quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

assim sou eu....similar ao vento....

sê bem vindo ás páginas do caderno oculto, o que escrevo desde sempre e pelo qual estou de luto,subo ao palco de preto com as cortinas fechadas oiço o grito de uma multidão em caras apagas, são voz e cor que aclamam o meu regresso, são, gritos de inveja que querem o meu sucesso,
<será que imaginas o que eu tenho de aturar, só pra ter algo novo pa conseguir entregar>,
divido pesos responsabilidade carrego, esse carimbo são os meus olhos para quando me sinto cego, e esse brilho no olhar diz-me o que é que revela, será que inda sou estrela sem beat numa acapella?,, será que ainda te lembras quando acabar a novela?, será que ainda te iludes e corres atrás dela?, aproxima-te quero-te contar um segredo, sou forte mas falho e da verdade tenho medo,<eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>, de phones nos ouvidos sinto que a visão melhora, chora por quem já não volta e grito por quem foi embora, atrás o máximo que consigo mas chega a minha hora, talvez vos faça a vontade de me verem daqui pra fora, equaciono possibilidades, impossível de ter paz, uma tempestade no copo visão deste rapaz, há muita gente que fala, mas pouca gente faz, marco pegadas pá frente segue as que tão pa trás, oferece-me oportunidade que a coragem não permite, e perdoa tudo o resto que esta voz omite, sinto os dedos a tremer e o coração acelerado, odeio-te por tudo por me deixares neste estado, são recortes de momentos como se de um álbum se tratasse, mas sou rasteirado pla certeza se perguntasse, inspiro os movimentos que a noite levou pro dia, olha-me nos olhos vê-me a fazer magia, <eu sou o vento que te passa ao lado, sou como a noite e um candeeiro apagado, sou o abraço que na dor te conforta, sou a paixão e o poema que importa>,

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