terça-feira, 25 de outubro de 2011

com o fumo de volta...

Toda a minha vida, não tive nada, e sem asa mesmo assim fugi de casa, com um conto e uma almofada, há noite durmo há espera que a fada apareça, que merda que seca pensamento brega graças há broca, quebra o sentido e eu ando sentido, contigo, e arrependido, com o que tenho dito bebo vinho, sabes néh que tenho sentido dificuldades jovem de idade mas fodido pa me manter em pé, esta cidade anda a ver se me bate, e na escola bate recordes de falta de assiduidade, assíduo há saudade tanto bate até que fura dois buracos no coração, amor fuma, quem dera que fosses estúpida pa não ser só um, chegar ao fim da vida e perceber que estraguei tudo, bumm!, rebento como uma bomba, vejo fumo na minha zona, deviam ser os bombeiros a fazer a ronda, acho que gira tudo há minha volta, tou a ficar tonto, passa álcool no assunto pronto não volto a tocar no ponto, sou tão burro que erro duas vezes, há terceira fico a ver a brincadeira dos deuses, é hoje que morro ao vivo, pisado ao piso, não conquisto o previsto desisto logo disto tudo, sou tão fixe, mas não vai mais feliz, meio indeciso, se sou mais monstro ou bicho....

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