terça-feira, 29 de maio de 2012
curar-me como...
Encontro um ponto, já me perdi um dia, doce melodia da ganancia que se evidencia, na ne, necessidade do desnecessário em demasia, que sa foda azia no estágio faço razia, esquecido como a agulha num palheiro, entretido neste sorteio da vida no qual eu me remedeio, eu não preciso de avisos do alheio contrato com juros eu incendeio, isso é uma saída eu procuro uma entrada as pegadas nesta estrada nem com o tempo são apagadas, e desprezar-me dá-me mais charme, ou culpar-me por essa gente crer-me mudar-me, mas ficam num impasse, serei um demónio ou um anjo sem asas nem classe, ou será que a minha mãe criou um anticristo em casa, durmo como um anjo mas sonho com demónios, olhos espelham a minha alma medo e outros sinónimos, actividade cerebral seca os neurónios, situado entre o bem e o mal, procura a entrada pra sanidade, a porta fechei e joguei fora a chave, aliando-me na parte mais escura da minha nave, 6 35 na cabeça pode ser que encrave, tipo pauta sem clave pode ser que inda toque, e lavo os meus pecados de uma forma suave, a minha nave é uma cave, medicina artesanal pa este meu estado grave, num clima, hostil, tipo limpezas no Brasil, tou perto de senil e razões mais de mil, mas vejo-te como um imbecil, como toda a gente que contesta o 25 de Abril, mas este tipo de ódio que eu vejo em mim, a minha sanidade não sei onde a meti, queria acordar do sono com o síndrome de Estocolmo podia curar-me mas como?...., levanto-me parece que o chão escorrega, eu tenho a mente mais forte que o corpo e uma alma que não se nega, um físico que sossega, puro a entregar sempre há hora e posição certa, vitima, destes jogos de cabra cega, estratega, pra uma vida sem pega, a passar metade dela numa adega, o relógio é meu colega e a feira é quem me emprega,
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