos que te fazem sofrer e afogar em lágrimas, que teimam em querer escorrer, perfeito sei que não sou, nem perfeição ambiciono, ilusões escritas da noite são deixadas ao abandono, inspiro-me na lua reflectida no mar no teu olhar no calor do teu abraço que tanto me faz sonhar, sou filho da esperança e prisioneiro do teu beijo, sou a força da luta e a felicidade que desejo, certezas tenho poucas, e ás que tenho dou valor, obrigado por toda a atenção e todo o vosso amor,
< se amanhã não houver amor nem amizade, quero que saibam que vos amo de verdade, se amanhã partir e o destino me levar, no meu coração terão sempre lugar>,
hoje acordei com vontade de virar costas desistir, olhei há minha volta vi tantos motivos pra sorrir, lembro-me de olhares cruzados a que não liguei, sou um bocado de nada mas feliz pelo que sei, feliz por saber que a vosso lado aqui cheguei,e é difícil fazer rir mas tão fácil fazer chorar, facilidades não quero e continuarei a lutar, há momentos que ficam e nunca vou esquecer, vocês são mais que tudo nunca vos quero perder, quero olhar-te nos olhos, e dizer-te o quanto te amo, abraçar um amigo agradecer toda a amizade, toda a força, todo o apoio toda a verdade, nada mais me interessa, e estou a vosso lado, caminhamos na estrada onde o meu coração foi deixado, nunca mais o quero a vocês foi confiado, somos um até que a novo rumo seja levado.
a balada...sente que vale a pena....
Quantas vezes mais é que tu vais chorar?, quantas vezes mais é que tu vais gritar?, tens que agrafar sim com a força lutar, há um mundo lá fora há espera de te ver brilhar,
Não chores mais, abre a janela dum sorriso, larga o escuro onde te escondes, acredita não é preciso, tranca a porta do quarto poe o volume adequado, concentra-te na minha voz deixa-te ser embalado, sentes o silêncio que se cria há tua volta, então porque choras se sabes que ela não volta, eu sei que ás vezes é dificil e doi, aguentar a mágoa que o nosso coração roi, não penses que não te entendo, não sabes o que passei, não digas que não consegues, ninguém rouba o que já sei, também eu já cai na estupidez de me isolar, segue o concelho de quem passou aquilo que tás agora a passar, não sou o teu melhor amigo mas trago-te o melhor concelho, limpa as lágrimas da cara quando te olhares ao espelho, porque eu vou olhar por ti, vou faze-lo por ti, porque eu vou gritar por ti só tens que confiar em mim, <se acreditares verás que este mundo também é teu , não é só meu, basta olhar e ver,>
absorvo o choro do planeta, num silêncio dum segundo, numa balada sincera do meu para o teu mundo, mas podes fechar os olhos cerrar os dentes e aceitar, a desilusão é um degrau, da escada que vais passar, porque a vida não é justa, e a justiça desiste, é como um truque de cartas onde magia não existe, mas os olhos são poeira duma visão apaixonada na mente de quem se sente perdido quando julga não ter nada, rasgo o pano da mentira, não te deixes enganar, pinta o quadro da esperança, porque as coisas vão mudar, o trabalho que te sufoca e não te deixa respirar, relação em que a felicidade não quer participar, tens que ter coragem porque sofrer é normal, e nunca deixes que te digam que não és especial, abraça a confiança, de que um dia vais brilhar, não chores mais, troca o amargo pelo doce, respeita quem lá estava, e só amizade trouxe, acredita no que sinto, respeita o que sinto, dá-me uma oportunidade e vais ver que não te minto, cospe a dor de um amigo que um dia te voltou as costas, respira fundo, tem calma, um dia vais ter respostas, a lua já não vê o sol, noite e dia não se cruzam, sinto a raiva que sentes quando eles de ti abusam, não deites tudo a perder, mantém a postura correcta, ignora a cobardia de quem pensa que te afecta, dá-lhes o avanço necessário, olha quem sorriu primeiro, mas a fama é apagada como cigarro num cinzeiro, sopra a cinza da dor, que te trouxe este tema, quando ele terminar quero que sintas que vale a pena.
Não chores mais, abre a janela dum sorriso, larga o escuro onde te escondes, acredita não é preciso, tranca a porta do quarto poe o volume adequado, concentra-te na minha voz deixa-te ser embalado, sentes o silêncio que se cria há tua volta, então porque choras se sabes que ela não volta, eu sei que ás vezes é dificil e doi, aguentar a mágoa que o nosso coração roi, não penses que não te entendo, não sabes o que passei, não digas que não consegues, ninguém rouba o que já sei, também eu já cai na estupidez de me isolar, segue o concelho de quem passou aquilo que tás agora a passar, não sou o teu melhor amigo mas trago-te o melhor concelho, limpa as lágrimas da cara quando te olhares ao espelho, porque eu vou olhar por ti, vou faze-lo por ti, porque eu vou gritar por ti só tens que confiar em mim, <se acreditares verás que este mundo também é teu , não é só meu, basta olhar e ver,>
absorvo o choro do planeta, num silêncio dum segundo, numa balada sincera do meu para o teu mundo, mas podes fechar os olhos cerrar os dentes e aceitar, a desilusão é um degrau, da escada que vais passar, porque a vida não é justa, e a justiça desiste, é como um truque de cartas onde magia não existe, mas os olhos são poeira duma visão apaixonada na mente de quem se sente perdido quando julga não ter nada, rasgo o pano da mentira, não te deixes enganar, pinta o quadro da esperança, porque as coisas vão mudar, o trabalho que te sufoca e não te deixa respirar, relação em que a felicidade não quer participar, tens que ter coragem porque sofrer é normal, e nunca deixes que te digam que não és especial, abraça a confiança, de que um dia vais brilhar, não chores mais, troca o amargo pelo doce, respeita quem lá estava, e só amizade trouxe, acredita no que sinto, respeita o que sinto, dá-me uma oportunidade e vais ver que não te minto, cospe a dor de um amigo que um dia te voltou as costas, respira fundo, tem calma, um dia vais ter respostas, a lua já não vê o sol, noite e dia não se cruzam, sinto a raiva que sentes quando eles de ti abusam, não deites tudo a perder, mantém a postura correcta, ignora a cobardia de quem pensa que te afecta, dá-lhes o avanço necessário, olha quem sorriu primeiro, mas a fama é apagada como cigarro num cinzeiro, sopra a cinza da dor, que te trouxe este tema, quando ele terminar quero que sintas que vale a pena.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
pensamentos a bater
A minha voz é uma brisa a flutuar dentro de ti, o que deixaste passar eu já deixei também perdi, e vi que nessa vida não se pode dormir, tudo tem um preço alto é melhor diluir, todas essas falhas, sabes que são várias, não caminhes pelo mundo de vistas vendadas, abre o teu olho da mente vê com o teu coração, a boa relação depende de uma afeição, estou a cantar pra ti, e a dizer-te que, o teu amor esta escasso sera bom corrigir, quando mais um dia vai-se embora, é menos um dia que a tua vida tem, não joga fora, quanto mais longe o vento te levar melhor divina será benção se viveres com amor, fatigado, chegas sempre cansado, sem tempo para amar as pessoas que tens ao lado, dedicado, quase nunca compensado, falhado como filho irmão neto e namorado, habitas no vazio e o vazio habita em ti, sim, sei que te sentes assim, e o mais dificil, será falar?, ou o mais dificil é não ter com quem falar?, fala, eu tó aqui por perto, chama o Senhor para iluminar o teu trajeto, querer e não fazer não põe o peito completo e de boas intenções o inferno está repleto, nota bem, para um pouco pra pensar
se não amares quem te ama afinal quem vais amar?, troca carinho deixa a vida te levar e dá luz a novas estrelas pra brilhar no teu olhar, esse é mais um daqueles dias que vais ter que acordar, e reparar que é mais mais um dia que deixaste passar, oportunidades na vida só vêm uma vez, levanta tua cabeça mantém bem firme os teus pés, avança agora, não fiques tanso, a vida é um jogo e tu és o melhor em campo, tudo que tu precisas está dentro de ti, antes de apontar para fora aponta para dentro de ti, dinheiro é poder, respeito é honra, luta pra ter isso enquanto é hora, evita a guerra, fabrica a paz,
cobice a tua vida não deixes nada pra trás, felicidade é sinónimo que a vida não corre em vão, esquece as tristezas, percorre com a compaixão, ama quem te ama respeita quem te respeita da valor a quem merece e não a quem só te aproveita, demonstra a ti mesmo que és forte e tens talento, representa-te, valoriza-te a 100%, só deixas de viver quando juntas as botas, mundo é jogo, vida é regra, morrer é batota.
se não amares quem te ama afinal quem vais amar?, troca carinho deixa a vida te levar e dá luz a novas estrelas pra brilhar no teu olhar, esse é mais um daqueles dias que vais ter que acordar, e reparar que é mais mais um dia que deixaste passar, oportunidades na vida só vêm uma vez, levanta tua cabeça mantém bem firme os teus pés, avança agora, não fiques tanso, a vida é um jogo e tu és o melhor em campo, tudo que tu precisas está dentro de ti, antes de apontar para fora aponta para dentro de ti, dinheiro é poder, respeito é honra, luta pra ter isso enquanto é hora, evita a guerra, fabrica a paz,
cobice a tua vida não deixes nada pra trás, felicidade é sinónimo que a vida não corre em vão, esquece as tristezas, percorre com a compaixão, ama quem te ama respeita quem te respeita da valor a quem merece e não a quem só te aproveita, demonstra a ti mesmo que és forte e tens talento, representa-te, valoriza-te a 100%, só deixas de viver quando juntas as botas, mundo é jogo, vida é regra, morrer é batota.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
a caminho de casa
<< A caminho de casa, mais um..., a caminho de casa, mais um, o sentimento>>
para ele a miséria era o prato do dia, viva com o estômago vazio ele nem comia, nunca iria roubar, era honesto demais, nunca iria mendigar era orgulhoso demais, sua prioridade máxima alimentar os filhos, sem espaço para vícios apenas sacrifícios, desde que a mulher partira e partira seu coração, só sobrevivência sem cicatrização, transformado em super-homem, pelas vicissitudes da vida, nunca mudaria as suas atitudes, sem tempo para viver e com a corda no pescoço, a pressão do ganha-pão da escravidão, do esforço, na pobreza com a nobreza, aprendeu a lição, imune à tentação da auto-comiseração, mesmo quando esmorecia e ia ao fundo por momentos, esqueceu a recompensa no sorriso dos rebentos,
<<vou a caminho de casa, um sentimento, triste invade, a minha alma, a caminho de casa, sou mais um mero sonhador, mais um mero sonhador>>
última recordação do exterior, foi o interior da ambulância, nunca se tinha visionado em tal circunstância, no corredor de urgência a espera era interminável, crescia o medo de um diagnostico nada favorável, família entra sorridente sai com olhos de vidro, tenta aproveitar por um momento o tempo perdido, ela sabe que por dentro algo não funciona bem oitenta e quatro anos de histórias e memórias que ainda lhe trazem uma réstia de força, naquela cama de hospital, pior que uma solitária um estabelecimento prisional, o seu corpo não descansa olhar triste e pesado, sente medo e quando dorme vê fantasmas do passado, sinto o tocar-me na face com a sua mão enrugada, a imponência da doença transforma-nos em nada, de repente sinto toda uma vida a passar-me à frente, o sacrifício torno-me no homem que sou presentemente,
<<vou a caminho de casa, um sentimento, triste invade, a minha alma, a caminho de casa, sou mais um mero sonhador, mais um mero sonhador>>
esta é a historia de um anjo amigo meu, Nuno, é verídica ele já faleceu, não tinha asas, ele escolheu, ser esquecido, mendigo, rico de espírito morreu sozinho, chamemos-lhe ninguém, tinha os olhos brancos foi cegado pela escuridão que a vida tem, cançado de viver com pessoas sem visão, a visão que ele tinha era mais além, ele foi quem não queria ser, vida perfeita que não queria ter, acorrentado pelo ideal, de provar ser, alguém torno-o em alguém irreal, quantas tempestades eu vivi, quantas memórias escrevi, esta foi a página que eu arranquei, quando me lembrei do dia em que eu morri
para ele a miséria era o prato do dia, viva com o estômago vazio ele nem comia, nunca iria roubar, era honesto demais, nunca iria mendigar era orgulhoso demais, sua prioridade máxima alimentar os filhos, sem espaço para vícios apenas sacrifícios, desde que a mulher partira e partira seu coração, só sobrevivência sem cicatrização, transformado em super-homem, pelas vicissitudes da vida, nunca mudaria as suas atitudes, sem tempo para viver e com a corda no pescoço, a pressão do ganha-pão da escravidão, do esforço, na pobreza com a nobreza, aprendeu a lição, imune à tentação da auto-comiseração, mesmo quando esmorecia e ia ao fundo por momentos, esqueceu a recompensa no sorriso dos rebentos,
<<vou a caminho de casa, um sentimento, triste invade, a minha alma, a caminho de casa, sou mais um mero sonhador, mais um mero sonhador>>
última recordação do exterior, foi o interior da ambulância, nunca se tinha visionado em tal circunstância, no corredor de urgência a espera era interminável, crescia o medo de um diagnostico nada favorável, família entra sorridente sai com olhos de vidro, tenta aproveitar por um momento o tempo perdido, ela sabe que por dentro algo não funciona bem oitenta e quatro anos de histórias e memórias que ainda lhe trazem uma réstia de força, naquela cama de hospital, pior que uma solitária um estabelecimento prisional, o seu corpo não descansa olhar triste e pesado, sente medo e quando dorme vê fantasmas do passado, sinto o tocar-me na face com a sua mão enrugada, a imponência da doença transforma-nos em nada, de repente sinto toda uma vida a passar-me à frente, o sacrifício torno-me no homem que sou presentemente,
<<vou a caminho de casa, um sentimento, triste invade, a minha alma, a caminho de casa, sou mais um mero sonhador, mais um mero sonhador>>
esta é a historia de um anjo amigo meu, Nuno, é verídica ele já faleceu, não tinha asas, ele escolheu, ser esquecido, mendigo, rico de espírito morreu sozinho, chamemos-lhe ninguém, tinha os olhos brancos foi cegado pela escuridão que a vida tem, cançado de viver com pessoas sem visão, a visão que ele tinha era mais além, ele foi quem não queria ser, vida perfeita que não queria ter, acorrentado pelo ideal, de provar ser, alguém torno-o em alguém irreal, quantas tempestades eu vivi, quantas memórias escrevi, esta foi a página que eu arranquei, quando me lembrei do dia em que eu morri
terça-feira, 10 de maio de 2011
Estado
Tira o pé do caixão ganha fé e paixão porque os pais tão em baixo e precisam de mais pão e o puto tá com fome pede mais e tu mais não e os jornais não me dão mais então vais vendo que o país rende com haxixe até kissa pó nariz vende mas não vaias nisso és resistente sem assistente social distante do sistema prisional mas num instante não é opcional ter paca é necessário ninguém vive sem um negócio e um salário baza lá tira o pé do caixão tira a mão do caixão vê na mira a atira-te há vida sonha mais forte e ganha mais ambição mas é difícil quando só há droga futebol e construção o que resta obstrução que te deixa destroçado ficas destruído destronado permanente despedido deslocado mas agora és um destemido desbocado serás sempre o despromovido desperdiçado até combateres o desconhecido e tirares o pé da fossa ganha força e bate o pé na possa e passa a perna ao próximo a dar um sermão que diz que nunca vais ser boss e mandar mas tu manda-os cagar porque a vida não é deles é nossa o que os outros pensam não dês atenção dispensam tempo e voltam com intenção no plano B são tantos os contos de imigrantes e eu quero que vençam uma vida merecida d'uma bênção
terça-feira, 3 de maio de 2011
sem encaixar....
Vendo-te assim da formas mais crua, sabendo o teu sabor com a alma nua, o teu perfume destoa da elegância, não tem a mesma fragrância, eu prefiro original porque esta enjoa, com a abundância de teres o tempo pa ti mas o tempo voa, como passatempo a ignorância a grande divergência que vi, desde a infância até á adolescência agora é MTV, criança sonhava com barbies agora não tem paciência, contacto com crianças só se for no salão de beleza, amada em duquesa, contracto rescindido com a consciência, quando em casa existe alguém sem pão na mesa, porque tens dois filhos e 21 anos apenas, atrás do walkman das tuas amigas, mas hoje em dia à muitas sementes e poucas barrigas, e senhoritas, e tu pecas e nem me castigas, já não ligas, a quem te liga, tu escarras estupidez e julgas-te superior por teres um cinto de ligas, eu faço figas, e espero que um dia consigas,
<mas mas comigo não combinas, como uma groupie gravida atrás da cortina, atrás da platina>
mas, comigo não combinas é tipo uma groupie grávida, que oferece a vagina em troca de platina, e é compreensão aquilo que os outros pensam, quando o patriarca sair pa cigarros e pão, ela gosta de jóias e dinheiro, eu gosto de ser o primeiro, a saber o que se passa no mundo inteiro, observo-me a mudar em frente ao espelho, nada faço por mim e vou ficando mais velho, mas ela quer ser estrela do coliseu, eu prefiro as que estão no céu, as da terra são tão mundanas quanto eu, eu penso no tempo que ela perdeu, agradecendo a Deus o tempo que ele me deu para, planta-las, colhe-las e tê-las, no tecto do quarto prende-las, e ela, continua sem vê-las sabendo que ninguém brilha mais que essas estrelas...
<mas mas comigo não combinas, como uma groupie gravida atrás da cortina, atrás da platina>
mas, comigo não combinas é tipo uma groupie grávida, que oferece a vagina em troca de platina, e é compreensão aquilo que os outros pensam, quando o patriarca sair pa cigarros e pão, ela gosta de jóias e dinheiro, eu gosto de ser o primeiro, a saber o que se passa no mundo inteiro, observo-me a mudar em frente ao espelho, nada faço por mim e vou ficando mais velho, mas ela quer ser estrela do coliseu, eu prefiro as que estão no céu, as da terra são tão mundanas quanto eu, eu penso no tempo que ela perdeu, agradecendo a Deus o tempo que ele me deu para, planta-las, colhe-las e tê-las, no tecto do quarto prende-las, e ela, continua sem vê-las sabendo que ninguém brilha mais que essas estrelas...
Sem esboço no abstrato...instisfação
Gota á gota o suor escorre-me no pescoço, colecção de projectos eu já tenho um poço, dupla personalidade num corpo sem esboço, nas noites escuras e frias, eu faço o que não posso, depressão crónica, não gravar há mais de um ano mas mono o meu alter ego eu não reclamo, e, solidário comigo, eu e o meu ego prossigo comigo, omito com as palavras que digo, individualista, narcisista não me ponhas nessa lista, percebe que eu funciono sempre em horas extras, à parte dessa que chamas escultura que não dura, estatuetas de barro não chegam a esculturas, mas, subitamente todo o mundo surdo escuta, confecionários dum maestro sem batuta, o horizonte fica na próxima curva, a contagem é decrescente pra que nada surja, se eu vivi muito eu digo-te que eu vivi pouco, resposta hipócrita, porqueo tempo é intruja, insónia permanente como o som duma coruja, uma raiva indecente como a alma que me puxa, ao abrigo das sombras onde a luz não me pega, consciente de mim numa confiança cega, eu já fiz tanto, mas tanto não chega...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
se eu criasse..
se eu criasse este mundo, os ricos não eram ricos, onde os desalojados todos teriam cubiculos, se eu criasse o homem a criança e a mulher, se eu criasse os animais não os teriam de comer, se eu criasse as estrelas que tu vez no céu, seriam a cura prós doentes e vida pra quem morreu, daria o perdão a quem o governo não perdoou e empregava também quem o estado desempregou, skinheads e pretos seriam amigos religiosos e os meus niggas de cana nunca seriam criminosos, contudo seria um mundo onde ninguém conhecia pobreza, as nossas mães inclusive não seriam mulheres de limpeza, se eu criasse o mundo ele seria assim encruzilhada até há morte e gravar álbuns sem fim, onde ninguém precisava dar banhadas d'ouro onde o Daniel também seria grande no coro, ninguém precisava djoe de roubar outrem, e porém haveria bules pra gatunos também, assim as bitches não teriam de atacar e os dilões da kissa nepia tinham pra dealar, se eu criasse o mundo não haveria pedofilia e a paneleirice também não existiria, ministros deputados hoje aqui de nada servem, autoridade incluindo mais erros cometem, no meio de tudo isto a televisão já não mente, não há leis injustas não ao tribunal, não há gangs que correm da autoridade policial, e a mentira aqui não existiria, só havia verdade ganza e poesia,
<pergunto a mim próprio dia-a-dia, se eu criasse o mundo como ele seria, e a mentira qaui não existiria, só a havia verdade ganza e poesia>
não à diferenças raciais, são todos iguais, não há niggas do guetto que enchem as esquadras policiais, o sistema aqui é igual prós imigrantes, e haveria ordenado também pra todos os estudantes, não há desconfianças do povo de etnia ciganam, nem à conflitos do peps de origem africana, não há mães que choram filhos delinquentes, é tudo boa gente coração puro e transparente, viviam num mundo calmo simples e diferente, jornais e revistas trazem noticias em formas de verso, num mundo rico onde a classe baixa tem acesso, homens do presidente homens do parlamento vocês no meu mundo só buliam no cimento!!
<pergunto a mim próprio dia-a-dia, se eu criasse o mundo como ele seria, e a mentira qaui não existiria, só a havia verdade ganza e poesia>
não à diferenças raciais, são todos iguais, não há niggas do guetto que enchem as esquadras policiais, o sistema aqui é igual prós imigrantes, e haveria ordenado também pra todos os estudantes, não há desconfianças do povo de etnia ciganam, nem à conflitos do peps de origem africana, não há mães que choram filhos delinquentes, é tudo boa gente coração puro e transparente, viviam num mundo calmo simples e diferente, jornais e revistas trazem noticias em formas de verso, num mundo rico onde a classe baixa tem acesso, homens do presidente homens do parlamento vocês no meu mundo só buliam no cimento!!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
a luta
Simplesmente activo e vestido e como qualquer parente vivo, sem interesse num testamento que não existe mas sim passivo, vivo da forma que vivo contente comigo próprio como opiniões tiradas a um alcoólico sóbrio, triunfos de um anónimo sem divisa no estrelato pouco brilha o que é que brilha tentativa e voz activa interventiva, são como ilusoes de escala cognitiva escolaridade é pouca e a persepção mais que muita estimativa, selamos a curto prazo uma subida a taxa são caminhos a única portagem fodida, é pa que é que é a gargalhada percebida compreendida na mensagem sem palavra pra cada guru que brilha pra cada dia que fica cavar, uma vitória saturação é curta, tou-lhe a alongar memória porque no momento de desenrolar a vida torna-se a história a fase que cicatriza e protocolos d'ambições e liberdades,
<M-O-N-O-S-T-I-C-O capta Monóstico capa e contra capa voz comum, atitude a ferro e fogo mesmo que seja só mais um, M-O-N-O-S-T-I-C-O capta Monóstico capa e contra capa voz do povo, atitude a ferro e fogo contra tudo e contra todos>
igualdades de direitos de escolha que nem sabes, justos como amizades que se encontram por detrás de
grades, sujos como atitudes menos próprias em cidadania cidadão modelo é parvo e pobre toda a vida
comunica, estatuto adquirida honesto otário o teu perfil enquanto gente só vem no estrato bancário, escrúpulos não são mais que uma palavra cara sem sentido, não são mais que significado do desprezo seguido, entendido?, comigo próprio sigo a consciência que eu encaminho no momento dito eu avalio não dou tréguas sem sentido como as que eu te li numa folha a ferro e fogo pa liberdade de escolha, os dias passam a atitude permanece a mesma, não me arrependo um segundo que seja, sem fé na igreja, sem 1 tostão ou solução prefiro uma caneta e motiva a televisão, observador do mundo frio e esclarecido, faculto de perto o panorama mais esquecido, abrindo brechas luta em permanente em vão que prefiro uma morte em pé a uma vida de submissão, fiel a mim e a convicções verdadeiras mais que a quais queres alianças danças pactos ou bandeiras, não sou um menino, ou a voz que tu sigas, não quero ser lider quero é um coro de voz amigas, eterno defensor de causas, não me abstenho nem tenho um "flash de rewind" em pausas, acredito que a liberdade se conquista, e a pele marcada evidencia o meu ponto de vista, claro como água transparente
por fora e por dentro, Monosticamente real de sentimento a ferro e fogo como tudo na vida, só valho pela tentativa mesmo que nunca seja ouvida....
<M-O-N-O-S-T-I-C-O capta Monóstico capa e contra capa voz comum, atitude a ferro e fogo mesmo que seja só mais um, M-O-N-O-S-T-I-C-O capta Monóstico capa e contra capa voz do povo, atitude a ferro e fogo contra tudo e contra todos>
igualdades de direitos de escolha que nem sabes, justos como amizades que se encontram por detrás de
grades, sujos como atitudes menos próprias em cidadania cidadão modelo é parvo e pobre toda a vida
comunica, estatuto adquirida honesto otário o teu perfil enquanto gente só vem no estrato bancário, escrúpulos não são mais que uma palavra cara sem sentido, não são mais que significado do desprezo seguido, entendido?, comigo próprio sigo a consciência que eu encaminho no momento dito eu avalio não dou tréguas sem sentido como as que eu te li numa folha a ferro e fogo pa liberdade de escolha, os dias passam a atitude permanece a mesma, não me arrependo um segundo que seja, sem fé na igreja, sem 1 tostão ou solução prefiro uma caneta e motiva a televisão, observador do mundo frio e esclarecido, faculto de perto o panorama mais esquecido, abrindo brechas luta em permanente em vão que prefiro uma morte em pé a uma vida de submissão, fiel a mim e a convicções verdadeiras mais que a quais queres alianças danças pactos ou bandeiras, não sou um menino, ou a voz que tu sigas, não quero ser lider quero é um coro de voz amigas, eterno defensor de causas, não me abstenho nem tenho um "flash de rewind" em pausas, acredito que a liberdade se conquista, e a pele marcada evidencia o meu ponto de vista, claro como água transparente
por fora e por dentro, Monosticamente real de sentimento a ferro e fogo como tudo na vida, só valho pela tentativa mesmo que nunca seja ouvida....
terça-feira, 29 de março de 2011
Bilhete só de ida....Rir pra não chorar
<<Aqui vou eu até um dia people>>
Quero um bilhete de ida sem regresso,(qual é o preço?), Nem sequer me interesso, entro no expresso no bolso guardo o ingresso largo lágrimas mas não me despeço, na mala o essencial nada de excessos, chapéu de pele, assenta bem na cabeça, discreto na hora pra que ninguém me reconheça, valência marselha paris veneza entro no expresso d'ouro fumando e sem pedir licença preciso de de descontrair, chorar ou rir, ficar ou partir, daqui do país, mas tou aqui, arriverdeci, c'est lá vie, sotaqui di roma ou di paris mano pergunta,( porque é que não sorris), portugal não tem paraísos, apenas lugares agradáveis, onde não dá pra atingir objectivos, um gajo quer bazar melhorar, cotas são mais vividos, até lhes dei ouvidos, diogo porta-te bem, com juízo, saí do pais descomprometido, sou comprometido, com eles mas levo-te comigo mãe, telefono-te no destino, finalmente tenho o bilhete agora é só de ida, vou mudar de vida, arranjar uma saída, eu vou bazar, aguardem cartas quando eu chegar, quando tiverem saudades, eu vou continuar, mas desculpem a sinceridade mas não posso ficar cá, porque sinto que condições pra mim não há, eu tenho de ir, podendo ficar, mas a verdade é que eu sei que não tenho nada a perder, quando tudo à minha volta continua fraco mano, já tenho o bilhete por isso só volto po ano, tenho a esperançano bolso, fio da cota no pulso, uma lembrança de quem me ensinou a não ser recluso, porque tou farto das mesmas caras e da mesma gente, tou farto de construir e não ver nada diferente, já que há minha volta, parece fechar-se em copas, vou mudar de sítio e abrir novas portas, hora da despedida mãe tou de partida, não posso ficar parado neste estado, preciso andar mas desta vez vou ser mais forte, eu, vou, rir pra não chorar
<Mas agora já não te posso ver mais, e tu agora nunca mais, mãe vou bazar pra outro cais)
Quero um bilhete de ida sem regresso,(qual é o preço?), Nem sequer me interesso, entro no expresso no bolso guardo o ingresso largo lágrimas mas não me despeço, na mala o essencial nada de excessos, chapéu de pele, assenta bem na cabeça, discreto na hora pra que ninguém me reconheça, valência marselha paris veneza entro no expresso d'ouro fumando e sem pedir licença preciso de de descontrair, chorar ou rir, ficar ou partir, daqui do país, mas tou aqui, arriverdeci, c'est lá vie, sotaqui di roma ou di paris mano pergunta,( porque é que não sorris), portugal não tem paraísos, apenas lugares agradáveis, onde não dá pra atingir objectivos, um gajo quer bazar melhorar, cotas são mais vividos, até lhes dei ouvidos, diogo porta-te bem, com juízo, saí do pais descomprometido, sou comprometido, com eles mas levo-te comigo mãe, telefono-te no destino, finalmente tenho o bilhete agora é só de ida, vou mudar de vida, arranjar uma saída, eu vou bazar, aguardem cartas quando eu chegar, quando tiverem saudades, eu vou continuar, mas desculpem a sinceridade mas não posso ficar cá, porque sinto que condições pra mim não há, eu tenho de ir, podendo ficar, mas a verdade é que eu sei que não tenho nada a perder, quando tudo à minha volta continua fraco mano, já tenho o bilhete por isso só volto po ano, tenho a esperançano bolso, fio da cota no pulso, uma lembrança de quem me ensinou a não ser recluso, porque tou farto das mesmas caras e da mesma gente, tou farto de construir e não ver nada diferente, já que há minha volta, parece fechar-se em copas, vou mudar de sítio e abrir novas portas, hora da despedida mãe tou de partida, não posso ficar parado neste estado, preciso andar mas desta vez vou ser mais forte, eu, vou, rir pra não chorar
<Mas agora já não te posso ver mais, e tu agora nunca mais, mãe vou bazar pra outro cais)
Quem me escuta
<<É quem me escuta, quem me segue>>
Sou militante e activista de salmos pagão letrista, pra calmos irmaos na pista, orador e sério artista, poeta que profetiza, com rimas de filosofia, versos de pura magia, pratico alquimia, pinto de dourado mensagens com o peso da verdade, só reconhece quem conhece, a realidade, tinjo, de cores brilhantes frases abalo, a conformidade conformismo que suga a vida à sociedade, causo egos profundos na gente que não é vazia, e posso não ter medo da luz que no tunel brilha, as almas que seguem a metafórica simbologia das palavras que uso na minha fenomenologia, injecto misticismo na visão da cidade, pratico o eremitismo, mas em conectividade, de dentro de um quarto viajo através da criatividade, pa qualquer porto comprovam a relatividade
<Por quem me e, reconhece a labuta do poeta que é um tipo diferente, quem quem me e, recita os meus versos, como orações de comunhão espiritual com a minha gente>
para alguns sou louco crónico, tenho um efeito tóxico nas racionalidades que me acham anacrónico, é quase cómico como abalo estruturas do lógico, confirmações que desafiam o canónico, como os cegos conceptuais com o toque, não te descuides não é um reboque, naaa, é o rio forte no seu curso, que lava tudo o que lhe aparece no decurso do fluxo, purifica e alimenta no seu natural percurso, à quem prefira o deserto, perto do babilónico, certo e concordante como o pseudo-diacrónico, porquê ser diferente quando é fácil o mono-crónico na mesma nota orquestra do poder maçónico, com rap cosmomónico, sou quase um recluso, aos poucos, como eu, acreditam no impulso, com um estilo de vida longe deste tipo de concurso, uma competição desmesurada, com base no abuso das leis, naturais que defendo até ficar afónico, pretendo um mundo de cores e sons, poli-tónicos, recuso o cinzento, porque é mono-fónico crime do céptico que ajuda este estado sórdido, chama-me crente irracional fantasioso emocional talvez tudo isso e mais ainda seja surreal, creio em fadas e gnomos em deus e no santo graal, em dimensões paralelas de existência imaterial, na vida, prá lém da morte noutra forma noutro plano, na reencarnação de todos os seres não sou humano, creio num planeta mágico e divino não insano, e na intenção da nova ordem e do vaticano, que não lá cheguemos, seja lá onde lá for, só sei que é um estado onde comanda o amor, também acredito nisto e na ausência da dor, tem que haver mais que uma sobrevivência sem sabor, eu, sou feliz como sou, não quero explicação, estou bem a viver como manda o meu coração, não preciso da ciência pra me dar a comprovação, sigo somente a consciência e sinto a vibração....
Sou militante e activista de salmos pagão letrista, pra calmos irmaos na pista, orador e sério artista, poeta que profetiza, com rimas de filosofia, versos de pura magia, pratico alquimia, pinto de dourado mensagens com o peso da verdade, só reconhece quem conhece, a realidade, tinjo, de cores brilhantes frases abalo, a conformidade conformismo que suga a vida à sociedade, causo egos profundos na gente que não é vazia, e posso não ter medo da luz que no tunel brilha, as almas que seguem a metafórica simbologia das palavras que uso na minha fenomenologia, injecto misticismo na visão da cidade, pratico o eremitismo, mas em conectividade, de dentro de um quarto viajo através da criatividade, pa qualquer porto comprovam a relatividade
<Por quem me e, reconhece a labuta do poeta que é um tipo diferente, quem quem me e, recita os meus versos, como orações de comunhão espiritual com a minha gente>
para alguns sou louco crónico, tenho um efeito tóxico nas racionalidades que me acham anacrónico, é quase cómico como abalo estruturas do lógico, confirmações que desafiam o canónico, como os cegos conceptuais com o toque, não te descuides não é um reboque, naaa, é o rio forte no seu curso, que lava tudo o que lhe aparece no decurso do fluxo, purifica e alimenta no seu natural percurso, à quem prefira o deserto, perto do babilónico, certo e concordante como o pseudo-diacrónico, porquê ser diferente quando é fácil o mono-crónico na mesma nota orquestra do poder maçónico, com rap cosmomónico, sou quase um recluso, aos poucos, como eu, acreditam no impulso, com um estilo de vida longe deste tipo de concurso, uma competição desmesurada, com base no abuso das leis, naturais que defendo até ficar afónico, pretendo um mundo de cores e sons, poli-tónicos, recuso o cinzento, porque é mono-fónico crime do céptico que ajuda este estado sórdido, chama-me crente irracional fantasioso emocional talvez tudo isso e mais ainda seja surreal, creio em fadas e gnomos em deus e no santo graal, em dimensões paralelas de existência imaterial, na vida, prá lém da morte noutra forma noutro plano, na reencarnação de todos os seres não sou humano, creio num planeta mágico e divino não insano, e na intenção da nova ordem e do vaticano, que não lá cheguemos, seja lá onde lá for, só sei que é um estado onde comanda o amor, também acredito nisto e na ausência da dor, tem que haver mais que uma sobrevivência sem sabor, eu, sou feliz como sou, não quero explicação, estou bem a viver como manda o meu coração, não preciso da ciência pra me dar a comprovação, sigo somente a consciência e sinto a vibração....
sexta-feira, 18 de março de 2011
Anos nisto já lá vão...13
<<AYO este som é dedicado a todos os manos que tão a dizer que o meu rap ta a ficar muito erudito, tá a ficar eloquente demais, se querem ouvir rappers burros oiçam rappers burros, mas não fiquem a ostracizar o nigga que quer cuspir com mais knowledge, o nigga que quer cuspir com mais elevação, vai cheirar a peida do teu pai pra sentires a merda donde tu vieste man… Fuck ya niggas!!!>>
agora dizem que ‘tou intelectual demais pa fazer rap, que esses putos do hip-hop só curtem rap analfabeto, desabrocha Almeida Garrett em cada mic aberto, precisavas de 17 cérebros para absorver o meu intelecto, cuspo tão complexo manos pensam que é um dialecto, cuspo versos que envergonham o teu rapper predilecto, quando activo o set mental eu faço surgir um pack verbal com linhas de rap letal mordaz e insurrecto, eu sou Moisés quero vida eterna no Sinai, espero pla minha glória como espera um Samurai, niggas sabem que é o mono quando a rima enferma sai, a história do liricismo nasceu no esperma do meu pai, e trouxe a quimera pa esta nova era atmosfera cai, vê monosfera impera no teu hi-fi, monóstico dilacera sempre que traz a rima Muay Tai abro crateras quando me transformo em super Einstein,sou uma pantera para a tua noiva, nigga, dou-lhe versão fera de Halloween e ela fly fly, já não é rap dos teus dreams é mais um drive-by, eu não rimo po mainstream eu faço o Zeightgeist, soa a evolução com o mc Monóstico a inspiração, arrumei a tua geração só com maquetes de iniciação, desde 98 que eu sou muito fat pra competição, eu tou a anos-luz vocês inertes na escuridão, tsunamis encaminho pra esses rappers que eu Katrino, não percebes o hip-hop até estudares o dna do chininho, monóstico é o mais felino categórico e repentino, atómico e libertino histórico como Al Pacino, metódico e serpentino eufórico quando extermino, difamas levas estrume bem grosso como intestino e desde 98 pensou-se que eu não ceifava quem fosse e não deixava sem osso qualquer suíno, fiz tudo aquilo sem esforço até o mais céptico sentou-se insosso e todo dengoso foi genuíno, estuda a força dos movimentos que eu liderei, mc como eu só quando eu fizer um filho com a Jean Grae, eu vinquei a minha marca no hip-hop e pimpei, os meus niggas de Moz diriam que o teu rap é maningue gay, eu linchei mc’s deixei-os de saias e babetes levas vaias em paletes és cobaia po meu rap, rimo com mc’s, tipo pragas e chininha, não és da laia dos mais líricos só porque bytas o Monóstico, isso que tu fazes é só waia waia não tem nexo, olha o fire no meu rap sou Sines till i'm dead, agora és grande porque fumas kaia com os teus dreads, tu no kaia e eu a papar a tua catraia sem afecto, o meu rap bate forte desde as laias ao teu beco, se queres raia vem até ao cimo dos himalaias onde eu rappo, eu fiz o meu buzz a espalhar flyers lá no vetro, e a cuspir com mais veneno que manos paiam nos projects, estatuto é lendário desde santiago a budapeste, eles vaiam mas eu como-os como papaias e croquetes, insistem pra que quanto mais ensaiam ficam wacks, vocês malham no abstracto eu espero que caiam no concreto, saiam desse projecto vão para a praia vender caps, sobressaiam como o rabo da Blaya no Boom Clap, críticos!, acham que o rap é só beats e que a rima é coisa pouca, então avaliem a produção da minha piça na vossa boca, essa ideia só pode sair duma cabeça ociosa e oca, isso é o mesmo que ir a Chelas dizer “eu quero que o Barbosa se foda!”, eu trago a tropa toda deixo a tua cota rota faço mossa dou-te coça tu sabes que um boss não poupa, roubo-te a roupa e ponho um mic na mão rimo com aquela vibração que deixa a tua porca louca, rappers apanham-me na rua perguntam-me se eu tenho beef com o pulla, nigga, eu não te pergunto porque é que tu nem no teu bairro rulas, porque é que os teus pais são escuros e tu saíste quase pula, porque é que o teu álbum vende menos que a mixtape do duda, vê se vais procurar rubis no anús da tua mula, antes que acabes expulso daqui como os tugas de nampula, tu não tens pedigree larga o mic veste lingerie, nigga eu cuspo um bisturi pa tua espinal medula, outros dizem: “monóstico eu espanto-me com a tua notoriedade, não apareces na tv como é que tens tanta popularidade?”, porque eu trago o discurso que agiganta a comunidade, e as rimas são flores belas que espancam sem piedade, não compito com mc’s só canto para a posteridade, esses rappers são wanna be’s só cantam vulgaridades suplantam precariedade transplantam identidades descambam, encantam wacks com mediocridade, eu cuspo grosso até a dormir como os niggas das marginais, tu nem sequer sabes cuspir pareces as tias de cascais, nigga mostra credenciais e traz a rima bem posta e composta como os mais reais, os verdadeiros tropas hip-hoper’s são horizontais a gente leva as nossas frotas engenhocas pos arsenais, propostas pa batalhas só idiotas e surreais porque pos rivais acaba sempre em derrotas e funerais, tu não és rapper bro, és só uma boca vaga, és o Zé Castelo Branco com roupa larga, veste outra farda, niggas o teu flow desagrada, já no futebol eu era o Oceano tu eras o Gota d’água, sopa amarga, alguém rogou-te praga, o teu patrocínio já me ouviu tens que arranjar outra marca, isso é pouco ou nada nigga tenta outra vaga só dou prop’s à tua shorty ela toda desaforada, louca e depravada, suga o meu pau e fica rouca e engasgada, toda estrangulada, tiro o gadget digo “go go Nádia,
Go go Nádia!”, Sou o Pai Natal, “Oh oh já tá”,“Oh no, pára… chama a pow pow”, se vieres à procura de aparato ou stress e chegares aqui sem modas, levas com sapatos é melhor que tenhas reflexos como Geoge Bush, levas com tijolos, segue os protocolos, nigga eu tou muito longe não enxergas põe binóculos, dizem que é injusto eu rappar porque sou muito mais que um mc, dizem que é injusto porque parece que sou de outra espécie, se queres justiça pede a Deus pa nos devolver a Maddie, e diz ao cristiano para dar o prémio fifa ao Messi....
agora dizem que ‘tou intelectual demais pa fazer rap, que esses putos do hip-hop só curtem rap analfabeto, desabrocha Almeida Garrett em cada mic aberto, precisavas de 17 cérebros para absorver o meu intelecto, cuspo tão complexo manos pensam que é um dialecto, cuspo versos que envergonham o teu rapper predilecto, quando activo o set mental eu faço surgir um pack verbal com linhas de rap letal mordaz e insurrecto, eu sou Moisés quero vida eterna no Sinai, espero pla minha glória como espera um Samurai, niggas sabem que é o mono quando a rima enferma sai, a história do liricismo nasceu no esperma do meu pai, e trouxe a quimera pa esta nova era atmosfera cai, vê monosfera impera no teu hi-fi, monóstico dilacera sempre que traz a rima Muay Tai abro crateras quando me transformo em super Einstein,sou uma pantera para a tua noiva, nigga, dou-lhe versão fera de Halloween e ela fly fly, já não é rap dos teus dreams é mais um drive-by, eu não rimo po mainstream eu faço o Zeightgeist, soa a evolução com o mc Monóstico a inspiração, arrumei a tua geração só com maquetes de iniciação, desde 98 que eu sou muito fat pra competição, eu tou a anos-luz vocês inertes na escuridão, tsunamis encaminho pra esses rappers que eu Katrino, não percebes o hip-hop até estudares o dna do chininho, monóstico é o mais felino categórico e repentino, atómico e libertino histórico como Al Pacino, metódico e serpentino eufórico quando extermino, difamas levas estrume bem grosso como intestino e desde 98 pensou-se que eu não ceifava quem fosse e não deixava sem osso qualquer suíno, fiz tudo aquilo sem esforço até o mais céptico sentou-se insosso e todo dengoso foi genuíno, estuda a força dos movimentos que eu liderei, mc como eu só quando eu fizer um filho com a Jean Grae, eu vinquei a minha marca no hip-hop e pimpei, os meus niggas de Moz diriam que o teu rap é maningue gay, eu linchei mc’s deixei-os de saias e babetes levas vaias em paletes és cobaia po meu rap, rimo com mc’s, tipo pragas e chininha, não és da laia dos mais líricos só porque bytas o Monóstico, isso que tu fazes é só waia waia não tem nexo, olha o fire no meu rap sou Sines till i'm dead, agora és grande porque fumas kaia com os teus dreads, tu no kaia e eu a papar a tua catraia sem afecto, o meu rap bate forte desde as laias ao teu beco, se queres raia vem até ao cimo dos himalaias onde eu rappo, eu fiz o meu buzz a espalhar flyers lá no vetro, e a cuspir com mais veneno que manos paiam nos projects, estatuto é lendário desde santiago a budapeste, eles vaiam mas eu como-os como papaias e croquetes, insistem pra que quanto mais ensaiam ficam wacks, vocês malham no abstracto eu espero que caiam no concreto, saiam desse projecto vão para a praia vender caps, sobressaiam como o rabo da Blaya no Boom Clap, críticos!, acham que o rap é só beats e que a rima é coisa pouca, então avaliem a produção da minha piça na vossa boca, essa ideia só pode sair duma cabeça ociosa e oca, isso é o mesmo que ir a Chelas dizer “eu quero que o Barbosa se foda!”, eu trago a tropa toda deixo a tua cota rota faço mossa dou-te coça tu sabes que um boss não poupa, roubo-te a roupa e ponho um mic na mão rimo com aquela vibração que deixa a tua porca louca, rappers apanham-me na rua perguntam-me se eu tenho beef com o pulla, nigga, eu não te pergunto porque é que tu nem no teu bairro rulas, porque é que os teus pais são escuros e tu saíste quase pula, porque é que o teu álbum vende menos que a mixtape do duda, vê se vais procurar rubis no anús da tua mula, antes que acabes expulso daqui como os tugas de nampula, tu não tens pedigree larga o mic veste lingerie, nigga eu cuspo um bisturi pa tua espinal medula, outros dizem: “monóstico eu espanto-me com a tua notoriedade, não apareces na tv como é que tens tanta popularidade?”, porque eu trago o discurso que agiganta a comunidade, e as rimas são flores belas que espancam sem piedade, não compito com mc’s só canto para a posteridade, esses rappers são wanna be’s só cantam vulgaridades suplantam precariedade transplantam identidades descambam, encantam wacks com mediocridade, eu cuspo grosso até a dormir como os niggas das marginais, tu nem sequer sabes cuspir pareces as tias de cascais, nigga mostra credenciais e traz a rima bem posta e composta como os mais reais, os verdadeiros tropas hip-hoper’s são horizontais a gente leva as nossas frotas engenhocas pos arsenais, propostas pa batalhas só idiotas e surreais porque pos rivais acaba sempre em derrotas e funerais, tu não és rapper bro, és só uma boca vaga, és o Zé Castelo Branco com roupa larga, veste outra farda, niggas o teu flow desagrada, já no futebol eu era o Oceano tu eras o Gota d’água, sopa amarga, alguém rogou-te praga, o teu patrocínio já me ouviu tens que arranjar outra marca, isso é pouco ou nada nigga tenta outra vaga só dou prop’s à tua shorty ela toda desaforada, louca e depravada, suga o meu pau e fica rouca e engasgada, toda estrangulada, tiro o gadget digo “go go Nádia,
Go go Nádia!”, Sou o Pai Natal, “Oh oh já tá”,“Oh no, pára… chama a pow pow”, se vieres à procura de aparato ou stress e chegares aqui sem modas, levas com sapatos é melhor que tenhas reflexos como Geoge Bush, levas com tijolos, segue os protocolos, nigga eu tou muito longe não enxergas põe binóculos, dizem que é injusto eu rappar porque sou muito mais que um mc, dizem que é injusto porque parece que sou de outra espécie, se queres justiça pede a Deus pa nos devolver a Maddie, e diz ao cristiano para dar o prémio fifa ao Messi....
quinta-feira, 17 de março de 2011
Tás tás.....com um pé no caixão
<<Eu nem queria fazer esta merda mas enfim...>>
Desde o 25 de Abril que manos só dizem calamidades, usam a liberdade de expressão só pa dizer barbaridades, atordoados sem capacidade ficam todos abananados porque eu sou paparicado, não há 25 de Abril pa esses cromos próxima vez que abrires a boca levas com a pide nos cornos, nem sei porque é que ligas microfones, pós meus niggas da tua liga basta o chi e o jonhy, dizeres que o mono é wack é o memo que difamares o dalai lama no meio do tibete, é o memo que dizeres que o pragas canta por fama e por cheques, que eu não parti a tua dama em alfama 2007, monóstico é transcendência eloquência que os rappers queriam ter a ciência da imponência lírica e ciência em potência, vivência empírica jurisprudência no rap tuga referência da inteligência que carimba essa diferença absurda, queres ver o monóstico vês insígnias no além junta os teus mc's favoritos e multiplica por 100, não entendes como é que saem estigas do brain eu sou tão grande e dominante nem cabo em 20 hall of fams, traz a tua crew faz macumba ou vodoo vem com judo mas sabes que ficas há quem não insistas, não resistas, reconhece ajoelhate e diz amen senão és comido como as outras chicas do meu harém, se disseres que o mono é wack em frente do pragas, ele vai escarrar na tua cara até te fazer uma jet, vai-te mostrar 700h de improvissos em jams, até ficares todo rendido e histérico como a sirene fucker, por isso não tentes encrenca se há stress a gente enfrenta, tu tás a 150 eu tou a 360, a gente só se emfilamenta, com esse rap ninguém te aguenta, sem sal e sem pimenta se não tens não tentes inventar, tu és mau á brava mas sabes que aqui cais, tu cospes palavras eu faço recitais, tu nem andavas eu já bafava rivais, metade desse álbuns tugas eu faria em freestyle, vendi sem promo nem um clip wack, faço concertos e tu um bondoso feedback, mesmo assim dizes patetices há pivete, és burro não tens nada na cabeça como skinheads, comecei sem ilusões nem expectativas, conquistei populações com narrativas explosivas mas pisam, mas ninguém para o patrono desta ofensiva, que sa foda a radio eu faço a promo com saliva, eu sou o dom da alternativa trago o som da lenda viva tenho o dom da rima activa eu assombro non belivers, tu aqui não rondas com essas ondas negativas, porque eu amedronto-te com o estrondo da minha ogiva haters, andam todos fodidos com o mito do mono porque eu abri uma panificadora com o dinheiro do rap, essa guita vem do skill não chegou de graça, tu com esse teu skill nem compras uma carcaça e não interrompas esta saga ouve as bombas que a gente larga ecatombos na tua casa vê se te escondes desta praga, foge porque nos somos como sondas da nasa, a gente detecta só sobra escombros mai nada, tu dás graça, como estes rappers ridiculos que bifam o mono aflitos há espera de serem respondidos, <Monóstico sou teu fã serás sempre o meu ídolo, só te bifei pa ficar mais conhecido> e quê nigga?, querias que eu te desse resposta, nem que viesses com a peida tipo ex dama do nigga costa, nem que eu fosse um arbitro e tu o pinto da costa, idiota vens bifar o mono com esse rap de bosta, enxerga-te nigga, tu és caca ninguém te liga, eu pa bifar com um nigga tinha que o pac-o-giga, eu não ponho o meu pau nessa tua rata ferida, eu nem sei nadar mas sou o melhor que rappublica, é melhor trazeres matracas facas estacas balas porque com barras pa bifares com o mono tens que ser suicida, raca só dás barraca não dás pica, armas-te em acrobata sais de maca e sem guita homess, és parasita nigga tu só cospes nhaca, no autógrafos vê se limpas essa barba, não acreditas que eu sou revolucionário como o zapata, vai ver a revolução que eu fiz lá na peida da tua cabra, ela gritava di eu sei que sou que sou uma cuarra larga aleija-me não pára larga meita na minha cara, diii, deixa-me chupar a tua vara, porque o meu nigga só se queixa não me ampara, não tens o estilo latino, não me queiras ver com a tua dama que ela média é picante, é excitante, tu nesse rap aspirante, tu nem sem serias fat com o estômago do big bang, eloquente de calças largas chama-me de obama dread, eu até seria fat no estômago da dama bete, eu faço osama rap não faço o que a fama pede, e tou na cama a ver quanto é que a mama da tua dama medeeeeee, já tás há nora dá de fuga, baza evapora porque é hora do executa, agora implora por ajuda e decora o slogan mono a banda sonora do rap tuga,
<<agora também me podem chamar de michael phelps, quantos mais records é que um nigga precisa de bater??>>
Mono imprime é tipo o concerto do chininho, genuíno hip hop da rua mesmo ao estilo gambino, não faças filmes motherfucker não és tarantino, vempiro eu sugo e cuspo sangue desses niggas com um mic na mão tipo káká em san siro, eles mentirão, disseram que eu era wack mas não souberam explicar o impacto do rap que todos sentirão, pensas que eu dava saliva mas só tem chuva, tu quando abres a boca agravas o efeito estufa, eu sei que é suspeito dizer que o efeito das rimas que deitas é fraco mas quando as deitas eu só deito bufas, a gente só rap uma beca e prova que o teu rapper é wacka com rimas em blacker em deckas fazemos a lei, quando o microfone opera a gente provoca crateras na rua e na blogosesfera, acusam-me de ser contraditório como acusaram Mau, mas depois dizem que são heteros mas nunca largam-me o pau, armão-se em thugs mas são actores como o nicolão, tiros de boca tambem dou, po po po POW, com o rap puro eu perfuro muros muralhas juro, cuspirei do mais puro pa acabar com o sururo, e agora deixo-te em apuros sem chama e sem futuro assim inseguro imprimo eu sou bem melhor que o guru, eu bomberclokc da tua área como um dread-rasta, dou carga á tua frente e pergunto o que é que se passa?, disparo barras até dizeres monóstico basta, e ainda trago o pragas pa ficares com cara de black mastah, vai-te cozer que já tás com a peida rasgada deves ser da ceita dessas gajas tipo nereida, vê se tiras o pé da cena deixa a vida americana bro vive o teu panorama tu não tás em alabama, também não és barack obama
<nigga é só bla bla falas bué és chato como oh caralho larga do meu pé, vens com ningas pa atiçar o mono mas cuidado um dia acaba essa fé>
<< Tu sabes bem puto primeiro e último aviso antes de soltares algo que não queres ver nem sentir, acalma-te e cala a boca porque sabes que se soltas a besta,hahahahahaha, "tás a 9mm de perder os sentidos" sem problemas sabes bem disso ainda te lembras das cenas espero eu pa teu bem>>
Desde o 25 de Abril que manos só dizem calamidades, usam a liberdade de expressão só pa dizer barbaridades, atordoados sem capacidade ficam todos abananados porque eu sou paparicado, não há 25 de Abril pa esses cromos próxima vez que abrires a boca levas com a pide nos cornos, nem sei porque é que ligas microfones, pós meus niggas da tua liga basta o chi e o jonhy, dizeres que o mono é wack é o memo que difamares o dalai lama no meio do tibete, é o memo que dizeres que o pragas canta por fama e por cheques, que eu não parti a tua dama em alfama 2007, monóstico é transcendência eloquência que os rappers queriam ter a ciência da imponência lírica e ciência em potência, vivência empírica jurisprudência no rap tuga referência da inteligência que carimba essa diferença absurda, queres ver o monóstico vês insígnias no além junta os teus mc's favoritos e multiplica por 100, não entendes como é que saem estigas do brain eu sou tão grande e dominante nem cabo em 20 hall of fams, traz a tua crew faz macumba ou vodoo vem com judo mas sabes que ficas há quem não insistas, não resistas, reconhece ajoelhate e diz amen senão és comido como as outras chicas do meu harém, se disseres que o mono é wack em frente do pragas, ele vai escarrar na tua cara até te fazer uma jet, vai-te mostrar 700h de improvissos em jams, até ficares todo rendido e histérico como a sirene fucker, por isso não tentes encrenca se há stress a gente enfrenta, tu tás a 150 eu tou a 360, a gente só se emfilamenta, com esse rap ninguém te aguenta, sem sal e sem pimenta se não tens não tentes inventar, tu és mau á brava mas sabes que aqui cais, tu cospes palavras eu faço recitais, tu nem andavas eu já bafava rivais, metade desse álbuns tugas eu faria em freestyle, vendi sem promo nem um clip wack, faço concertos e tu um bondoso feedback, mesmo assim dizes patetices há pivete, és burro não tens nada na cabeça como skinheads, comecei sem ilusões nem expectativas, conquistei populações com narrativas explosivas mas pisam, mas ninguém para o patrono desta ofensiva, que sa foda a radio eu faço a promo com saliva, eu sou o dom da alternativa trago o som da lenda viva tenho o dom da rima activa eu assombro non belivers, tu aqui não rondas com essas ondas negativas, porque eu amedronto-te com o estrondo da minha ogiva haters, andam todos fodidos com o mito do mono porque eu abri uma panificadora com o dinheiro do rap, essa guita vem do skill não chegou de graça, tu com esse teu skill nem compras uma carcaça e não interrompas esta saga ouve as bombas que a gente larga ecatombos na tua casa vê se te escondes desta praga, foge porque nos somos como sondas da nasa, a gente detecta só sobra escombros mai nada, tu dás graça, como estes rappers ridiculos que bifam o mono aflitos há espera de serem respondidos, <Monóstico sou teu fã serás sempre o meu ídolo, só te bifei pa ficar mais conhecido> e quê nigga?, querias que eu te desse resposta, nem que viesses com a peida tipo ex dama do nigga costa, nem que eu fosse um arbitro e tu o pinto da costa, idiota vens bifar o mono com esse rap de bosta, enxerga-te nigga, tu és caca ninguém te liga, eu pa bifar com um nigga tinha que o pac-o-giga, eu não ponho o meu pau nessa tua rata ferida, eu nem sei nadar mas sou o melhor que rappublica, é melhor trazeres matracas facas estacas balas porque com barras pa bifares com o mono tens que ser suicida, raca só dás barraca não dás pica, armas-te em acrobata sais de maca e sem guita homess, és parasita nigga tu só cospes nhaca, no autógrafos vê se limpas essa barba, não acreditas que eu sou revolucionário como o zapata, vai ver a revolução que eu fiz lá na peida da tua cabra, ela gritava di eu sei que sou que sou uma cuarra larga aleija-me não pára larga meita na minha cara, diii, deixa-me chupar a tua vara, porque o meu nigga só se queixa não me ampara, não tens o estilo latino, não me queiras ver com a tua dama que ela média é picante, é excitante, tu nesse rap aspirante, tu nem sem serias fat com o estômago do big bang, eloquente de calças largas chama-me de obama dread, eu até seria fat no estômago da dama bete, eu faço osama rap não faço o que a fama pede, e tou na cama a ver quanto é que a mama da tua dama medeeeeee, já tás há nora dá de fuga, baza evapora porque é hora do executa, agora implora por ajuda e decora o slogan mono a banda sonora do rap tuga,
<<agora também me podem chamar de michael phelps, quantos mais records é que um nigga precisa de bater??>>
Mono imprime é tipo o concerto do chininho, genuíno hip hop da rua mesmo ao estilo gambino, não faças filmes motherfucker não és tarantino, vempiro eu sugo e cuspo sangue desses niggas com um mic na mão tipo káká em san siro, eles mentirão, disseram que eu era wack mas não souberam explicar o impacto do rap que todos sentirão, pensas que eu dava saliva mas só tem chuva, tu quando abres a boca agravas o efeito estufa, eu sei que é suspeito dizer que o efeito das rimas que deitas é fraco mas quando as deitas eu só deito bufas, a gente só rap uma beca e prova que o teu rapper é wacka com rimas em blacker em deckas fazemos a lei, quando o microfone opera a gente provoca crateras na rua e na blogosesfera, acusam-me de ser contraditório como acusaram Mau, mas depois dizem que são heteros mas nunca largam-me o pau, armão-se em thugs mas são actores como o nicolão, tiros de boca tambem dou, po po po POW, com o rap puro eu perfuro muros muralhas juro, cuspirei do mais puro pa acabar com o sururo, e agora deixo-te em apuros sem chama e sem futuro assim inseguro imprimo eu sou bem melhor que o guru, eu bomberclokc da tua área como um dread-rasta, dou carga á tua frente e pergunto o que é que se passa?, disparo barras até dizeres monóstico basta, e ainda trago o pragas pa ficares com cara de black mastah, vai-te cozer que já tás com a peida rasgada deves ser da ceita dessas gajas tipo nereida, vê se tiras o pé da cena deixa a vida americana bro vive o teu panorama tu não tás em alabama, também não és barack obama
<nigga é só bla bla falas bué és chato como oh caralho larga do meu pé, vens com ningas pa atiçar o mono mas cuidado um dia acaba essa fé>
<< Tu sabes bem puto primeiro e último aviso antes de soltares algo que não queres ver nem sentir, acalma-te e cala a boca porque sabes que se soltas a besta,hahahahahaha, "tás a 9mm de perder os sentidos" sem problemas sabes bem disso ainda te lembras das cenas espero eu pa teu bem>>
terça-feira, 15 de março de 2011
Obrigado
Obrigado, sinto-me tão abençoado, sem ti nada disto era real, eu sou a rima e tu o instrumental, sabes as letras de cor, não te chamo fã porque acho que amiga sua melhor, é por ti, que ainda existe Monóstico, mais uma vez obrigado, sinto-me tão abençoado, obrigado por ouvires o que tenho a dizer, tudo o que escrevi e tudo que ainda hei-de escrever, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem> ,
é amor, é retribuído sem favor, é de parte a parte, se me consideras artista então o que faço deve ser arte, repetes o que digo, na primeira fila a cantar comigo, tu não copiaste, pediste que assinasse no CD que compraste, vai um abraço, perdoa-me a pressa mas às vezes é do cansaço, eu tentei desistir, tantas vezes quis fugir mas..., aparecias tu a curtir o som bem alto com a tua crew, toquei-te, sem te tocar,e isso não há dinheiro nenhum no mundo que possa comprar, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem>,
disseste que te fiz chorar, incrível como as palavras podem ajudar, eu a ti, e tu a mim, é memo assim, obrigado pelos mails pelas cartas e elogios por me inspirares a encher cadernos vazios, e faz-me tão bem, saber que posso ser útil na vida de alguém, obrigado o teu sorriso...
Yo esta é pra vocês
Obrigado
<<Esta é pra vocês todos aqueles que me têm acompanhado na estrada nos concertos nas jams e nas mixagens, pra todos os fâs a que prefiro chamar "amigos" quem têm cantado e curtido tanto como eu em cada espectáculo e que me esperam após o espectáculo para dar autógrafos nada seria possível sem vocês, um outro grande obrigado aqueles que passaram noites comigo em branco para se poder acabar este novo cd e que sempre queria desistir me incentivavam a continuar e que não podia desistir naquele momento nem nunca um grande obrigado, e prá aquelas 3 pessoas que vão comigo po backstage e me ajudam a preparar ao cantarem comigo as minhas músicas ou me ajudarem a relaxar antes das mixagens nas noites a dentro e que não me deixam faltar nada durante um espectáculo muito obrigado sem o vosso carinho e amizade há muito teria desistido deste amor obrigado vocês sabem quem são, >>
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem> ,
é amor, é retribuído sem favor, é de parte a parte, se me consideras artista então o que faço deve ser arte, repetes o que digo, na primeira fila a cantar comigo, tu não copiaste, pediste que assinasse no CD que compraste, vai um abraço, perdoa-me a pressa mas às vezes é do cansaço, eu tentei desistir, tantas vezes quis fugir mas..., aparecias tu a curtir o som bem alto com a tua crew, toquei-te, sem te tocar,e isso não há dinheiro nenhum no mundo que possa comprar, obrigado, o teu sorriso...,
<faz-me sentir tão bem, ver-te a cantar, faz-me sentir tão bem, e ver-te a dançar, faz-me sentir tão bem, tão bem, tão bem, tão bem>,
disseste que te fiz chorar, incrível como as palavras podem ajudar, eu a ti, e tu a mim, é memo assim, obrigado pelos mails pelas cartas e elogios por me inspirares a encher cadernos vazios, e faz-me tão bem, saber que posso ser útil na vida de alguém, obrigado o teu sorriso...
Yo esta é pra vocês
Obrigado
<<Esta é pra vocês todos aqueles que me têm acompanhado na estrada nos concertos nas jams e nas mixagens, pra todos os fâs a que prefiro chamar "amigos" quem têm cantado e curtido tanto como eu em cada espectáculo e que me esperam após o espectáculo para dar autógrafos nada seria possível sem vocês, um outro grande obrigado aqueles que passaram noites comigo em branco para se poder acabar este novo cd e que sempre queria desistir me incentivavam a continuar e que não podia desistir naquele momento nem nunca um grande obrigado, e prá aquelas 3 pessoas que vão comigo po backstage e me ajudam a preparar ao cantarem comigo as minhas músicas ou me ajudarem a relaxar antes das mixagens nas noites a dentro e que não me deixam faltar nada durante um espectáculo muito obrigado sem o vosso carinho e amizade há muito teria desistido deste amor obrigado vocês sabem quem são, >>
segunda-feira, 14 de março de 2011
No backstage...no camarim só me vem isto há cabeça
tou aqui no backstage e só me vem isto há cabeça....que tou completamente farto de toda esta merda não sei algo me falta e isto tá-me a trofiar não descobrir o que é e cada vez mais a raiva me cresce e cada vez mais me farto desta merda toda a que chamamos vida....embora tudo esteja bem não sei tou simplesmente farto não quero voltar a certas cenas que algo em mim anda a apelar e a pedir pa me refugir....
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
primeira parte dum contrato já tá pago sem caches, 1º anexo com vocês e em 2011 tu vez, aquisição do ano, ma não tou pronto pa tudo, não mudo mas não descuido que eu procuro um novo rumo, porque a música é madrasta e eu procuro amor de mãe, como um bastardo pobre nunca pode ser alguém, ou talento sem preço só porque mereço o crédito, de um álbum a solo que só trouxe ódio em vez de mérito, não papo grupos nem truques sem cash flow bro, não cumpro props e já podes dizer que eu sou, wack sem maquete de pontas cheias com contrapartidas nenhumas até as que rabisco feias, vontade é tudo e eu assumo esta ambição que cresce, que eu tenho momentos a perder com o pragas, e tudo mexe como esta vida que mexe comigo, eu sei bem que já não sou o mesmo individuo, mas toda a gente muda, plo menos não escondo, não quero despesas pagas quero caches pagos a pronto, passei de praticante a profissional do ramo, e sou bom pa caber no flayer quero percentagem mano, ou não passo da promessa que há-de vir, há certeza dou-te não te podes iludir, seja o que seja com queda pá escrita ou não, mas tás disposto dar me trabalho dá-me a profissão, que eu tou farto de ser explorado insónias sem pagamento de horas extras sem aumento é o trabalho sem o sustento, em palcos debaixo destas luzes que me beijam que prometem que me exploram que me aplaudem que me queimam,
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
não há vida sem mudança não há dança sem som, não faz sentido sermos parvos é bom, porque chega não ter cheta mas carinho de toda a gente quando um bule me fatiga e me impede de faze-lo sempre, inconsequente vida que me afasta da que tinha, que me prende a um trabalho que não me paga o dia-a-dia, cria miragens vagas com futuros risonhos, de personagens hábeis que inda querem que sonhes, e o meu suor do amor há camisola é doutrora, que eu pago a conta da lavandaria na hora, e pronto pagamento do valor do meu sustento dou concerto sem recibos e cash inda tou isento, e todos aplaudem todos gostam todos sonham mas respeitos é mp3 em pc's que vocês apoiam, comentários do movimento tás atento a ver o crescimento que tu exiges mas não contribuis pra ele, e já nada chega não dou mais do que isto agora, é a última chamada não aguento mais demora, não preciso de chá ou passar noites fora, perante o convívio dum amor é uma paixão que ainda me ignora, a vida é una, eu próprio disse e sigo, não desperdiço mais um segundo a ser contigo, nunca fiz o que gosto, não me posso envolver sem ter meios e penso até que ponto o quanto fazer, o tempo passa o palco grita o meu nome, o beat avança e chama mas um dia eu não respondo, e fica a luz, o palco, o beat, o som, o público em silêncio que o meu barulho acabou......
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
primeira parte dum contrato já tá pago sem caches, 1º anexo com vocês e em 2011 tu vez, aquisição do ano, ma não tou pronto pa tudo, não mudo mas não descuido que eu procuro um novo rumo, porque a música é madrasta e eu procuro amor de mãe, como um bastardo pobre nunca pode ser alguém, ou talento sem preço só porque mereço o crédito, de um álbum a solo que só trouxe ódio em vez de mérito, não papo grupos nem truques sem cash flow bro, não cumpro props e já podes dizer que eu sou, wack sem maquete de pontas cheias com contrapartidas nenhumas até as que rabisco feias, vontade é tudo e eu assumo esta ambição que cresce, que eu tenho momentos a perder com o pragas, e tudo mexe como esta vida que mexe comigo, eu sei bem que já não sou o mesmo individuo, mas toda a gente muda, plo menos não escondo, não quero despesas pagas quero caches pagos a pronto, passei de praticante a profissional do ramo, e sou bom pa caber no flayer quero percentagem mano, ou não passo da promessa que há-de vir, há certeza dou-te não te podes iludir, seja o que seja com queda pá escrita ou não, mas tás disposto dar me trabalho dá-me a profissão, que eu tou farto de ser explorado insónias sem pagamento de horas extras sem aumento é o trabalho sem o sustento, em palcos debaixo destas luzes que me beijam que prometem que me exploram que me aplaudem que me queimam,
<Eu tou no backstage e hoje não sei se subo, a noite é longa e se é longa o que eu penso diz tudo, hoje eu sou um palco atulhado de holofotes, mas o meu público é a vida que inspira a mudanças fortes, eu tou no backstage e hoje não sei se subo, tou cansado de me sentir sempre cansado disto tudo, faço a pausa permite por justa causa ou limite, tou no backstage e hoje há uma mudança no beat>
não há vida sem mudança não há dança sem som, não faz sentido sermos parvos é bom, porque chega não ter cheta mas carinho de toda a gente quando um bule me fatiga e me impede de faze-lo sempre, inconsequente vida que me afasta da que tinha, que me prende a um trabalho que não me paga o dia-a-dia, cria miragens vagas com futuros risonhos, de personagens hábeis que inda querem que sonhes, e o meu suor do amor há camisola é doutrora, que eu pago a conta da lavandaria na hora, e pronto pagamento do valor do meu sustento dou concerto sem recibos e cash inda tou isento, e todos aplaudem todos gostam todos sonham mas respeitos é mp3 em pc's que vocês apoiam, comentários do movimento tás atento a ver o crescimento que tu exiges mas não contribuis pra ele, e já nada chega não dou mais do que isto agora, é a última chamada não aguento mais demora, não preciso de chá ou passar noites fora, perante o convívio dum amor é uma paixão que ainda me ignora, a vida é una, eu próprio disse e sigo, não desperdiço mais um segundo a ser contigo, nunca fiz o que gosto, não me posso envolver sem ter meios e penso até que ponto o quanto fazer, o tempo passa o palco grita o meu nome, o beat avança e chama mas um dia eu não respondo, e fica a luz, o palco, o beat, o som, o público em silêncio que o meu barulho acabou......
sexta-feira, 11 de março de 2011
pensamento abstrato
hum...depois de já ter conseguido ultrapassar alguns problemas que me têm sido atirados e de tudo se "encarrilhar" novo cd ai muitos concertos dados e muito espectáculo a por som sentir aquele feelling de toda a gente curtir sentir que estou a conseguir tocar outras pessoas com algo meu que é esforçado por toda a gente a pular e a gritar ohhh ou uhhh durante uma noite em que esteja a por som ou por o pessoal a cantar comigo tudo de braços no ar gente como já vi a chorar com certos sons a pedirem bis em certos sons o ir na rua e ouvir "como é mano arrasaste ontem quando é o próximo e onde" o sentir um grande calor humano quer seja por parte do hip hop ou por parte do dj não sei explicar uma sensação óptima e mesmo sabendo que tive quase dois anos parado e afastado do hip hop e poucas vezes a por som agora que voltei em força como forma de escape e por sentir imensa falta da música do toque dela na minha vida outra vez que tanto me preenche por momentos sítios vazios tanto me faz sorrir com momentos em cima do palco a ver pessoal a cantar ou a dançar mesmo assim depois de tantos anos de "estrada" com tanta coisa feita e dada ainda assim não me sinto artista não sei não me sinto como tal....e tenho sempre a sensação que algo ficou por fazer ou dizer ou por após um concerto....e para alem disso tenho tenho uma sensação esquisita do tipo.....grande adrenalina ui vou entrar pa cantar ou por som quero arrasar acaba-se e yeah tá feito toda a gente curtiu eu diverti-me com o que fiz tou super em altas adrenalina flui-me no sangue mas....há uma sensação vaga de que....algo me falta, algo não está ali a bater certo, alguma cena tá a falhar porque tá a faltar....quando tenho um bocadinho de tempo de tarde ou manhã como por exemplo ontem vou mandar aquela natação só numa de descontrair ir brincar com o mar que agora tá mesmo bom como gosto a puxar grande ondulação forte só para me divertir por as ideias em ordem relaxar para mais uma noite de concertos mais uma noite a curtir com o que vou fazer e ver toda a gente a tripar e pensar no que tenho que fazer já fiz quero fazer etc etc....mas.....não sei sinto a falta de algo, algo me tá a falhar aqui...é injusto tar a dizer isto pois foi graças há música que me levantei mais uma vez e tenho tado bem sempre a fazer algo com algo na cabeça que até me levou a inovar uma beca no eu por som porque por exemplo no carnaval eu a por som cada dia levei um disfarce diferente e andei a curtir ao pé do público saia do palco e vinha pro pé dos mascarados algo que nunca vi fazerem....mas epah algo falta, algo não tá ali, não bate certo......Falta-me algo mas não sei o que será....pode ser que esta noite descubra o que será que me está a faltar já que daqui a pouco irei cantar e depois mais tarde na noite irei por som...veremos se será possível descobrir a tal peça do puzzle que está a falhar e me está a fazer falta...alguma falta e isto não faz sentido....
Monóstico
Monóstico
sábado, 5 de março de 2011
O que se vai vendo hoje em dia cada vez mais....NAsty Girl
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>
De salto alto, decote e baton, quando entra na festa pára o som, ela anda em camara lenta á procura duma conquista, de um burro que acredita no amor há primeira vista, e se ela entra na tua vida ela fica diferente, podes acordar sem nada ou adormecer pa sempre, se não acreditas eu explico mais á frente hipnotiza-te com o sorriso inocente aparentemente decente, brilha quando está presente e assume, que o seu cheiro natural é o seu melhor perfume, mas presume, mas tudo isto perde o valor quando no fundo é só aparente, na sua mente tem um plano indecente, ficar com muito em pouco tempo, ela consome-te por dentro pra teu descontentamento, ficas-te sem nada de repente, e o que é que podes dizer, deste-lhe tudo e ela só te deu prazer, deste-lhe amor, carinho, calor, coisas que o dinheiro nao compra tem mais valor, roubou-te tudo e só deixou tristeza, e vontade de apontares uma arma á cabeça ,<<com o seu olhar sereno é uma flor com veneno>>, perco os sentidos, não vejo não sinto, perdido no mar, num barco de papel, harmonia com o destino sabendo que ela é cruel, as lágrimas secaram agora pinto-as a pincel, como vê-la com duas pernas abertas numa revista á espera que o primeiro invista a ter uma vida de alpinista, e tu com nada com a alma comprada gucci prada e outras merdas não valem nada, e o seu nome é só pedra no sapato, se pensas que eu sou cato, tás pacato, e o meu processo é arquivado, mas ela é advogada do diabo, esperam-te cerca de trezentas refeições do que há, odiado e mal amado confiança no bolso do estado, ou no chulo que te empresta, em troca de tudo o que te resta, por meia hora da sua festa, és vitima indefesa e ela te molesta,
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>,
ela engana toda a gente, e ninguém reclama, ela ama toda a gente mas a mim ninguém me engana, eu sei o que ela quer, o que ela quer é guita e fama, dois dedos de conversa e ela já tá na minha cama, despe a cueca, pouca conversa o que tu pensas não me interessa, vamos se enrolar e despreza aquilo que eu digo, porque eu só te amo dos joelhos ao umbigo, nada de caras, nada de signos, só amo as minhas talas e só gosto dos meus amigos, sabes que assim, começo a perceber, o que se passa com o meu corpo que só me apetece beber
De salto alto, decote e baton, quando entra na festa pára o som, ela anda em camara lenta á procura duma conquista, de um burro que acredita no amor há primeira vista, e se ela entra na tua vida ela fica diferente, podes acordar sem nada ou adormecer pa sempre, se não acreditas eu explico mais á frente hipnotiza-te com o sorriso inocente aparentemente decente, brilha quando está presente e assume, que o seu cheiro natural é o seu melhor perfume, mas presume, mas tudo isto perde o valor quando no fundo é só aparente, na sua mente tem um plano indecente, ficar com muito em pouco tempo, ela consome-te por dentro pra teu descontentamento, ficas-te sem nada de repente, e o que é que podes dizer, deste-lhe tudo e ela só te deu prazer, deste-lhe amor, carinho, calor, coisas que o dinheiro nao compra tem mais valor, roubou-te tudo e só deixou tristeza, e vontade de apontares uma arma á cabeça ,<<com o seu olhar sereno é uma flor com veneno>>, perco os sentidos, não vejo não sinto, perdido no mar, num barco de papel, harmonia com o destino sabendo que ela é cruel, as lágrimas secaram agora pinto-as a pincel, como vê-la com duas pernas abertas numa revista á espera que o primeiro invista a ter uma vida de alpinista, e tu com nada com a alma comprada gucci prada e outras merdas não valem nada, e o seu nome é só pedra no sapato, se pensas que eu sou cato, tás pacato, e o meu processo é arquivado, mas ela é advogada do diabo, esperam-te cerca de trezentas refeições do que há, odiado e mal amado confiança no bolso do estado, ou no chulo que te empresta, em troca de tudo o que te resta, por meia hora da sua festa, és vitima indefesa e ela te molesta,
<Ela ama toda a gente, ela engana toda a gente, nao penses que ela é diferente, seu amor é transparente, não tem cor, não tem sabor, e por mais que procures não encontras nenhum valor, ela é uma nasty girl é uma nasty girl>,
ela engana toda a gente, e ninguém reclama, ela ama toda a gente mas a mim ninguém me engana, eu sei o que ela quer, o que ela quer é guita e fama, dois dedos de conversa e ela já tá na minha cama, despe a cueca, pouca conversa o que tu pensas não me interessa, vamos se enrolar e despreza aquilo que eu digo, porque eu só te amo dos joelhos ao umbigo, nada de caras, nada de signos, só amo as minhas talas e só gosto dos meus amigos, sabes que assim, começo a perceber, o que se passa com o meu corpo que só me apetece beber
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Sem promessas
Toca no meu rosto sente o gosto do meu toque, toca no meu ombro quando mais nenhum te conforte, toca a tua vida pra frente conta comigo que eu sigo, eu caminho do teu lado, eu tou contigo, só posso ser amigo eu não sei prometer nada, quando nada é garantido acredito que tem mais piada não penses que é conversa que só penso em ti na cama, ou quem te quer agora para passar um fim de semana, porque eu respeito essa personalidade, de quem tem muito mais que do que vaidade e futilidade, não és sereia nem princesa, dama nem duquesa, és mulher com M grande e sabes disso com certeza, respira comigo nosso momento é agora, entrega faz por si o que nenhum plano elabora, fecha os olhos e sonha, abre e vive o que acontece expira agora como se amanha já cá não estivesse, porque...,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
eu gosto e sei que gostas mas eu não prometo nada, não quero um compromisso isso no fundo é fachada, prefiro amar-te com a mesma liberdade de quem trabalha porque gosta e só não por necessidade, o amor é livre, se for espontâneo é fixe, porque eu amo estar contigo quando eu não me obrigo a isso, compromisso só magoa só obriga e força coisas tipo, eu já não oiço e falas quando eu já só quero que oiças,e discussão vem da obrigação responsabilidade moral que tens ou não, da desconsideração que tu tens com o teu parceiro dos ciumes pelo meio o bonito torna-se feio vês, mais vale estar, andar e ver, mais vale sorrir e respirar do que chorar por temer perder, no fim só tou contigo e como nada é garantido, torna-se mais especial cada palavra ao ouvido, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
o amor são momentos e a recordação que se guarda seja afecto com amizade ou a chama que cedo se apaga, química de uma noite que acaba quando acordares, uma ressaca que só te lembras no fundo ate gostaste, são histórias que tu contas, tudo o que tu guardas, em memorias que nem com 100 anos apagas, e fica presa a ti esta eterna recordação, que não se apaga ou se consome no ódio de uma traição, na mentira obrigatória em prol da relação, na promessa que se esgota com o tempo esgotado em vão, nas garantias de presenças cada vez mais curtas, nas palavras que querias ouvir mas já não escutas, e no fim só fica a dor que te destrói, daquilo que podia ter sido mas nunca foi, e eu só te amo uma vez de cada vez cada segundo que posso até poder outra vez, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
eu gosto e sei que gostas mas eu não prometo nada, não quero um compromisso isso no fundo é fachada, prefiro amar-te com a mesma liberdade de quem trabalha porque gosta e só não por necessidade, o amor é livre, se for espontâneo é fixe, porque eu amo estar contigo quando eu não me obrigo a isso, compromisso só magoa só obriga e força coisas tipo, eu já não oiço e falas quando eu já só quero que oiças,e discussão vem da obrigação responsabilidade moral que tens ou não, da desconsideração que tu tens com o teu parceiro dos ciumes pelo meio o bonito torna-se feio vês, mais vale estar, andar e ver, mais vale sorrir e respirar do que chorar por temer perder, no fim só tou contigo e como nada é garantido, torna-se mais especial cada palavra ao ouvido, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
o amor são momentos e a recordação que se guarda seja afecto com amizade ou a chama que cedo se apaga, química de uma noite que acaba quando acordares, uma ressaca que só te lembras no fundo ate gostaste, são histórias que tu contas, tudo o que tu guardas, em memorias que nem com 100 anos apagas, e fica presa a ti esta eterna recordação, que não se apaga ou se consome no ódio de uma traição, na mentira obrigatória em prol da relação, na promessa que se esgota com o tempo esgotado em vão, nas garantias de presenças cada vez mais curtas, nas palavras que querias ouvir mas já não escutas, e no fim só fica a dor que te destrói, daquilo que podia ter sido mas nunca foi, e eu só te amo uma vez de cada vez cada segundo que posso até poder outra vez, porque..,
<só se ama uma vez de cada vez, sem temer o perder, até poder outra vez, sem deixar de viver>,
Interior a falar....
sinto-me a ficar em paz comigo próprio bom passo para não ter que me segurar mais para não fazer merda, nem desiludir a minha mãe ou manos e manas....ainda sinto que por vezes é difícil segurar os meus acessos de ira mas tenho os segurado como tenho vindo a segurar até agora...sinto que ainda falta algo que tenho que encontrar em mim mas...grande parte já encontrei e muitos pesos voltaram a ser adormecidos e encobridos por algo...talvez por uma certa frieza já muito minha característica mas não demasiada...muito me voltou a ser indiferente e passar ao lado....já sinto uma beca de mim a cagar pa tudo do tudo mesmo só eu e os meus importa e o resto sa foda, embora saiba que não é bem assim...muito vi e absorvi nestes últimos meses desde Fevereiro do ano passado e muita coisa pa não dizer tudo foi assimilado e guardado moldando-me uma beca embora sinta que em mim já exista uma certa frieza a tal concha que me protege o que é bom....agora é aguardar e ver pois sei de daqui para frente só irá melhorar na certeza desta razão que sempre me moveu e esteve presente. o que faltava agora era o eu beber menos ou acabar com o álcool mesmo mas.....é algo que já há muito marca presença na minha vida e para além de não o querer largar a vontade é nula chamem-me alcoólico alcoolizado whatever a verdade é que não quero deixar de beber porque estar sempre com um bom copo há frente com algum líquido bom e como raramente também eu fico bêbado para não dizer nunca mesmo não me preocupo nem quero saber é algo que me marca e faz parte de mim e enquanto viver fará parte de mim assim como o escrever faz ou outras características pouco usuais fazem embora o por exemplo achar que o escrever seja mais uma praga que dom característica o que lhe quiserem chamar pois por vezes expressamos cenas inconscientemente que não queremos ou não sabemos que as tamos a dizer....mas caga nisso sou assim frio directo expressivo já não tanto como dantes agressivo e agarrado ao copo :) não irei mudar mais do que já mudei até hoje simplesmente porque não quero e acho que tou bem assim :) sem mais tempo para escrever com muito mais para dizer fica para outro dia...sabendo que nesse dia ainda estarei melhor :)
Monóstico
Monóstico
voltas da vida....
9 meses de gestação após a concepção de um feto, primeiro de muitos dias que esta tua vida promete, respiração com choro pa consolo dos papás, olhar voraz de quem já sonha com o que um dia serás, capaz de tudo, mas pa já capaz de nada, somente rapaz parecido com o papá de cara, com o génio da mãe mais alguém que o identifica, numa parecença extrema que membro da extensa família, porque tu és nascido mas não és bem recém, és a criança que brinca e já comunica bem, 1º amigo no recreio filha da amiga da mãe,cresce contigo jardim escola e pa primaria também, já tens 6 anos e vês que nada é o que tu vês, tudo tem que ter resposta na altura dos porquês, que se arrasta vida fora vai criando a tua história, como a surra que apanhaste na praxe da preparatória, só gente grande garante a protecção agora, só tens que ser aceite plos mais velhos da escola, no primeiro ritual selecção natural na vida, e aprendes praticando darwin em teoria, tudo tem fascínio e agora tens um novo interesse, a pita do 6º B que não te vê nem merece, nesse coração partido só sobra espaço po esboço, do rosto causador do primeiro desgosto amoroso, mas algo se aprende e é importante que tu vejas, que hoje partes corações enquanto brincas com teenagers, crescido bem parecido há sempre uma que te liga, e mostra o sexo oposto pra la de um beijo com saliva, e, foram-se os três uma vez de quarto é certo, que o acto se repete enquanto houver um quarto aberto, que a juventude é isto e proibido ser diferente, o tempo é garantido e tens de ser inconsequente,
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>,
velho demais pa ser puto, puto demais pa ser cota, universitário esperto num curso onde o velho gasta a
nota, longe de casa dos amigos entre livros e borga, com noção que o futuro se perde ou se transforma agora, mas, decides hoje o que não vais viver depois, com essa mulher que amas e com planos de vida a dois, recém formada aliviada primeiro emprego oficial, primeira queca em casa nova e gravidez acidental,
mas, mas é bem vinda existe amor de mãe, bebé fofo com o teu rosto cresce hoje e é um fedelho, mas o milagre da vida traz tragédias consequentes, o ciclo que reside e vês-te a enterrar parentes, próximos ou mais distantes antes queres vinte cinco, com uma família nova e uma menina a caminho, consegues ser tudo e agora bules mais horas por dia, garantes que quem tu amas tem tudo o que precisa, por vezes trinta com mais dez e mais problemas há frente, um filho quase formado e uma filha adolescente, a meia idade avança e tu não viste metade dela, confortável com o que tens só tens que saber lidar com ela, o bule cansa onde é espaço das influencias, casamento não dá mais mas vai mantendo as aparências, um dia uma semana um mês um ano seguido nisto, passam cinco, sete, nove e foram dez que tu não viste, mas acordas frente ao espelho que não mente quando reflecte, o teu rosto velho que é beijado pelo teu neto, reforma bate há porta e agora tens tempo para tudo, para zelar pela família pa passar tempo com o puto, pa passear, pa respirar a liberdade, de quem vive de quem é livre de quem só faz que tem vontade, e amanhã mudas de vida porque a tua vida te cansou, mas antes de nascer o dia o teu coração parou!
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>,
velho demais pa ser puto, puto demais pa ser cota, universitário esperto num curso onde o velho gasta a
nota, longe de casa dos amigos entre livros e borga, com noção que o futuro se perde ou se transforma agora, mas, decides hoje o que não vais viver depois, com essa mulher que amas e com planos de vida a dois, recém formada aliviada primeiro emprego oficial, primeira queca em casa nova e gravidez acidental,
mas, mas é bem vinda existe amor de mãe, bebé fofo com o teu rosto cresce hoje e é um fedelho, mas o milagre da vida traz tragédias consequentes, o ciclo que reside e vês-te a enterrar parentes, próximos ou mais distantes antes queres vinte cinco, com uma família nova e uma menina a caminho, consegues ser tudo e agora bules mais horas por dia, garantes que quem tu amas tem tudo o que precisa, por vezes trinta com mais dez e mais problemas há frente, um filho quase formado e uma filha adolescente, a meia idade avança e tu não viste metade dela, confortável com o que tens só tens que saber lidar com ela, o bule cansa onde é espaço das influencias, casamento não dá mais mas vai mantendo as aparências, um dia uma semana um mês um ano seguido nisto, passam cinco, sete, nove e foram dez que tu não viste, mas acordas frente ao espelho que não mente quando reflecte, o teu rosto velho que é beijado pelo teu neto, reforma bate há porta e agora tens tempo para tudo, para zelar pela família pa passar tempo com o puto, pa passear, pa respirar a liberdade, de quem vive de quem é livre de quem só faz que tem vontade, e amanhã mudas de vida porque a tua vida te cansou, mas antes de nascer o dia o teu coração parou!
<e a vida segue, embala, numa voz que te acalma, num sussurro de esperança que te cansa e que te cala, e avança, não pára, não espera, não fala, não dá sentido a nada e tu não consegues chamá-la>
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A saudade
Yô, S-A-U-D-A-D-E, o Melo disse "Já chega", eu sei desculpa mas é,
Que eu não consigo deixar de relembrar o passado, pa conseguir avançar, pa conseguir alcançar, a lua as estrelas talvez o Império de Chi-Ara Ok, agora fui geek e dou graças à bd porque hoje eu tenho aquele clique, imagino como se vê, lia bué DC, Image e Marvel, hoje em dia eu leio o Metro, pró resto não há papel, sabe bem como mel ou cortas logo com limão pode ser agridoce, ou só agri recordação, desbloco blocos antigos faço novos abrigos, posso dizer que passei a ser imune a certos perigos e inimigos, concisos concretos em certos aspectos, certos, mas sempre com a mania que são buéda
espertos, e lembro afectos, e lembro bem, quando não fiz nada por mim tentei fazer por alguém,
Isto é verdade..., se tu não vês, não percebes que a saudade só existe em português ..., existe mais em português,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
saudade vem do latim, influência de saudar, saúdo logo aquilo que dela tenho para dar, recordações e histórias, situações e memórias, músicas filmes fotos risos e paranóias, eu não comia smarties eu comia pintarolas, Eastpak era zero Monte Campo reinava as escolas, depois das aulas eu nunca fui muito baldas, fui expulso de algumas salas levei recados pra casa daqueles que toda a gente se rala, seguia logo pelas escadas, o people chega em camadas, eram dias eram tardes eram noites bem passadas e são noites e são tardes e são dias bem passados hoje em dia são lembrados reciclados rebuscados mas nunca são repetidos imitados ou forçados ..., e o meu meio envolvente, sente um grupo consistente, como um povo que se estende saem uns entra mais gente, e não me é indiferente que sapatos eu calço com eles andei vi e vivi mais que um precalço, através deles milito e delimito o meu espaço, eu cago nos maus momentos e os bons eu realço, tenho saudades do presente e do passado, eu juro, e à noite momento puro no escuro eu não descuro de pensar que até já tenho saudades do meu futuro..., saudades do meu futuro...,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
<<mais do que a ideia, gosto de deixar fluir, mais do que sentir, gosto da palavra, e a forma como se entrelaça, com um sentimento de pertença, convidando o tempo para uma dança, gosto como a música nos leva para longe, sem sair do lugar, e sentir que se eleva, lá do alto onde os vejos, conhecem a distância que nos separa, e quanto pesa o desejo, de voltar, de saudadiar, quero tocar onde dizes que dói, preciso de descobrir, essa saudade que torce e mói, alimenta, ou nos destrói..>>
Que eu não consigo deixar de relembrar o passado, pa conseguir avançar, pa conseguir alcançar, a lua as estrelas talvez o Império de Chi-Ara Ok, agora fui geek e dou graças à bd porque hoje eu tenho aquele clique, imagino como se vê, lia bué DC, Image e Marvel, hoje em dia eu leio o Metro, pró resto não há papel, sabe bem como mel ou cortas logo com limão pode ser agridoce, ou só agri recordação, desbloco blocos antigos faço novos abrigos, posso dizer que passei a ser imune a certos perigos e inimigos, concisos concretos em certos aspectos, certos, mas sempre com a mania que são buéda
espertos, e lembro afectos, e lembro bem, quando não fiz nada por mim tentei fazer por alguém,
Isto é verdade..., se tu não vês, não percebes que a saudade só existe em português ..., existe mais em português,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
saudade vem do latim, influência de saudar, saúdo logo aquilo que dela tenho para dar, recordações e histórias, situações e memórias, músicas filmes fotos risos e paranóias, eu não comia smarties eu comia pintarolas, Eastpak era zero Monte Campo reinava as escolas, depois das aulas eu nunca fui muito baldas, fui expulso de algumas salas levei recados pra casa daqueles que toda a gente se rala, seguia logo pelas escadas, o people chega em camadas, eram dias eram tardes eram noites bem passadas e são noites e são tardes e são dias bem passados hoje em dia são lembrados reciclados rebuscados mas nunca são repetidos imitados ou forçados ..., e o meu meio envolvente, sente um grupo consistente, como um povo que se estende saem uns entra mais gente, e não me é indiferente que sapatos eu calço com eles andei vi e vivi mais que um precalço, através deles milito e delimito o meu espaço, eu cago nos maus momentos e os bons eu realço, tenho saudades do presente e do passado, eu juro, e à noite momento puro no escuro eu não descuro de pensar que até já tenho saudades do meu futuro..., saudades do meu futuro...,
<tu não vês, tu não vês .. ? que a saudade existe mais em português ?>
<<mais do que a ideia, gosto de deixar fluir, mais do que sentir, gosto da palavra, e a forma como se entrelaça, com um sentimento de pertença, convidando o tempo para uma dança, gosto como a música nos leva para longe, sem sair do lugar, e sentir que se eleva, lá do alto onde os vejos, conhecem a distância que nos separa, e quanto pesa o desejo, de voltar, de saudadiar, quero tocar onde dizes que dói, preciso de descobrir, essa saudade que torce e mói, alimenta, ou nos destrói..>>
O eu....eu dono eu supremo eu deus
Faço te ser tudo aquilo que odiavas, faço te esquecer tudo aquilo com que sonhavas, dou te um segundo pra pensares em mudar, mas depois roubo te os minutos que tu passas a tentar, sou o teu futuro o teu presente e o teu passado, não podes fujir de mim eu tou em todo o lado, eu tou num pulso numa parede eu sou a tua liberdade, vives rodeado escravo à minha vontade, eu sou eterno, tu morres quando eu quero, és me indiferente e é por isso que eu não espero, avanço lentamente, aviso te com um tac, e corres contra mim quando o teu coração bate, esperas impaciente quando me anseias, dizes que sou lento não passo por mais que queiras, depois eu chego e tu nem dás por mim, que eu passo e só me vez quando eu já cheguei ao fim, faço te viver coisas boas bem depressa, prolongo-te os segundos quando a cena não te interessa, e aí vez que funciono desta forma, que sou dono de ti e que nada mais importa, és um fantoche que a minha mão comanda, por mais que me descartes tudo à tua volta anda, neste carrocel com sede de instantes, cada vez que roda não repete a volta d´antes,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas e o calendário voa>
eu sou aquele que cura só por passar, faço te esquecer o que não te queres lembrar, eu sou o tudo no fundo eu sou o nada, sou aquele que pressiona sou aquele que te safa, e ao pé de mim todos os homens são pequenos, uns me têm a mais outros me têm a menos, e independentemente disso, eu nunca mudo, dá-me vontade de rir se pensas que me tens pra tudo, que eu posso ser o teu pior inimigo, e a qualquer momento levo quem amas comigo, e não te aviso não te explico nem tento faço o que quero quando quero tu és o espectador atento, ao rapido avançar da tua existência ingrata, até podes já ter tudo mas eu escolho quando acaba, sou o deus que comanda a vida, diabo que vos condena sou o inicio sou o fim cada segundo vale a pena, respira intensamente cada momento que não te nego, mais tarde vais ver que me ter é um privilégio, não faças tantos planos ou durmas mais do que precisas, faço passar dez anos como se fossem só dez dias, e até este dialogo se torna absurdo porque me perdes quando me ouves cada precioso segundo, sou o tempo sou o teu dono, melhor não pensares nisso, não lamentes agradece porque só passo porque tás vivo,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas, e brilho contigo tac tic tic tac e o calendário voa>
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas e o calendário voa>
eu sou aquele que cura só por passar, faço te esquecer o que não te queres lembrar, eu sou o tudo no fundo eu sou o nada, sou aquele que pressiona sou aquele que te safa, e ao pé de mim todos os homens são pequenos, uns me têm a mais outros me têm a menos, e independentemente disso, eu nunca mudo, dá-me vontade de rir se pensas que me tens pra tudo, que eu posso ser o teu pior inimigo, e a qualquer momento levo quem amas comigo, e não te aviso não te explico nem tento faço o que quero quando quero tu és o espectador atento, ao rapido avançar da tua existência ingrata, até podes já ter tudo mas eu escolho quando acaba, sou o deus que comanda a vida, diabo que vos condena sou o inicio sou o fim cada segundo vale a pena, respira intensamente cada momento que não te nego, mais tarde vais ver que me ter é um privilégio, não faças tantos planos ou durmas mais do que precisas, faço passar dez anos como se fossem só dez dias, e até este dialogo se torna absurdo porque me perdes quando me ouves cada precioso segundo, sou o tempo sou o teu dono, melhor não pensares nisso, não lamentes agradece porque só passo porque tás vivo,
<eu sou o tempo sou, eu sou eterno sou, eu sou o tempo que te resta, o tempo que passou, eu sou teu dono sou ponteiro que tu não páras, tic tac mais um tic que passou um tac que tu não gastas, e brilho contigo tac tic tic tac e o calendário voa>
domingo, 20 de fevereiro de 2011
raciocinio longinquo e inacabado.....
Após muito pensar o muito pedir sem querer começar a tornar-me frio e a ficar frio sinto que tal está a acontecer....sinto que estou a ficar muito frio mais do que já fui e cada vez mais insensível com uma ira que me corroí e a qual não quero deixar que se liberte por ter medo da sua explosão e dos danos colaterais que poderá provocar...há que a reter...minimizar e fazer desaparecer....mas parece que quanto mais luto para não ficar frio, insensível parece que mais cresce a ira que me consome a cada dia que passa e que me arrasta todos dias para aquele banco com eles até ver o fim a garrafas e com todos eles a comerem-me o juízo que não posso continuar a beber assim e tenho de parar de beber já!! que tenho de não ficar frio pois eu nessa postura nenhum deles nunca sabe o que se passa cá dentro e sinceramente nem eu porque onde apenas existe frio não há lugar a sentimentos, comoções, raciocínios lógicos e pensamentos no seu ponto máximo....com o ficar frio parece que toda a escrita me sai mal...nada vem como dantes que tinha aquela chama aquela dica aquela intervenção, tudo é vago sem uma mensagem clara, pois sinceramente nem o meu consciente e subconsciente sabe neste momento pensar, nem sabe onde levar os pensamentos onde os deixar ir parar e que linha lhes dar. Ando perdido no meio do mar há deriva com apenas duas certezas de datas importantes Março e Agosto onde sei que terei que minimamente ter a cabeça no lugar para tratar de ir para a univ e tenho que estar apto a tal a mente minimamente terá de raciocinar, a outra certeza será que irei depois de Março para fora....e só em Agosto verei se irei voltar se valerá a pena....só queria neste momento me encontrar...raciocinar e conseguir combater esta transformação mais ainda pois o voltar a ficar frio não é bom nem eu quero...tranquilo que será melhor por um lado nada me afecta nada me toca tudo é a cagar e se mão forem meus que se fodam prai...mas frio sou apenas um bicho....um animal....um monstro sem sentimentos nem pensamento concreto....Procuro há semanas forma de me encontrar mas parece que a única forma que me encontro é me enfiar no álcool desde a tarde até há noite todos dias sem sinal de paragem próximo...ya é verdade que sempre adorei o sabor do álcool mas não assim desta forma pois por mais que beba o álcool não me põem bêbado...o falar sobre as cenas com as pessoas mais próximas não dá...o falar não é comigo, e sei que tenho pessoas de plena confiança que desabafam comigo e que o mínimo que poderia fazer seria falar com elas Ana Marta, Vera, Guiga, depois também tenho um mano com quem falava de tudo mas......mas esse mano perdeu-se por outro caminho sendo mais um peso pra minha cabeça....mais um entre tantos....só quero me encontrar e que toda esta merda passe sem que eu faça merda e consigo perdurar sem me tornar.....uma pedra de gelo.....
Monóstico
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