quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
a fase....
eu tou na fase da clarividência, deves ter uma deficiência, não ter-me como uma referencia, sem ciência só essência, ele ta na faixa e encaixa como um método de sentido dar baixa, relaxa deixa a vibe ser contagiante, eu esmago-te como um insecto insignificante, eu tenho rimas como um traficante, no canto da rua pouco cintilante, vivo a todo o instante, e não faço por um montante, qual é o caminho adiante?, eu estou confiante, amanhã nigga eu garanto-te, tou tenso por isso eu não penso em como compenso, as minhas feridas não têm penso, eu avanço perante o fumo denso mergulhado no meu imenso,....o nome do som é clarividência, porque é clara a evidência, que eu só tenho uma dependência, com muita frequência, tu chamas-lhe rap eu chamo de ciência, ofereço-me constantemente a esse tipo de demência, e não me perco em nada se me encontro em tudo, a música é o mercúrio que eu saro no estúdio, basta-me metade de um loop pa encontrar um assunto, tipo perfume, levantar este defunto hip hop porque, no fundo nem morreu, mas, quem sou eu pa fazer o ponto de vista se o teu ouvido nem o regista,
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