sexta-feira, 14 de outubro de 2011

quanto bate de repente

«Eu não quero ser a luz aos olhos da ilusão, eu quero ser a sombra que te gela o coração»
Não queiras fazer de mim aquilo que eu não sou, passados alguns anos quem falou foi quem mudou, qualidades e defeitos são personalidade, prefiro poucos mas amigos de verdade, sei com quem posso contar, tu sabes!, sei que não me vão falhar, tu sabes!, pois a mágoa que invade a pintura mais bela é como tinta escorrida numa acapela, cada vez mais elucidado tenho mais cuidado, de coração congelado e fechado a cadeado, quanto baste negativo vingativo quanto baste, factor aliciante pelo qual te apaixonaste, sou, força que falha verdade que mete medo, sou o mistério eterno em tom de segredo, em honra de um amor eterno acendo outra vela, monóstico não é sapato pra nenhuma Cinderela

2 comentários:

  1. eu também já não vinha ao teu blog á muito tempo, continuo a gostar muito da maneira como escreves. "quando bate de repente" lembra-te que a culpa não é do teu coração por isso não o feches a cadeado, se o protegeres, ele fica mais esperto, e cada vez mais forte.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado pelo coment apesar de não achar que escrevo lá grande coisa, e por acaso nem tenho muito feedback do que escrevo, algumas tenho gravadas e ai tenho mais feedback :) pois sobre o coração eu nunca gostei de pensar com o coração e quando o destranquei e deixei ir deu problemas por isso ele ta bem trancado assim não dá problemas, e penso mais sobriamente com o cérebro que com o coração, coração engana muito e gosto de ter o controlo nas coisas e com o coração muitas vezes não tens...

    ResponderEliminar