uma garrafa d'amoniaco pó comprado a um austríaco eu sou maníaco 2 gramas de empatam o batimento cardíaco passada com óleo grama de sódio e fico sóbrio e os ponteiros do encravam no relógio secam narinas lubrificam vaginas quantos narizes as tuas notas já viram a pupila dilata o fumo na prata afasta pensamentos de uma vida madrasta e dá me tempo amor e saúde e dá me tempo porque o amor e saúde eu substituo por mais tempo ou time enquanto fujo á realidade a respiração falha procuro mortalha sinto-me no fio da navalha queimo-me por dentro e ardo como o amor cego eu sinto que não sinto a ser não ser com sede até porque tenho que escrever as minhas ultimas rimas mas se tiver que ser hoje mano eu nem tenho medo
<madrugo numa suite só faltam duas horas pra acabar o mundo e em Lisboa neste quarto de hotel tou a tentar encontrar inspiração mas não consigo deixar nada no papel>
uma e trinta entro nas urgências macas sangue sem cerimónia nem importância sou mais um corpo fraco a caminho de morto por culpa do outro que misturou o meu produto mas o mundo é meu e eu quero a terra não o céu porque agora dá-me geito soro senão demoro a ganhar a forças e os corredores ficam a parecer o caminho da forca vou á faca tenho a bateria fraca saio do corpo e vejo-me deitado na maca eu perco-me em sonhos pesadelos medonhos respiroo fundo e fecho os olhos....
<madrugo numa suite vip que alugo só falta uma hora pra acabar o mundo e eu expludo neste quarto d'hotel a tentar encontrar inspiração mas não consigo deixar nada no papel >
três horas atrás era um diamante em bruto e agora um puto nem luto oiço médicos a comentar o meu futuro crítico ou não só sei que é no coração e no me lembro de nehuma oração eu não percebo nada disto tanta gente a olhar pra mim de olhos postos a ver o meu fim mas perto á uma voz que se distingue e diz-me faz da vida um ringue
<madrugo numa suite vip que alugo só falta um minuto pa acabar o mundo e eu explodi naquele quarto d'hotel a tentar encontrar inspiração mas não não consigo meter nada no papel>
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