« Será que não morri, será que sou eu quem está ali, será que foi o meu fim, não eu estou vivo, estou vivo, estava era fora de mim»
Terra molhada, sinto o cheiro e oiço a chuva pesada, a visão está desfocada mas consigo ver uma estrada, percorro-a com o peito ansioso e apertado, um nó na garganta e outro na cabeça instalado, no fim do caminho há um portão que range quando eu o abro, uma multidão chorosa e de luto é o que eu me deparo, e pelas campas que do chão desvanda-me o mistério, eu deduzo que isto seja um cemitério, todas estas faces, não me parece desconhecido, e no buraco aberto ao céu eu vejo o meu corpo estendido, deus queira que seja só um sonho esquisito, vejo a minha mãe ajoelhar-se e deixar escapar um grito, "o meu filho meu filho!", mãe eu estou aqui, quero, que olhes pra mim não sou esse corpo ai, porque é que chora a minha família aflita, eu estou aqui e esse corpo não se anima, horrorosa esta sinfonia um padre com um bíblia não acreditem que estou morto olhem pra mim isso é mentira, e o mais estranho é que apesar de assistir ao meu funeral, inda acredito que posso ser imortal,
«Será que eu morri, será que sou eu quem está ali, será que foi o meu fim, não eu estou vivo, estou vivo, estava era fora de mim»,
eu tinha coisas pa fazer, eu não me lembro de morrer, tanta frase por dizer, tanto poema que fica por escrever, preferia ver esse corpo a arder então, do que assistir o meu pai a decalcar um fusso com a mão, e tu "amor" porque choras?, lembra-te que não posso estar morto, não é o destino que nos separa parece que foi ele que nos juntou, nunca quis partir sem revelar o que trago cá dentro, mas eu quando vivi não tive coragem suficiente, julguei viver pa sempre, e mantive-me preguiçoso, há adiar movimentos pra depois do meu corpo, pensava que ia mudar o mundo mas não me cheguei a pensar muito, pensando bem acho que já estou morto desde que fiquei doido, «tem calma men», ya ya, eu estou vivo, e o facto de me quererem matar é a prova disso, e foi talvez por isso que me tornei há prova de sorrisos, e vejo-me a ser enterrado no próprio chão que eu piso, entro no meu corpo oiço palmas, tudo isto enquanto vivo, se os mortos poderem ver alguém então tá tudo fixe, o meu peps chega de lágrimas e flores hão-de nascer pessoas melhores, esta foi a minha última actuação neste mundo de actores....
terça-feira, 25 de outubro de 2011
com o fumo de volta...
Toda a minha vida, não tive nada, e sem asa mesmo assim fugi de casa, com um conto e uma almofada, há noite durmo há espera que a fada apareça, que merda que seca pensamento brega graças há broca, quebra o sentido e eu ando sentido, contigo, e arrependido, com o que tenho dito bebo vinho, sabes néh que tenho sentido dificuldades jovem de idade mas fodido pa me manter em pé, esta cidade anda a ver se me bate, e na escola bate recordes de falta de assiduidade, assíduo há saudade tanto bate até que fura dois buracos no coração, amor fuma, quem dera que fosses estúpida pa não ser só um, chegar ao fim da vida e perceber que estraguei tudo, bumm!, rebento como uma bomba, vejo fumo na minha zona, deviam ser os bombeiros a fazer a ronda, acho que gira tudo há minha volta, tou a ficar tonto, passa álcool no assunto pronto não volto a tocar no ponto, sou tão burro que erro duas vezes, há terceira fico a ver a brincadeira dos deuses, é hoje que morro ao vivo, pisado ao piso, não conquisto o previsto desisto logo disto tudo, sou tão fixe, mas não vai mais feliz, meio indeciso, se sou mais monstro ou bicho....
Droga de esquina....
O tráfico vira afilhado da rua, é crença em cada esquina, vender há luz da lua droga é doença sem vacina, não há nada que substitua, sentença já tá lida, a história continua para a imprensa só fascina, mais um moça que se prostitua ou se torna dançarina, assim há noite actua a pele extensa que quer heroína, só tem que dançar nua, só pensa na narina, não há quem a substitua, a dor imensa não termina, verdade é nua e crua, e a dispensa tá vazia, apanha a sua dose só sobra pra comprar o pão e dia, o corpo se habitua, e compensa com a energia, cabeça evacua tem licença e já domina, já tem alguém que o segura conversa é que é assassina, diariamente marca presença e sua pele se destina, ao vício que é a rua já faz parte da rotina, ninguém que a obstrua ela já é divina, uma alma em cada esquina, mina há busca dum salário, com uma calma só distinta porque o mundo gira ao contrário, uma causa clandestina, vidas de pernas pra baixo, reina uma sina e muito pouco vale o que eu acho, esta esquina fascina, e ama essa ambição que amas, com quilos de felicidade vendida a gramas, seja por ti ou por aqueles que amas, é sustento sem julgamento em pacotes fezadas ou canas, uma alma em cada esquina, uma esquina em cada rua, uma rua em cada alma que uma esquina tornou sua, uma constante procura e uma fuga de quem sabe, que luta contra o tempo de saco preto ou só de saco, uma cabeça cheia de uma barriga vazia o pulsar de uma veia procura de uma saída, num mar de gente feia que se encontra por estar perdida, a história que o mundo aponta conta a história duma esquina.....
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Mácabro exterior aprisiona
<Por mais que eu escreva o que eu tou a sentir, nunca consigo, transcrever o que sinto cá dentro, há sempre uma máscara, o meu exterior>
Memo que a vida, não ande na mema, sobre carris, eu rendo-me pa pagar a renda, a uma sociedade que me julga plo que trago a tapar o corpo bem pago gordo e desleixado, mantenho-me fraco e o caralho, mando tudo cu caralho, não quero ligar ao exterior mas só penso cu caralho, asfixiar cada vez que chego ao fim do mês, pensar em fazer guita a fazer concertos e a vender cd's, mas prefiro dar a cena, na compra que eu falo e quanto a concertos acabo sempre bebado no palco, vê lá se me ralo no fim, eu não rimo o que vivo, eu vivo o que rimo, bora só um copinho, acabo a noite a rebentar garrafas de vinho tou todo grosso e eles pedem-me que me mantenha fino, vai-te na porta corta a moca a vida é louca queria cagar no dinheiro, e basear-me na droga, com um baseado na boca, que me foi rodado, sempre a fugir da moda, acabei descentrado, mal vestido e mal visto, este osso tens vendido mas no teu álbum eu não invisto, não fiques ofendido, fica é fodido, e pensa em visitar um psicólogo, mas é irónico, pagar para fazer monologo, e eu logo que posso colo, a minha versão, pra me dar o prologo, da minha situação, e exponho o coração, há tua disposição, numa canção, que não passa de meditação, de quem já não passa sem medicação, ansióliticos pós nervos népia bloqueadores po coração, viver em tensão, em função de stress, gastar uma emoção num verso, saber, que eu não conto com ninguém, pa de repente ser surpreendido e ser aconselhado por alguém, todos me dizem pa cagar e que a vida continua, nunca me tive a cagar, mas a merda continua, é tudo tão desigual, e nada é como esperavas, julgo que sentes o que é real, as palavras são metáforas, pós meus tropas sonhos são mortalhas droga, bate nas horas e as horas batem-se rápidas, mato-me a pensar em temáticas acabo a repetir dicas, e a escrever sobre coisas básicas, triste sina de um frustrado, fazer sons pa ninguém ligar um caralho, ser mc pra quê?, fazer rap até, me fartar ou me cansar de morrer de pé, quase nunca recebemos aquilo que damos e agora as pessoas são sempre diferentes daquilo que imaginamos continuo, encarcerado, nesta casa macabra acordar, com os gritos de uma relação marada, sem nada pa falar mas pa gritar tass bem, mãe diz que sou igual ao pai e pai diz que sou igual há mãe, e afinal sou igual a quem?, já nem digo que eu posso ter a mente aberta mesmo com a boca fechada, tic tac tac tic que me fode os planos, a vida é um carro rápido e que me leva os manos, vivo rápido e vou já nos cento e tantos, todos me têm sentido mas epáh não senti tantos, não percebes eu vou como dantes, e de beats dá-me só donuts senão eu como antes, viver perde os seus encantos morrer perto dos meus prantos, sonho viver sem fazer anos, pessoas deixam de ser importantes constroem-se confianças baseadas em enganos, e no fim pó no vazio infinito porque não há maior solidão que não ser reconhecido.......
Palavras de um interior preso num exterior moldado pla vida...que não me deixa libertar por o meu próprio bem estar....
Memo que a vida, não ande na mema, sobre carris, eu rendo-me pa pagar a renda, a uma sociedade que me julga plo que trago a tapar o corpo bem pago gordo e desleixado, mantenho-me fraco e o caralho, mando tudo cu caralho, não quero ligar ao exterior mas só penso cu caralho, asfixiar cada vez que chego ao fim do mês, pensar em fazer guita a fazer concertos e a vender cd's, mas prefiro dar a cena, na compra que eu falo e quanto a concertos acabo sempre bebado no palco, vê lá se me ralo no fim, eu não rimo o que vivo, eu vivo o que rimo, bora só um copinho, acabo a noite a rebentar garrafas de vinho tou todo grosso e eles pedem-me que me mantenha fino, vai-te na porta corta a moca a vida é louca queria cagar no dinheiro, e basear-me na droga, com um baseado na boca, que me foi rodado, sempre a fugir da moda, acabei descentrado, mal vestido e mal visto, este osso tens vendido mas no teu álbum eu não invisto, não fiques ofendido, fica é fodido, e pensa em visitar um psicólogo, mas é irónico, pagar para fazer monologo, e eu logo que posso colo, a minha versão, pra me dar o prologo, da minha situação, e exponho o coração, há tua disposição, numa canção, que não passa de meditação, de quem já não passa sem medicação, ansióliticos pós nervos népia bloqueadores po coração, viver em tensão, em função de stress, gastar uma emoção num verso, saber, que eu não conto com ninguém, pa de repente ser surpreendido e ser aconselhado por alguém, todos me dizem pa cagar e que a vida continua, nunca me tive a cagar, mas a merda continua, é tudo tão desigual, e nada é como esperavas, julgo que sentes o que é real, as palavras são metáforas, pós meus tropas sonhos são mortalhas droga, bate nas horas e as horas batem-se rápidas, mato-me a pensar em temáticas acabo a repetir dicas, e a escrever sobre coisas básicas, triste sina de um frustrado, fazer sons pa ninguém ligar um caralho, ser mc pra quê?, fazer rap até, me fartar ou me cansar de morrer de pé, quase nunca recebemos aquilo que damos e agora as pessoas são sempre diferentes daquilo que imaginamos continuo, encarcerado, nesta casa macabra acordar, com os gritos de uma relação marada, sem nada pa falar mas pa gritar tass bem, mãe diz que sou igual ao pai e pai diz que sou igual há mãe, e afinal sou igual a quem?, já nem digo que eu posso ter a mente aberta mesmo com a boca fechada, tic tac tac tic que me fode os planos, a vida é um carro rápido e que me leva os manos, vivo rápido e vou já nos cento e tantos, todos me têm sentido mas epáh não senti tantos, não percebes eu vou como dantes, e de beats dá-me só donuts senão eu como antes, viver perde os seus encantos morrer perto dos meus prantos, sonho viver sem fazer anos, pessoas deixam de ser importantes constroem-se confianças baseadas em enganos, e no fim pó no vazio infinito porque não há maior solidão que não ser reconhecido.......
Palavras de um interior preso num exterior moldado pla vida...que não me deixa libertar por o meu próprio bem estar....
parafusamente confuso, com multiplas batidas na cabeça
Ando confuso compus versos que não senti, na vida se houve versos no mundo um eu não senti, ou nem sem bem se se trata disso, trato do quê?, devia de me tratar memo tratem-me de mo dizer, eu vou escrever até passar a entender o que te move, não sei se eide amar porque só amo o que não posso, se pra ti te dá gozo eu trago-me censurado, tu só vais desejar-me no dia em que eu te deixar, mudando de assunto pa outro odeio o espelho, mostra-me mais louco mais velho mais feio mais estranho, escrevo escrevo leio, nunca é suficiente, sozinho na rua na mente tenho tanta gente, se um dia eu for o topo não fico assim arrogante, não tou a dar pa estrela sempre brilhei distante, se achas que eu ando a ler, dicionários men, não preciso de palavras caras eu quero que sa foda Antero, quero que sa foda tudo e quando digo tudo digo o mundo, tanta que já me mandou foder a mim há muito, pra mim há duas maneiras de passar a vida, afastares-te do sistema ou fazeres o que o sistema te dita, eu claro não ia ficar a ver, ficar revoltado em casa a escrever endoidecer fuck that, quando eu cagar no rap escrevo livros sobre a condição da maneira de estarmos presos há ideia de sermos livres!, tenho a ideia de ter uns filhos, uma mulher que não dependa de anéis e brincos, mais importante que isso não dê valor a estrilhos que perceba que podemos ser felizes com pormenores mínimos, simples, samples, memórias, frases e imagens do pretérito impelem-me insónias, não sou ninguém e também não sou o único arrepiante quando abraças alguém que pode ser o último, não vou, passar a vida toda, a, procurar, um atalho pra tua volta, vai, se queres, e leva a tua indiferença plos segredos que te dei pra agora pa me dares a tua ausência, não, quero, viver num eterno retorno, porque, eu sou rei mas caio sempre do trono, sem ti, sem ti é a mema cena, tu é que deixas-te sentir, eu sinto a mema cena, mas o nosso desejo é desigual, a única vez que me senti bem foi nos teres feito sentir mal, hoje prefiro escrever, e beber algo, e quanto ao coração, ya tenho-o inteirado, e se algum dia houver algo que me aconteça, não há problema, mesmo morto eu vou ser eterno na minha cabeça, topa se eu partir desta, um dia a gente vê-se na, naaaaaaaaaa...., não acredito nessa fábula, enquanto te "odeio", por me atirares há cara o que fiz porque te quero, evito pensar em ti, mas não sei fazê-lo, devido ao desejo que por ti tenho, a culpa não sou eu que a tenho, lá por tu ma mandares, não quer dizer que apanho, no principio eras doce no fim ficas-te o oposto, dizem que tás cada vez mais bela devo tar um monstro, fogem-me sempre as pessoas que eu gosto, porque eu penso que não preciso dizê-lo e que se nota que eu gosto, o sonho é realidade, que nos foge, adormeço a pensar em ti e acordo a pensar em nós, e sei que pra ti, tá tudo resolvido, parece que vivi, este amor sozinho, e forço-me a não pensar nisso, vá lá não penses nisso, eu penso em mais coisas que quero dizer e tá tudo dito, então o que é que eu tenho escrito, outra vez esse medo de escrever sem um objectivo, quando este som acabar vais passar há frente ou pensar, quando é que vais mudar e deixar de esperar, deixa-me desesperar, eu não espero mais, da vida do que aquilo que ela ofereceu aos meus pais, o teu silêncio são pedras no meio do meu barulho, tu, preferes o amor ou o orgulho?......
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
palavras...
«Palavra de músico»
imagino a sair de cada concerto dado, no banco de trás do carro, fico calado e concentrado, escrevo sons com o dedo, no vidro embaciado, a paisagem é a poesia movimento acelerado, velocidade louca, que me tira o ar do peito, é uma desilusão constante que fica em mim quando me deito, o carro vira autocarro, e sines passa a lisboa, o amor que partilhava é hoje ódio que magoa, entre canetas coloridas só a preta me cativa, e com tanta luz apontada só a sombra em motiva, não quero uma distinção, um troféu com pó guardado, mendigo a liberdade a cada som gravado, se o que faço não tem valor e ao talento arte não devo, diz-me porque tremes ao ouvir o que escrevo, dá-me a tua sinceridade, verdade eu tou em pé, prefiro gerir o meu fracasso a comprar o meu sucesso,
«é mais um dia e o sonho que não fui, a noite leva a minha voz até ao céu, a mágoa que sobra aos poucos me destrói, sou eu eu não sei ser herói»
uma chapada no destino, a cada beat tanto sucesso, só meço o que escrevo sou do tamanho deste verso, não queiras ser como eu sou só ninguém, e ninguém é perfeito pra ser ídolo de alguém, analogia, perfeita, trancada numa sala, uma pessoa iluminada e um dedo para aponta-la, microfone ligado e uma mão levantada, deste púlpito de onde falo deixo uma multidão calada, o que eu sigo no palco tu não vês na televisão, a emoção de dizer-te isto não te dá educação, uma carreira é um refugio pra uma vida fracassada, sou a vida fora dela em coragem elevada, eu gosto de ir a pé desde que faça eu a estrada, orgulho escorpião e uma paixão fotografada, e o mais importante da humidade secar, ficou escrito onde é que eu vivo depois do concerto acabar...
imagino a sair de cada concerto dado, no banco de trás do carro, fico calado e concentrado, escrevo sons com o dedo, no vidro embaciado, a paisagem é a poesia movimento acelerado, velocidade louca, que me tira o ar do peito, é uma desilusão constante que fica em mim quando me deito, o carro vira autocarro, e sines passa a lisboa, o amor que partilhava é hoje ódio que magoa, entre canetas coloridas só a preta me cativa, e com tanta luz apontada só a sombra em motiva, não quero uma distinção, um troféu com pó guardado, mendigo a liberdade a cada som gravado, se o que faço não tem valor e ao talento arte não devo, diz-me porque tremes ao ouvir o que escrevo, dá-me a tua sinceridade, verdade eu tou em pé, prefiro gerir o meu fracasso a comprar o meu sucesso,
«é mais um dia e o sonho que não fui, a noite leva a minha voz até ao céu, a mágoa que sobra aos poucos me destrói, sou eu eu não sei ser herói»
uma chapada no destino, a cada beat tanto sucesso, só meço o que escrevo sou do tamanho deste verso, não queiras ser como eu sou só ninguém, e ninguém é perfeito pra ser ídolo de alguém, analogia, perfeita, trancada numa sala, uma pessoa iluminada e um dedo para aponta-la, microfone ligado e uma mão levantada, deste púlpito de onde falo deixo uma multidão calada, o que eu sigo no palco tu não vês na televisão, a emoção de dizer-te isto não te dá educação, uma carreira é um refugio pra uma vida fracassada, sou a vida fora dela em coragem elevada, eu gosto de ir a pé desde que faça eu a estrada, orgulho escorpião e uma paixão fotografada, e o mais importante da humidade secar, ficou escrito onde é que eu vivo depois do concerto acabar...
histórias....
Entre sonhos e desilusões vejo o tempo a escapar, cada segundo é um abraço e eu não quero acordar, suspiro no silêncio enquanto exploro o meu karma, a verdade que plantei revelou-se a melhor arma, depositei a esperança numa caixa bem selada, trago a maturidade duma vitória bem suada, inspirado na saudade gravo uma banda sonora, cada faixa um sorriso de uma vida de outra-hora, exploro os horizontes vi o ouro que nunca tive, magoado no que fui é o que sou que sobrevive, comentários lançados, em ferro transformei, continuem a ser ouro porque pedra eu serei, sinto orgulho de aço pelos valores que defendo, arrisco, ganho, perco, e aprendo, underground, não preciso de ser considerado, sou orgulho pra família objectivo alcançado, « conto a minha história de cabeça erguida, vivo apaixonado, pelo que faço nesta vida»
Insónias ao rumo de pensamentos regados com alcool
« O mundo pode mudar, o tempo pode parar»
não consigo adormecer, só me apetece chorar, só queria um pouco de paz e poder descansar, fechar os olhos, pensar e ter motivos pra sorrir, encosto a cabeça na almofada, sem conseguir dormir, sinto-me só, sem conhecer a explicação, interpretador nato no que toca há solidão, sempre acreditei no que sou nunca desisti, trago orgulho por todas as vitórias que consegui, escorrem lágrimas, eu não consigo evitar, penso como seria se tudo pudesse mudar, sinto-me tão frágil sem ti podes crer, tento ser forte como me ensinaste a ser, mas é tão difícil apesar de compreender, sentado nesta cadeira sempre triste a escrever, viajo na minha memória sem objectivo traçado, admito que tenho medo do futuro não revelado, procura as palavras certas, quando tudo está errado, dou tudo por quem ás vezes me deixa magoado, do que serve um coração se este não for amado, do que serve ser artista se não for respeitado, escrevo páginas e vivo cada verso intensamente, se amar é sofrer então sofre eternamente, não desisto, só porque parece complicado, fico mais forte por nada ser facilitado, no degrau da esperança, plantei uma semente, subi a escada com confiança, hoje tudo é diferente, incondicional pela vida que valorizo, musica sincera cada a cada vibração que analiso, cada verso uma estrela no céu a minha melodia, perseguido pela sombra ilumino cada dia, se lutar é vencer, porque não sinto a vitória, se o tempo tudo curasse amor seria história, "vejo-me", sem me sentir satisfeito, " protejo-me", desconfio e não aceito, guardem o mapa, eu já conheço o tesouro, és linda és unica envergonhas o ouro, peço um desejo quero a tua felicidade, só assim posso ser feliz acredita que é verdade, se um dia eu disser adeus não quero que sintam saudade, sorriam porque um dia lutamos lado a lado, «o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno e, nada me fará mudar,»,
o meu caminho é mais longo estou cançado de andar, "pergunto-me", se estou onde queria estar, "pergunto-te", se vale mesmo a pena lutar, tranquei as portas por onde gostava de sair, se existe explicação porque demora tanto a vir, sei que não é justo mas tento aguentar, vejo luzes que me transportam pra outro lugar, sinto cheiros de flores, que não posso tocar, tento marcar pontos, mas sei que não vou ganhar, tenho que aceitar, vejo reflexos de pessoas que nunca esqueci, olhos são o espelho da alma vazia sem ti, tento esquecer quanto quero tanto lembrar, continuo a correr quando só me queria sentar, o simples é tão belo aprendi a apreciar, olho para trás com saudade mas tenho que continuar, ardo em feridas não saradas apesar do tempo tentar, resumo o que sinto a um sincero olhar, um quadro cheio, não é uma pintura completa, e a vitória nem sempre vem depois de cortar a meta,
«o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno nada me fará mudar, caminhos podem se cruzar uns podem mudar, mas um pouco de luz continuarei a procurar»
não consigo adormecer, só me apetece chorar, só queria um pouco de paz e poder descansar, fechar os olhos, pensar e ter motivos pra sorrir, encosto a cabeça na almofada, sem conseguir dormir, sinto-me só, sem conhecer a explicação, interpretador nato no que toca há solidão, sempre acreditei no que sou nunca desisti, trago orgulho por todas as vitórias que consegui, escorrem lágrimas, eu não consigo evitar, penso como seria se tudo pudesse mudar, sinto-me tão frágil sem ti podes crer, tento ser forte como me ensinaste a ser, mas é tão difícil apesar de compreender, sentado nesta cadeira sempre triste a escrever, viajo na minha memória sem objectivo traçado, admito que tenho medo do futuro não revelado, procura as palavras certas, quando tudo está errado, dou tudo por quem ás vezes me deixa magoado, do que serve um coração se este não for amado, do que serve ser artista se não for respeitado, escrevo páginas e vivo cada verso intensamente, se amar é sofrer então sofre eternamente, não desisto, só porque parece complicado, fico mais forte por nada ser facilitado, no degrau da esperança, plantei uma semente, subi a escada com confiança, hoje tudo é diferente, incondicional pela vida que valorizo, musica sincera cada a cada vibração que analiso, cada verso uma estrela no céu a minha melodia, perseguido pela sombra ilumino cada dia, se lutar é vencer, porque não sinto a vitória, se o tempo tudo curasse amor seria história, "vejo-me", sem me sentir satisfeito, " protejo-me", desconfio e não aceito, guardem o mapa, eu já conheço o tesouro, és linda és unica envergonhas o ouro, peço um desejo quero a tua felicidade, só assim posso ser feliz acredita que é verdade, se um dia eu disser adeus não quero que sintam saudade, sorriam porque um dia lutamos lado a lado, «o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno e, nada me fará mudar,»,
o meu caminho é mais longo estou cançado de andar, "pergunto-me", se estou onde queria estar, "pergunto-te", se vale mesmo a pena lutar, tranquei as portas por onde gostava de sair, se existe explicação porque demora tanto a vir, sei que não é justo mas tento aguentar, vejo luzes que me transportam pra outro lugar, sinto cheiros de flores, que não posso tocar, tento marcar pontos, mas sei que não vou ganhar, tenho que aceitar, vejo reflexos de pessoas que nunca esqueci, olhos são o espelho da alma vazia sem ti, tento esquecer quanto quero tanto lembrar, continuo a correr quando só me queria sentar, o simples é tão belo aprendi a apreciar, olho para trás com saudade mas tenho que continuar, ardo em feridas não saradas apesar do tempo tentar, resumo o que sinto a um sincero olhar, um quadro cheio, não é uma pintura completa, e a vitória nem sempre vem depois de cortar a meta,
«o mundo pode mudar, o tempo pode parar, o que sou é eterno nada me fará mudar, caminhos podem se cruzar uns podem mudar, mas um pouco de luz continuarei a procurar»
algo subito....
Escuta esta história, que vou contar, ohhh, e ás vezes penso, para quê viver, neste mundo, que magoa por prazer, num dia uma hora de paz, e vinte e três, vinte e três horas a sofrer, ás vezes penso, para quê viver neste mundo que magoa , por prazer, num dia....
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quanto bate de repente
«Eu não quero ser a luz aos olhos da ilusão, eu quero ser a sombra que te gela o coração»
Não queiras fazer de mim aquilo que eu não sou, passados alguns anos quem falou foi quem mudou, qualidades e defeitos são personalidade, prefiro poucos mas amigos de verdade, sei com quem posso contar, tu sabes!, sei que não me vão falhar, tu sabes!, pois a mágoa que invade a pintura mais bela é como tinta escorrida numa acapela, cada vez mais elucidado tenho mais cuidado, de coração congelado e fechado a cadeado, quanto baste negativo vingativo quanto baste, factor aliciante pelo qual te apaixonaste, sou, força que falha verdade que mete medo, sou o mistério eterno em tom de segredo, em honra de um amor eterno acendo outra vela, monóstico não é sapato pra nenhuma Cinderela
Não queiras fazer de mim aquilo que eu não sou, passados alguns anos quem falou foi quem mudou, qualidades e defeitos são personalidade, prefiro poucos mas amigos de verdade, sei com quem posso contar, tu sabes!, sei que não me vão falhar, tu sabes!, pois a mágoa que invade a pintura mais bela é como tinta escorrida numa acapela, cada vez mais elucidado tenho mais cuidado, de coração congelado e fechado a cadeado, quanto baste negativo vingativo quanto baste, factor aliciante pelo qual te apaixonaste, sou, força que falha verdade que mete medo, sou o mistério eterno em tom de segredo, em honra de um amor eterno acendo outra vela, monóstico não é sapato pra nenhuma Cinderela
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
relacionamentos....de MERDA
Sem saber vivemos com as pessoas erradas, pelas mais diversas razões erradas, entregamo-nos com tudo o que temos, sem sequer antes de ter um tempo pra conhecer, namorar por namorar, é estar a enganar-me, cada vez que desperto vejo o tempo ultrapassar-me, ao lado de alguém que sinto que não conheço, porque a relação não teve raiz desde o começo, e cada vez que me sinto solitário não comprometido, tento sempre procurar algo com sentido, então oiço dizer, que a minha mulher vai aparecer, ok pode até aparecer mas o problema, é vir a ter, alguém que não mereça ser tido, viver iludido, desabafar e não ser compreendido, vive somente pro momento, quando não se constrói bases num relacionamento, porque não fazemos selecção, acreditamos que qualquer um serve pra uma relação, mas o conhecimento da essência, vem com a convivência sem barreiras criadas com base na decadência, que fazem a paixão perder transparência, e passa a ser um demónio constante em evidência,
< quem és tu, que queres?, mas não alteras o meu ser, que queres que seija eu mas não me deixas ver, diz-me o que queres ser>,
conheço humanas que com uns namoram por atracção, outras apenas namoram, por manutenção monetária, e torna-se uma cabra e ordinária vida precária e engano, é formula necessária, ouve mana, o otário que te sustenta, é o que todos dias os cornos enfrenta apaixonado cegado, passo a vida sossegado dando duro enquanto trabalho e a ser explorado, o outro é só cama roupas jóias e discotecas, no wc levas com várias quecas isso é apenas um pouco estranho processo que me faz dizer que ter mulher bonita tem o seu preço, hoje em dia o amor compra-se, e custa muito caro, tenta-se tudo para evitar o desamparo muitos deitam-se com o desconhecido e ao nada são reduzidos, entre risotas e gemidos diamantes pervertidos, ela abra-te as pernas por um telemóvel, mas põe-te os chifres mal entras-te no automóvel, fico no meu canto a resistir ao teu encanto por enquanto vou mantendo a calma, e entretanto quando nunca se teve algo, nunca se sente a perda mas também tou farto de relações de merda.
< quem és tu, que queres?, mas não alteras o meu ser, que queres que seija eu mas não me deixas ver, diz-me o que queres ser>,
conheço humanas que com uns namoram por atracção, outras apenas namoram, por manutenção monetária, e torna-se uma cabra e ordinária vida precária e engano, é formula necessária, ouve mana, o otário que te sustenta, é o que todos dias os cornos enfrenta apaixonado cegado, passo a vida sossegado dando duro enquanto trabalho e a ser explorado, o outro é só cama roupas jóias e discotecas, no wc levas com várias quecas isso é apenas um pouco estranho processo que me faz dizer que ter mulher bonita tem o seu preço, hoje em dia o amor compra-se, e custa muito caro, tenta-se tudo para evitar o desamparo muitos deitam-se com o desconhecido e ao nada são reduzidos, entre risotas e gemidos diamantes pervertidos, ela abra-te as pernas por um telemóvel, mas põe-te os chifres mal entras-te no automóvel, fico no meu canto a resistir ao teu encanto por enquanto vou mantendo a calma, e entretanto quando nunca se teve algo, nunca se sente a perda mas também tou farto de relações de merda.
se amanhã não houvesse....pa todos os meus friends só quero que saibam
«Quando nada me parece justo e me sufoca a solidão, quando o sol já não brilha e o esforço foi em vão, quando o mundo se reduz a uma caneta e um caderno fecha os olhos pensa e vê, que nada é eterno!»,
quantas vezes já te sentis-te a ver o tempo a passar?, distante de todos com sonhos por realizar, perdido em pensamentos que te fazem sofrer e afogar em lágrimas, que teimam em querer escorrer, perfeito sei que não sou, nem perfeição ambiciono, ilusões escritas da noite são deixadas ao abandono, inspiro-me na lua reflectida no mar no teu olhar no calor do teu abraço que tanto me faz sonhar, sou filho da esperança e prisioneiro do teu beijo, sou a força da luta e a felicidade que desejo, certezas tenho poucas, e ás que tenho dou valor, obrigado por toda a atenção e todo o vosso amor,
< se amanhã não houver amor nem amizade, quero que saibam que vos amo de verdade, se amanhã partir e o destino me levar, no meu coração terão sempre lugar>,
hoje acordei com vontade de virar costas desistir, olhei há minha volta vi tantos motivos pra sorrir, lembro-me de olhares cruzados a que não liguei, sou um bocado de nada mas feliz pelo que sei, feliz por saber que a vosso lado aqui cheguei,e é difícil fazer rir mas tão fácil fazer chorar, facilidades não quero e continuarei a lutar, há momentos que ficam e nunca vou esquecer, vocês são mais que tudo nunca vos quero perder, quero olhar-te nos olhos, e dizer-te o quanto te amo, abraçar um amigo agradecer toda a amizade, toda a força, todo o apoio toda a verdade, nada mais me interessa, e estou a vosso lado, caminhamos na estrada onde o meu coração foi deixado, nunca mais o quero a vocês foi confiado, somos um até que a novo rumo seja levado.
quantas vezes já te sentis-te a ver o tempo a passar?, distante de todos com sonhos por realizar, perdido em pensamentos que te fazem sofrer e afogar em lágrimas, que teimam em querer escorrer, perfeito sei que não sou, nem perfeição ambiciono, ilusões escritas da noite são deixadas ao abandono, inspiro-me na lua reflectida no mar no teu olhar no calor do teu abraço que tanto me faz sonhar, sou filho da esperança e prisioneiro do teu beijo, sou a força da luta e a felicidade que desejo, certezas tenho poucas, e ás que tenho dou valor, obrigado por toda a atenção e todo o vosso amor,
< se amanhã não houver amor nem amizade, quero que saibam que vos amo de verdade, se amanhã partir e o destino me levar, no meu coração terão sempre lugar>,
hoje acordei com vontade de virar costas desistir, olhei há minha volta vi tantos motivos pra sorrir, lembro-me de olhares cruzados a que não liguei, sou um bocado de nada mas feliz pelo que sei, feliz por saber que a vosso lado aqui cheguei,e é difícil fazer rir mas tão fácil fazer chorar, facilidades não quero e continuarei a lutar, há momentos que ficam e nunca vou esquecer, vocês são mais que tudo nunca vos quero perder, quero olhar-te nos olhos, e dizer-te o quanto te amo, abraçar um amigo agradecer toda a amizade, toda a força, todo o apoio toda a verdade, nada mais me interessa, e estou a vosso lado, caminhamos na estrada onde o meu coração foi deixado, nunca mais o quero a vocês foi confiado, somos um até que a novo rumo seja levado.
a balada...sente que vale a pena....
Quantas vezes mais é que tu vais chorar?, quantas vezes mais é que tu vais gritar?, tens que agrafar sim com a força lutar, há um mundo lá fora há espera de te ver brilhar,
Não chores mais, abre a janela dum sorriso, larga o escuro onde te escondes, acredita não é preciso, tranca a porta do quarto poe o volume adequado, concentra-te na minha voz deixa-te ser embalado, sentes o silêncio que se cria há tua volta, então porque choras se sabes que ela não volta, eu sei que ás vezes é dificil e doi, aguentar a mágoa que o nosso coração roi, não penses que não te entendo, não sabes o que passei, não digas que não consegues, ninguém rouba o que já sei, também eu já cai na estupidez de me isolar, segue o concelho de quem passou aquilo que tás agora a passar, não sou o teu melhor amigo mas trago-te o melhor concelho, limpa as lágrimas da cara quando te olhares ao espelho, porque eu vou olhar por ti, vou faze-lo por ti, porque eu vou gritar por ti só tens que confiar em mim, <se acreditares verás que este mundo também é teu , não é só meu, basta olhar e ver,>
absorvo o choro do planeta, num silêncio dum segundo, numa balada sincera do meu para o teu mundo, mas podes fechar os olhos cerrar os dentes e aceitar, a desilusão é um degrau, da escada que vais passar, porque a vida não é justa, e a justiça desiste, é como um truque de cartas onde magia não existe, mas os olhos são poeira duma visão apaixonada na mente de quem se sente perdido quando julga não ter nada, rasgo o pano da mentira, não te deixes enganar, pinta o quadro da esperança, porque as coisas vão mudar, o trabalho que te sufoca e não te deixa respirar, relação em que a felicidade não quer participar, tens que ter coragem porque sofrer é normal, e nunca deixes que te digam que não és especial, abraça a confiança, de que um dia vais brilhar, não chores mais, troca o amargo pelo doce, respeita quem lá estava, e só amizade trouxe, acredita no que sinto, respeita o que sinto, dá-me uma oportunidade e vais ver que não te minto, cospe a dor de um amigo que um dia te voltou as costas, respira fundo, tem calma, um dia vais ter respostas, a lua já não vê o sol, noite e dia não se cruzam, sinto a raiva que sentes quando eles de ti abusam, não deites tudo a perder, mantém a postura correcta, ignora a cobardia de quem pensa que te afecta, dá-lhes o avanço necessário, olha quem sorriu primeiro, mas a fama é apagada como cigarro num cinzeiro, sopra a cinza da dor, que te trouxe este tema, quando ele terminar quero que sintas que vale a pena.
Não chores mais, abre a janela dum sorriso, larga o escuro onde te escondes, acredita não é preciso, tranca a porta do quarto poe o volume adequado, concentra-te na minha voz deixa-te ser embalado, sentes o silêncio que se cria há tua volta, então porque choras se sabes que ela não volta, eu sei que ás vezes é dificil e doi, aguentar a mágoa que o nosso coração roi, não penses que não te entendo, não sabes o que passei, não digas que não consegues, ninguém rouba o que já sei, também eu já cai na estupidez de me isolar, segue o concelho de quem passou aquilo que tás agora a passar, não sou o teu melhor amigo mas trago-te o melhor concelho, limpa as lágrimas da cara quando te olhares ao espelho, porque eu vou olhar por ti, vou faze-lo por ti, porque eu vou gritar por ti só tens que confiar em mim, <se acreditares verás que este mundo também é teu , não é só meu, basta olhar e ver,>
absorvo o choro do planeta, num silêncio dum segundo, numa balada sincera do meu para o teu mundo, mas podes fechar os olhos cerrar os dentes e aceitar, a desilusão é um degrau, da escada que vais passar, porque a vida não é justa, e a justiça desiste, é como um truque de cartas onde magia não existe, mas os olhos são poeira duma visão apaixonada na mente de quem se sente perdido quando julga não ter nada, rasgo o pano da mentira, não te deixes enganar, pinta o quadro da esperança, porque as coisas vão mudar, o trabalho que te sufoca e não te deixa respirar, relação em que a felicidade não quer participar, tens que ter coragem porque sofrer é normal, e nunca deixes que te digam que não és especial, abraça a confiança, de que um dia vais brilhar, não chores mais, troca o amargo pelo doce, respeita quem lá estava, e só amizade trouxe, acredita no que sinto, respeita o que sinto, dá-me uma oportunidade e vais ver que não te minto, cospe a dor de um amigo que um dia te voltou as costas, respira fundo, tem calma, um dia vais ter respostas, a lua já não vê o sol, noite e dia não se cruzam, sinto a raiva que sentes quando eles de ti abusam, não deites tudo a perder, mantém a postura correcta, ignora a cobardia de quem pensa que te afecta, dá-lhes o avanço necessário, olha quem sorriu primeiro, mas a fama é apagada como cigarro num cinzeiro, sopra a cinza da dor, que te trouxe este tema, quando ele terminar quero que sintas que vale a pena.
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